terça-feira, junho 19, 2012




Deu na Poronga

No páreo

A direção regional do PSDC afirma que está mantida a pré-candidatura do delegado Messias Ribeiro em Brasileia. Isso porque ontem circulou boato de que ele teria se retirado da disputa.

Edvaldo Souza

O deputado estadual e presidente estadual do PSDC, Edvaldo Souza, confirmou ontem por telefone, que Messias Ribeiro segue pré-candidato à sucessão da prefeita Leila Galvão.



Deu na coluna do Luis Carlos

Investida fracassada

Fracassou a pressão da cúpula do PT de fazer  Messias Ribeiro (PSDC) desistir de ser candidato a prefeito de Brasiléia para colocarem a Blandina (PSDC) na vice de José Alvanir (PT).

Palavra de homem

Na reunião de ontem pela manhã com os deputados Eber Machado (PSDC) e Edvaldo Sousa (PSDC) Messias comunicou que não tira seu nome e recebeu o apoio ostensivo do partido.

Por baixo dos panos

Na verdade a manobra foi arquitetada pelo ex-vereador Zemar (PSDC) que, é contra a candidatura de Messias Ribeiro, para colocar sua mulher Blandina na vice de Alvanir (PT).

Vai ter expulsão

O deputado Edvaldo Sousa (PSDC) disse à coluna que a candidatura de Messias será lançada, no dia 23, em Brasiléia, numa festa, e prometeu expulsar do PSDC o filiado que lhe trair. Ele considera a investida do PT uma falta de respeito à direção do PSDC, como se não existisse.


Deu no Jornal A Tribuna


Messias firme

O pré-candidato a prefeito do PSDC a prefeito de Brasileia, Messias Ribeiro, não abriu mão da disputa para apoiar o petista José Alvanir, como especulado domingo. Ontem, em Rio Branco, reuniu-se com dirigentes do partido e os deputados Edvaldo Souza e Eber Machado a quem afirmou que é candidato e pronto.

Só se morrer

Revoltado com a especulação, o deputado Edvaldo Souza (PSDC) garantiu à coluna que o delegado Messias Ribeiro é mais candidato que nunca e só deixará de ser, se morrer. Edvaldo disse que houve uma tentativa de fazer Messias desistir, mas como é muito leal ao partido se manteve no páreo com Raimundo Lacerda (PCdoB) de vice.

Homologar

A convenção do PSDC de Brasileia que vai homologar a candidatura de Messias Ribeiro a prefeito está marcada para sábado. O PT queria emplacar Blandina (PSDC) como vice de Alvanir, mas o partido agiu rápido e impediu a manobra. Blandina corre risco até de ser expulsa  da legenda.

sexta-feira, junho 15, 2012

Deu na Poronga


Em alta
Deputado estadual Edvaldo Souza (PSDC) está em alta com os idosos. Ontem foi aplaudido e abraçado durante o manifesto da turma da terceira idade em favor do enfrentamento da violência.
Causa
O parlamentar resolveu entrar na causa e se tornou padrinho dela. Isso porque os números referentes aos idosos são preocupantes.
Delegacia
Ontem mesmo Edvaldo deu entrada, na Aleac, com uma indicação propondo a criação de uma delegacia especializada de crimes contra os idosos. Segundo o deputado, o Acre tem 48 mil idosos, sendo 21 mil deles em Rio Branco.

Deu no jornal A Gazeta


Edvaldo Souza propõe criação de delegacia especial para idosos
 RUTEMBERG CRISPIM

O deputado estadual Edvaldo Souza (PSDC) está propondo a criação de uma Delegacia Especializada em Crimes contra a Pessoa Idosa. Para o parlamentar, essa seria uma medida importante para combater crimes praticados contras os idosos.
De acordo com Edvaldo Souza, só em Rio Branco são mais de 21 mil idosos e os crimes cometidos contra eles nem sempre são apurados e os criminosos responsabilizados. Ele pediu apoio dos demais parlamentares para conseguir, junto ao Governo do Estado, a construção e instalação da Delegacia Especializada.
“Hoje mesmo participei de uma manifestação com várias entidades. Elas pediam mais respeito aos idosos. Sabemos que o idoso hoje sofre agressão física, sexual, psicológica, doméstica, financeira, entre outras, e ninguém faz nada. Por isso, precisamos agir o mais rápido possível”, afirmou.

