terça-feira, julho 31, 2012

Descaso e abandono com a estrada de Brasiléia

Seguir rumo a  Brasiléia pela Br- 317 se transformou numa verdadeira  aventura para aqueles que tem paciência, agilidade e dotes para malabarista.
A quantidade de buracos, verdadeiras crateras, que toma conta da pista de rolamento é de assustar. É sair de um buraco e cair em outro ou se sujeitar a despencar em um dos barrancos quer ficam a margem da estrada.
A estrada construída a custa de milhões de reais aos poucos vai se acabando devido a inércia do poder público e a inapetência de quem deveria cuidar dessa importante via de acesso ao pacífico.
Nos mais de 200 quilômetros que distanciam Rio Branco de Brasiléia, apenas uma frente de trabalhadores tenta  tapar os buracos com o chamado asfalto frio. É o tipo de ação que apenas serve como paliativo.
Durante os trabalhos de retirada do Asfalto danificado, raspagem e compactação, logo após o entrocamento de Xapuri, o que se verifica são vastas extensões de buracos, tábuas de pirulito, a colocar em risco a vida de quem trafega na  estrada. O asfalto foi retirado, mas um novo  asfalto não foi colocado. 
Descaso acima de tudo. Falta de bom senso. A estrada que dá acesso a Brasiléia está aos poucos se acabando. Se  for seguido o exemplo da estrada que dá acesso ao município de Sena  Madureira( tem buraco na margem esperando o momento de ocupar o leito da estrada), em breve a população do Alto Acre ficará a mercê da própria sorte.
Enquanto isso todo mundo fica calado. Com a palavra o Deracre e o DNIT.

domingo, julho 29, 2012

Hoje é domingo



Dia de  acordar mais cedo, fazer a leitura dos jornais, deitar numa rede e esperar a  hora do almoço. Dia de almoçar  com a família bem devagar, sem a tradicional pressa da semana. Dia  de ouvir uma boa prosa. Dia também de ouvir uma boa música.
Nada mais justo do que ouvir essa verdadeira obra de arte do acriano Sérgio Souto.

quinta-feira, julho 26, 2012

Tempo perdido


As polêmicas do novo Código Penal
Autor(es): Ricardo Brito
O Estado de S. Paulo - 20/06/2012