Deu no página 20


Edvaldo Souza defende idosos e reivindica delegacia especializada





O deputado Estadual Edvaldo Souza, líder do PSDC na Assembleia Legislativa, apresentou indicação reivindicando ao governo do estado a criação em regime de urgência de uma delegacia especializada de crimes contra o idoso.

Há alguns meses o parlamentar estuda o tema e por isso passou e compreender com mais clareza as questões que fazem parte do dia a dia da maioria dos idosos.

De acordo com Edvaldo Souza, depois de dedicarem boa parte de suas vidas ao desenvolvimento do estado, esses homens e mulheres ficam à mercê da própria sorte. São mais de 14 milhões de idosos em todo o Brasil, dos quais 48 mil são idosos que residem no Acre. Rio Branco é a cidade do estado com maior número de idosos, chegando a 2l mil, segundo o deputado.

O parlamentar salientou o trabalho desenvolvido pelo Conselho do Idoso, que sempre age em parceria com outras instituições, mas enfatizou a necessidade da criação de uma delegacia especializada em crimes contra idosos que constantemente são vítimas desses delitos.

“A violência contra a pessoa idosa é um fenômeno e representa um importante problema de saúde pública e de polícia”, afirma Edvaldo Souza. Ele assevera que os  idosos são vítimas constantes da violência física e psicológica, do abandono, da violência financeira ou econômica e também  da negligência dos parentes.
Ontem o deputado participou do manifesto  em favor do enfrentamento da violência, no qual entidades representativas e mais de 400 idosos estiveram presentes.

Da Assessoria

quinta-feira, junho 14, 2012



                             Enfrentamento da violência contra o  idoso

Participei hoje das atividades inerentes ao Dia de enfrentamento a violência contra o idoso. Como convidado e sendo admirador das causas dos idosos estive conversando com todos que lá estiveram, indistintamente.

A questão do idoso me preocupa. Me preocupa o fato de não termos políticas públicas efetivas e eficientes voltadas para os mais de 14 milhões de idosos que temos no Brasil.

No Acre não é diferente. Temos evoluído, mas não o suficiente. O estado tem quase 48 mil idosos, sendo que Rio Branco é a cidade  que tem um maior número, totalizando 21 mil idosos.


Desses, uma grande  maioria é totalmente dependente, sem condições de fazer as atividades básicas do cotidiano, tais como comer, tomar banho e ir ao banheiro sozinho.

O Conselho Estadual do Idoso, tendo a frente o dr. Ismael Neto, tem dado exemplo no trato das questões que envolvem os idosos. Porém, só o Conselho não é suficiente para que avanços aconteçam.A violência contra o idoso é um assunto que fere fundo a alma de todos aqueles preocupados com a causa.


Precisamos sair do discurso e passar a prática.

Com muita dificuldade os idosos se reuniram hoje, atrás do  Palácio Rio Branco. Externaram o que pensam e falaram de suas dificuldades depois de uma vida dedicada ao trabalho.


Infelizmente, no Brasil, os idosos são tratados como produtos descartáveis após o uso. São tratados como lixo, desde a aposentadoria que recebem até o atendimento que recebem por parte do poder público.


Por ocasião do manifesto dos idosos não verifiquei nenhuma autoridade ligada a área social e direitos humanos. Ponto para o Saerb que disponibilizou água e para o SAMU que colocou a postos uma ambulância e equipe de paramédicos.