Do terrorismo à descriminalização de alguns casos de aborto, confira as alterações propostas pela comissão de juristas do Senado:
Após sete meses de trabalho, a comissão de juristas do Senado que discute a reforma do Código Penal chegou a um consenso jurídico sobre as propostas na segunda-feira, 18, dia da reunião final. E foram tantas as sugestões de mudança que o presidente do colegiado, Gilson Dipp, disse que nenhum tabu ficou de fora. Mas será a partir de agora, com a busca do consenso político, que a quebra de tabus se tornará o verdadeiro adversário do anteprojeto.
Integrantes da comissão entregarão na quarta-feira da semana que vem o texto de 300 páginas ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A proposta então poderá ser formalmente discutida pelos parlamentares. Segundo eles, entre as sugestões propostas, a maior batalha será senadores e depois deputados aprovarem mudanças na legislação dos temas considerados religiosos, como o aumento de hipóteses em que o aborto deixa de ser crime.
Pela proposta, uma gestante de até 12 semanas poderá interromper a gravidez desde que um médico ou um psicólogo ateste que a mulher não tem condições de arcar com a maternidade. Atualmente, a prática é crime, exceto nas hipóteses em que a gravidez acarreta risco para a vida da mãe ou é resultado de estupro.
Mas até quem não é da bancada religiosa tem suas restrições à inovação. "Sou totalmente contra interromper uma gravidez por essas razões. Se ela não tem condições sociais para ter um filho, ela tem é de se cuidar", afirmou o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), que é médico obstetra.
A comissão também se envolveu em outras polêmicas. Propôs criar o crime de enriquecimento ilícito nos casos de servidores ou autoridades públicas que não conseguirem comprovar a origem de determinado bem ou valor. Também sugeriu que a cópia de um CD de música ou de um livro didático para uso pessoal, sem qualquer objetivo de lucro, deixe de ser considerado crime de violação de direito autoral.
O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), afirmou que a tradição da Casa é votar em bloco as propostas de reforma de códigos. Dessa forma, o texto não é fatiado por assuntos, mas acaba tendo tramitação mais demorada por falta de acordo sobre temas diversos. Como exemplo, a comissão de reforma do Código de Processo Civil aprovou em junho de 2010 seu texto final e a proposta está ainda em tramitação na Câmara dos Deputados.
Eleições. O tucano admite que neste ano a discussão da proposta de reforma do Código Penal será ainda mais complicada por causa das eleições municipais, quando o Congresso entra em recesso branco e temas sensíveis são deixados de lado para não contaminarem a disputa. "Há temas que são perigosos em ano eleitoral. Creio que neste ano vai ser difícil", afirmou.
Os 23 principais tópicos:
1. Aborto
No caso do aborto, são sugeridas a diminuição das penas e o aumento nas hipóteses de descriminalização. A principal inovação é que a gestante de até 12 semanas poderá interromper a gravidez desde que um médico ou psicólogo ateste que a mulher não tem condições de arcar com a maternidade
2. Ortotanásia
Deixa de ser um homicídio comum, com pena máxima de 20 anos para até 4 anos de prisão. A prática não será considerada crime quando o agente deixa de fazer uso de meios artificiais para manter a vida do paciente, a doença é grave e for irreversível, atestada por dois médicos, com consentimento do paciente ou da família.
3. Enriquecimento ilícito
Servidores públicos e agentes políticos dos três Poderes que não conseguirem comprovar a origem de um determinado bem ou valor poderão ser presos por até cinco anos. O Estado poderá se apossar do bem de origem duvidosa. Atualmente, ter patrimônio a descoberto não é crime por si só.
4. Jogo do bicho
A prática deixaria de ser contravenção, delito de menor potencial ofensivo, para se tornar crime, com pena de até 2 anos de prisão. Ao contrário do que ocorre hoje, os apostadores não estariam sujeitos a penas.
5. Furto
Uma pessoa que devolva um bem furtado pode ter a pena contra si extinta. A vítima tem de concordar expressamente com a restituição do produto, antes ou no curso do processo. A anistia valeria também para os reincidentes na prática.
6. Progressão de regime
Dificulta a progressão de regime para quem tenha sido condenado ao praticar crimes de forma violenta, sob grave ameaça, ou que tenham acarretado grave lesão social.
7. Abuso de autoridade
O servidor público poderá ser punido com até 5 anos de prisão. Pela lei atual, de 1965, a pena máxima é de 6 meses de prisão. Foi mantida a previsão para a pena de demissão para quem tenha praticado a conduta.
8. Crimes hediondos
Embora tenha excluído a corrupção do rol de crimes hediondos, o colegiado acrescentou outros sete delitos ao atual rol: redução análoga à escravidão, tortura, terrorismo, financiamento ao tráfico de drogas, tráfico de pessoas, crimes contra a humanidade e racismo. Os crimes hediondos são considerados inafiançáveis e não suscetíveis de serem perdoados pela Justiça, tendo regimes de cumprimento de pena mais rigorosos que os demais crimes.
9. Crime de terrorismo
Foi sugerida a criação do tipo penal específico para crimes ligados ao terrorismo, com pena de 8 a 15 anos de prisão. A proposta prevê ainda revogação da Lei de Segurança Nacional, de 1983, usada atualmente para enquadrar práticas terroristas. A conduta não será considerada crime se tiver sido cometida por movimentos sociais e reivindicatórios.
10. Bebida a menores
De acordo com a nova proposta, passaria a ser considerado crime vender ou simplesmente oferecer bebidas alcoólicas a menores, ressalvadas as situações em que a pessoa seja do convívio dele.
11. Anistia a índios
Teriam redução de pena ou simplesmente seriam anistiados os índios que praticarem crimes de acordo com suas crenças, costumes e tradições. A previsão só valerá para situações em que haja um reconhecimento de que o ato não viole tratados reconhecidos internacionalmente pelo País e ficará a critério da decisão do juiz. O oferecimento de bebida a índios dentro das tribos passaria a ser crime, com pena de até 4 anos de prisão.