São poucas as pessoas que se dispõem a defender a causa do idoso, muito embora em quase todas as famílias tenhamos idosos.

As dificuldades para que o manifesto fosse realizado foram muitas. Quem faz parte dos conselhos Estadual e Municipal sabe muito bem do que estou falando. Para os idosos as dificuldades são impostas sempre em caráter redobrado. Uma vergonha!

O Estatuto do Idoso está em vigor e deve ser cumprido.

quarta-feira, junho 13, 2012

                                 Cinquenta anos de Assembléia

Desde terça-feira que a mesa diretora da Aleac vem comandando com eficiência a programação referente aos cinquenta anos da Assembléia Legislativa do Acre. São cinquenta anos de uma história que se confunde com a própria história do Acre

Nesta quarta-feira realizou-se uma sessão solene, onde ex-governadores e ex-deputados estaduais foram homenageados. Homenagem justa e merecida. O tempo amadurece as pessoas e as deixa mais ternas, mais amenas.Hoje pude vê antigos desafetos políticos sentados lado a lado, como manda o protocolo.

O discurso do ex-deputado João Correia apenas comprovou aquilo que todos nós sabemos. Correia continua com excelente oratória. O ex-deputado e advogado Luis Saraiva também não ficou atrás. Com um discurso bem articulado e numa linguagem escorreita, Saraiva é um nome que deixou saudades na Aleac. 

O ex-deputado Félix Pereira também esteve lá. Cumprimentei a ele e sua esposa. Para quem não sabe, o ex-parlamentar, mesmo sem ser formado em direito foi um dos melhores de sua época em se tratando de técnica legislativa. 

 Vi o Mauri Sérgio. Ex-deputado, ex-prefeito de Rio Branco. Conversamos sobre política e ele me disse que está feliz com a vida que leva. Tem paz, tem qualidade de vida e todo o tempo do mundo para sua família.

Parte da história política do Acre esteve hoje na Aleac.Ex-governadores Romildo Magalhães e Iolanda Lima se fizeram presentes. Um certo ar saudosista tomou conta do ambiente. Todos foram homenageados com justa razão. Pelo sim, pelo não, todos ajudaram a construir a história do Acre.

terça-feira, junho 05, 2012

Greve em instituições federais de ensino superior paralisa 49 unidades

Professores programam ato em Brasília. Docentes e servidores federais devem realizar protesto nesta terça. Salas vazias na Universidade Federal de Pernambuco. Greve é por tempo indeterminado (Ronaldo Santos / Fotoarena)