12. Organização criminosa
Cria o tipo penal, com penas de até 10 anos de prisão. Hoje, por inexistência de previsão legal, a conduta é enquadrada em formação de quadrilha, com pena máxima de 3 anos.
13. Máquina eleitoral
Poderá ser punido com pena de até 5 anos de prisão o candidato que tenha se beneficiado pelo uso da máquina pública durante o período eleitoral. Hoje, a pena é de 6 meses. O colegiado enxugou de 85 para apenas 14 os tipos de crimes existentes no Código Eleitoral. Entre as sugestões, estão o aumento de pena para crimes eleitorais graves, como a compra de votos e a coação de eleitores, e a descriminalização de algumas condutas, como a boca de urna.
14. Empresas criminosas
Uma empresa pode ser até fechada, caso tenha cometido um crime. Ela responderá a processo se tiver cometido crimes contra a economia popular, contra a ordem econômica e contra a administração pública, que é o caso de corrupção. Atualmente, há previsão na Constituição para esse tipo de sanção penal, mas na prática apenas as que atuam na área ambiental estão sujeitas a penalização.
15. Informação privilegiada
Cria o tipo penal para quem se vale de uma informação reservada de uma empresa que potencialmente pode aumentar as ações dela, tem a obrigação de não a revelar ao mercado, mas a utiliza para obter privilégios.
16. Cópia de CD
Deixaria de responder a processo por "violação do direito autoral" quem fizer uma cópia integral de uma obra para uso pessoal, desde que não tenha objetivo de lucro. Ou seja, copiar um CD de música ou um livro didático para uso próprio deixaria de ser crime. Atualmente, a pena para os condenados pela conduta pode chegar a até 4 anos.
17. Meio ambiente
Seria aumentada de 1 ano para 3 anos a pena máxima para quem tenha sido condenado por realizar obra ou serviço potencialmente poluidor sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes.
18. Abuso de animais
Passaria a ser crime abandonar animais, com pena de até 4 anos de prisão e multa. Foi aumentada a pena para quem tenha cometido abuso ou maus tratos a animais domésticos, domesticados ou silvestres, nativos ou exóticos. A pena subiria de 3 meses a 1 ano de prisão para 1 ano a 4 anos.
19. Discriminação
Aumentariam as situações em que uma pessoa pode responder na Justiça por discriminar outra. Pelo texto, poderá ser processado quem praticar discriminação ou preconceito por motivo de gênero, identidade ou orientação sexual e em razão da procedência regional. Pela legislação atual, só podem responder a processo judicial quem discrimina o outro por causa da raça, da cor, da etnia, da religião ou da procedência nacional. Os crimes continuariam sendo imprescritíveis, inafiançáveis e não sujeitos a perdão judicial ou indulto. A pena seria a mesma de atualmente, de até 5 anos de prisão.
20. Embriaguez ao volante
Foi retirado qualquer obstáculo legal para comprovar que um motorista está dirigindo embriagado. Passaria a ser crime dirigir sob efeito de álcool, bastando como prova o testemunho de terceiros, filmagens, fotografias ou exame clínico.
21. Drogas sem crime
Pela proposta, deixaria de ser crime portar drogas para consumo próprio. Não haveria crime se um cidadão for flagrado pela polícia consumindo entorpecentes. Atualmente, a conduta é considerada crime, mas sujeita apenas à aplicação de penas alternativas. Mas há uma ressalva para a inovação: consumir drogas em locais onde haja a presença de crianças e adolescentes continua sendo crime. A venda - de qualquer quantidade que seja - é crime. O plantio - se for para consumo próprio - não seria mais considerado crime.
22. Delação premiada
O delator poderia ter redução de pena e até ficar livre da prisão caso colabore com a Justiça.
23. Crimes cibernéticos
Cria o tipo penal para tipificar crimes contra a inviolabilidade do sistema informático, ou seja, aqueles cometidos mediante uso de computadores ou redes de internet, deixando de serem considerados crimes comuns. Passaria a ser crime o mero acesso não autorizado a um sistema informatizado.