A greve dos professores de instituições federais de ensino superior, iniciada no dia 17 de maio, já conta com a adesão de docentes de 46 universidades, dois institutos e um centro tecnológico. O balanço é do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).  Docentes de todo o país prometem se reunir, nesta terça-feira, para uma marcha na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A expetativa do sindicato é que cerca de 20.000 pessoas participem da manifestação, incluindo docentes e demais servidores federais, que votam, em plenária, paralisação em outros setores. Entre as reivindicações dos docentes está a reestruturação de um plano de carreira, que teria sido prometido pelo governo federal para março deste ano, com redução de níveis de remuneração (de 17 para 13), variação de 5% entre os níveis e um salário mínimo de 2.329,35 reais referente a 20 horas semanais (atualmente, esse valor é de 1.597,92 reais). Os professores pedem também melhores condições de trabalho e infraestrutura. Na segunda-feira, estava prevista uma reunião com o governo para discutir as reivindicações, mas o encontro foi cancelado. A assessoria do Ministério do Planejamento diz que o encontro foi desmarcado porque o governo reavalia como tratará a questão. O vice-presidente do Andes, Luiz Henrique Schuch, disse que o objetivo dos professores é que a negociação ocorra o mais rápido possível. “Queremos o agendamento de reuniões com urgência para buscarmos uma solução para o impasse”, diz. Confira a lista completa das universidades e institutos que estão total ou parcialmente paralisados: Região Norte - Universidade Federal do Amazonas - Universidade Federal de Rondônia - Universidade Federal de Roraima - Universidade Federal Rural do Amazonas - Universidade Federal do Pará - Universidade Federal do Oeste do Pará - Universidade Federal do Amapá - Universidade Federal do Acre - Universidade Federal do Tocantins Região Nordeste - Universidade Federal do Maranhão - Universidade Federal do Piauí - Instituto Federal do Piauí - Universidade Federal do Semi-Árido - Universidade Federal da Paraíba - Universidade Federal de Campina Grande - Universidade Federal Rural de Pernambuco - Universidade Federal de Alagoas - Universidade Federal de Sergipe - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - Universidade Federal da Bahia - Universidade Federal do Vale do São Francisco - Universidade Federal de Pernambuco Região Sul - Universidade Federal do Paraná - Universidade Federal Tecnológica do Paraná - Universidade Federal do Rio Grande - Universidade Federal do Pampa - Universidade Federal de Santa Maria - Universidade Federal da Integração Latino Americana Região Sudeste - Universidade Federal do Triângulo Mineiro - Universidade Federal de Uberlândia - Universidade Federal de Viçosa - Universidade Federal de Lavras - Universidade Federal de Ouro Preto - Universidade Federal de São João Del Rey - Universidade Federal de Juiz de Fora - Universidade Federal de Alfenas - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - Centro Federal de Educação Tecnológica de MG - Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais - Universidade Federal do Espírito Santo - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Universidade Federal Fluminense - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Universidade Federal de São Paulo Região Centro-Oeste - Universidade Federal do Mato Grosso - Universidade Federal de Goiás - Universidade de Brasília - Universidade Federal da Grande Dourados.

Fonte: Veja




Teste de PSA para rastreamento do câncer de próstata causa polêmica

No fim de maio, a U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF, uma força-tarefa composta por médicos e especialistas em medicina preventiva) recomendou que o teste antígeno prostático específico (PSA) não seja usado como método de rastreamento para o câncer de próstata, já que “muitos homens são prejudicados e poucos são beneficiados pelos resultados destes exames”. A decisão criou polêmica entre os urologistas e confundiu os pacientes. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) tem as mesmas diretrizes e o motivo principal é o desconhecimento da história natural do câncer de próstata: não se sabe por que o tumor aparece ou como evolui, só se sabe que surge em homens a partir de uma certa idade, mas alguns vivem com a doença sem saber dela — 30% dos casos são descobertos na necrópsia, segundo dados do Inca. O PSA é um corte numa situação: um exame normal não significa que o paciente está seguro e um nível alto não quer dizer que o paciente tem câncer. Uma vez detectada a doença, o médico ainda deve medir perdas e ganhos na qualidade de vida do paciente, pois o tratamento pode causar incontinência urinária e impotência sexual.

— A letalidade do câncer de próstata é uma variável que ninguém pode prever. O PSA detecta que há uma alteração na próstata, não é específico para apontar um tumor, já que uma lesão ou aumento na próstata podem provocar aumento de PSA, por isso não é eficaz como rastreamento. Mas isso não significa que o paciente não possa decidir fazer junto com seu médico, a partir de uma avaliação individual — diz o diretor geral do Inca, Luiz Antônio Santini.

Rastreamento em grupos de risco

O médico Miguel Srougi, professor titular de Urologia na Universidade de São Paulo (USP), classifica a atitude da força-tarefa americana como irresponsável e diz que no Brasil os custos já inviabilizariam qualquer rastreamento: pelos seus cálculos se todos os homens acima de 50 anos fizessem a triagem, isso custaria R$ 6 bilhões ao governo.

— Quando fazemos campanhas no Hospital das Clínicas, de 20% a 25% são indolentes, mas 75% são cânceres agressivos. Essa visão da força-tarefa é enviesada, de clínicos que nunca viram um doente, ninguém se preocupou em ver como fica um paciente que sofre durante cinco anos com a doença — diz Srougi. — Pelo menos nos grupos de risco deveria haver rastreamento: negros, obesos e pessoas com histórico familiar da doença.

Em comunicado da USPSTF, o representante Michael Le Favre escreve que “o câncer de próstata é um problema sério de saúde pública que afeta milhares de homens e suas famílias, mas antes de fazer o teste PSA , todos os homens merecem saber o que a ciência sabe sobre o exame: há pequenos benefícios e prejuízos significativos. Encorajamos clínicos a considerar esta evidência e não fazer o rastreamento a menos que o indivíduo tenha estas informações e tome uma decisão pessoal”.

Toque retal causa constrangimento

A Sociedade Brasileira de Urologia ainda não se posicionou sobre a recomendação da força-tarefa americana, mas segundo o diretor de Comunicação, Carlos Alberto Bezerra, uma análise já foi encomendada para saber os impactos na população brasileira, que tem características parecidas com a americana.

O medo do toque retal por parte de muitos homens, segundo ele, pode ter levado ao aumento do número de exames de PSA. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2010 foram feitos 3,6 milhões de testes de PSA no Sistema Único de Saúde (SUS) e em 2011 o número subiu para 3,9 milhões de exames. Na rede particular, em laboratórios como o Richet, por exemplo, onde o teste de PSA custa R$ 121,00 e fica pronto no mesmo dia, são feitos 1.500 exames do tipo por mês.

— Muitos homens pedem para fazer só o PSA, mas diante de qualquer alteração o médico tem que pedir biópsia. Com o toque retal conjugado ao PSA o médico pode acompanhar melhor — diz o urologista. — No meu consultório a detecção é feita mais pelo exame de PSA — admite.

O urologista Fernando Vaz, que atualmente está nos EUA e acredita que a nova recomendação trará muitas dúvidas para os doentes brasileiros, critica os resultados da forca-tarefa com base em decisões anteriores desse grupo que não tem um especialista em urologia:

— Há poucos anos eles desaconselharam o screening de câncer de mama e mamografias, o que encontrou uma forte resistência e nunca se transformou em recomendação oficial. O programa certamente visa a diminuir os custos e julga de forma equivocada o resultado — acredita. —Nenhum programa de prevenção pode ser julgado isoladamente. O uso isolado de um teste com resultados tipo branco no preto tiram a arte da medicina e a transforma em ciência pura, o que ela não é, pois trata pessoas diferentes.

O diretor geral do Inca dá o exemplo do câncer de colo do útero como parâmetro de rastreamento eficaz.

— A gente sabe que uma lesão iniciada pelo HPV provoca alteração na mucosa do colo do útero, que em um percentual mínimo pode se transformar em câncer, então vale a pena fazer o exame periódico porque se pode evitar a doença: o médico retira a lesão e acabou. Mas isso só acontece porque conhecemos bem a história natural desse tumor e isso faz toda a diferença — diz Santini.

Para o urologista Miguel Srougi, mesmo com todas as falhas do exame, vale a pena o rastreamento. Segundo ele 40 mil americanos morrem por ano vítimas da doença e 18% dos homens no mundo ainda terão câncer de próstata. Quando tratado o tumor, os riscos de incontinência urinária decorrentes da cirurgia são de 15% e de impotência, por causa da radioterapia, de 2% a 3%, segundo ele. Mas a espera por um exame perfeito, no entanto, ainda deve durar cerca de dez anos.

— Estamos no início das pesquisas que apontam para um novo marcador, o HGC, mas isso ainda não foi testado em grandes populações. No futuro vamos chegar a um exame sem falhas, mas até isso acontecer teremos que usar o PSA mesmo. E aí rege o bom senso: se o tumor for agressivo o especialista trata, se for indolente o médico avalia — diz.


Fonte: O Globo
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