15 minutos de poder

Certa vez um anjo aprendiz perguntou para o seu mentor:
- O que aconteceria se as pessoas tivessem o mesmo poder que nós?
- Depende, anjinho.
- Depende do quê, mestre?
- Venha, vou-lhe mostrar.
O anjo mais experiente levou o novato à uma área rural, procurou dois lavradores pobres que fossem vizinhos e disse:
- Está vendo aqueles dois pobres lavradores? Pois, bem, vou dar 15 minutos do nosso poder para cada um deles. Vamos ver o que acontece.
E assim se fez.
Casualmente, um bando de pássaros famintos começou a voar para lá. Um dos lavradores disse:
- Por favor, passarinhos, ainda não! Deixa primeiro eu colher a minha plantação, daí, sim, vocês podem vir e comer à vontade. Vai sobrar muita comida pra vocês.
Então, como num passe de mágica, seu milho amadureceu em segundos, debulhou-se e ensacou-se sozinho e os passarinhos desceram e começaram a comer as sobras da colheita. Assustado, ele correu pra casa. Contou tudo para a mulher.
- Foi um milagre, disse ela, agora podemos reformar a nossa casinha, que está quase caindo de tão velha.
- Sim, meu amor, vamos reformar a nossa casa.
Então, novamente, como num passe de mágica, sua casa velha reformou-se numa belíssima casa de campo.
Minutos depois ele ouviu alguém pedir socorro:
- Cumpadre, me ajude, pelamor de Deus.
- O que foi, cumpadre? O que está acontecendo?
- Eu não sei, cumpadre, tudo que eu falo acontece.
- Eu também, cumpadre, isso não é maravilhoso?
- Maravilhoso coisa nenhuma, cumpadre. Um bando de pássaros famintos tava vindo em minha direção e eu disse: “Bicharada desgraçada. Vocês de novo, atacando a minha lavoura? Tomara que seque tudo e vocês morram de fome!” Naquele exato momento minha lavoura secou-se diante dos meus olhos e os pássaros morreram.
Corri pra casa, assustado, contei pra mulher, que disse que isso é coisa de olho-gordo. Eu perguntei: “Olho-gordo porquê, muié, a gente é tão pobre. Olhe a nossa casa. Tá caindo aos pedaços. Tenho vontade de meter fogo em tudo isso e procurar emprego na cidade grande”. De repente, cumpadre, a casa incendiou sozinha. Queimou tudo, cumpadre. Quase queimou a gente dentro. Ô, cumpadre, será que a gente podia vir morar aqui com vocês, até conseguir reconstruir nosso barraco?
- Claro, cumpadre, pode ficar aqui o tempo que precisar. A casa agora tá grande!
- É mesmo, cumpadre, não sabia que ocê tinha reformado a sua casa. Ficou bonita! Quando foi?

Ninguém fala, e acontece.
De que se queixa, pois, o homem vivente?
Queixe-se cada um dos seus pecados.
Lamentações 3.37-39

quarta-feira, julho 25, 2012

terça-feira, julho 24, 2012

sábado, julho 07, 2012


                         Foi dada a largada


Desde a última sexta-feira a campanha  eleitoral  está liberada. Para os candidatos é a hora de correr atrás dos votos e tentar apresentar suas propostas ao eleitorado.

Acompanho  sempre que posso a participação dos candidatos majoritários na  mídia. Vejo, leio e ouço o que pensa cada um para a cidade de Rio Branco. Cada um com suas propostas e soluções para alguns problemas cruciais que temos em nossa capital.

O vencedor da eleição não pode em hipótese alguma, após o pleito, argumentar que a prefeitura de Rio Branco  trabalha no limite e que tem um orçamento de cerca de 450 milhões. É um verdadeiro abacaxi. Quem vencer, terá que cortar a própria carne para administrar o município.

Rio Branco tem sérios problemas. Saneamento precário, abastecimento d’água,ruas que parecem varadouros, trânsito caótico, enfim,  será um verdadeiro desafio para o futuro prefeito.


Desejo boa sorte a todos.



STF acata decisão liminar do 1º grau, e tira da internet folhas de pagamento 

Jornal do BrasilLuiz Orlando Carneiro, Brasília 
A Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal divulgou nota, no início da noite desta sexta-feira, nos seguintes termos: “Ao contrário do que foi noticiado por respeitável órgão de imprensa, o Supremo Tribunal Federal esclarece que não descumpriu qualquer decisão judicial de suspensão de divulgação de folhas de pagamento de pessoal na sua página oficial da internet, devido a que este órgão somente foi comunicado da referida decisão judicial às 17h 33m deste dia 6 de julho de 2012, dando então imediato cumprimento à ordem judicial”.
No site do STF, no link “Consulta remuneração”, na “Central do cidadão”, lê-se agora: Consulta retirada do ar por determinação judicial”.
O cumprimento pelo STF de uma decisão judicial da primeira instância é bem incomum. No caso, foi provocada pelo juiz Francisco Neves da Cunha, da 22ª Vara Federal de Brasília que, em despacho provisório, suspendeu a divulgação dos salários dos servidores públicos pelainternet, prevista na Lei de Acesso à Informação.
Numa primeira decisão, ele determinou que a União se abstenha de realizar novas divulgações dos rendimentos dos servidores públicos federais dos três Poderes da República, de forma individualizada, até a sua decisão final. Cunha afirmou que a Lei de Acesso à Informação, “em nenhum de seus comandos, determinou fossem divulgados à sociedade, à guisa de transparência, dados referentes à remuneração dos agentes públicos”.
Numa segunda decisão, novamente provocado pela CSPB (Confederação dos Servidores Públicos Federais), o juiz federal estendeu os efeitos da medida aos servidores cujos dados já haviam sido divulgados no Portal da Transparência.
A Advocacia-Geral da União já recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, a fim de tentar derrubar a decisão do juiz da primeira instância. O jornal Correio Braziliense tinha publicado nota na sua primeira página, na edição desta sexta-feira, sob o título Supremo ignora juiz e divulga salários.  

Jefferson diz que é hora de virar a página do mensalão
Gustavo Porto e Francisco Carlos de Assis
O presidente nacional do PTB e pivô das denúncias do escândalo de compra de votos de parlamentares, conhecido como mensalão, o ex-deputado federal Roberto Jefferson afirmou à Agência Estado que "está na hora de se julgar o caso e de virar essa página da história", numa referência ao início do julgamento do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), previsto para começar no dia 2 de agosto.
André Dusek/AE - O presidente do PTB Roberto JeffersonFumando um charuto no bar de um hotel de luxo na capital paulista, o ex-deputado disse estar sereno com o processo e pediu que os ministros do STF "não se contaminem pelo sentimento político" criado pela aproximação do término do processo na justiça. O presidente do PTB disse que pelo que ouviu dos políticos, o julgamento será jurídico.
Jefferson estava no mesmo hotel onde o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reuniu-se com empresários na tarde desta sexta-feira, 6, na capital paulista, mas disse que não conversou com o ministro.
Sobre as eleições de São Paulo, Jefferson comemorou a aliança de seu partido com o PRB, do deputado Celso Russomanno, com a indicação de seu correligionário, o presidente licenciado da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D''Urso. "A aliança é boa, pois criou-se uma alternativa à dicotomia de ou PSDB ou ou PT", disse. "Chega dessa polarização que afeta o Brasil", concluiu o deputado, que diz seguir fazendo viagens políticas pelo Brasil.

segunda-feira, julho 02, 2012


   
                                       Dez anos de Gazeta Alerta



Parece que foi ontem, mas dez anos se passaram rapidamente. Lembro que subi as escadas que dão acesso a sala do diretor geral Raimundo Martins e mantivemos as primeiras conversas a respeito da possibilidade da TV Gazeta me convidar para apresentar um programa que seria uma mistura de reportagens policiais, comunidade, dia a dia, enfim, o factual.
Confesso que nunca tive a idéia de sair do rádio e ir para a televisão, onde muitos consideram o ápice da carreira jornalística devido a visibilidade que o profissional alcança.
Entre a primeira conversa e o primeiro programa  foram três meses. Dois pilotos foram feitos(assim é que se chama o treino em televisão)e fui  responsável pela missão de ser o apresentador do programa. Suando em  bicas e sem prática, fiz do jeito que deu. Deveria ter feito melhor. Me lembro bem que era um período de Copa do Mundo e o Brasil foi campeão.
A partir daí, as chamadas dicas começam a ser dadas pela produção, principalmente no que diz respeito ao enquadramento.
Conversar com  duas  ou três câmeras em um estúdio como se fossem pessoas é coisa de doido e a gente finda se acostumando com isso, se tornando algo totalmente normal.
No início todo cuidado é pouco. Chega-se cedo, checa textos, imagens, conversa com a editoria, etc. Depois a prática lhe ensina a ser mais rápido, preciso, cirúrgico.
São dez anos de muito sucesso. Dez anos de mais de 80% de audiência. Dez anos de premiação e as vezes de muita aporrinhação.
O Gazeta Alerta é a saída para  muitas pessoas que não são ouvidas ou que não tem suas reivindicações atendidas pelo poder público. A frase EU VOU DENUNCIAR NO GAZETA ALERTA  é bem conhecida pelos maus gestores.
Sinceramente, se tem algo  profissional que tenho satisfação e gosto de fazer , é televisão. O Gazeta alerta é uma espécie de filho que  ajudei a fazer com o auxílio de várias mãos.
Por falar em mãos, o programa precisa muito delas para ir ao ar.É um trabalho de equipe, de empenho, de superação que começa com a pauta  e termina no momento em que o programa vai ao ar e todos os profissionais envolvidos estão almoçando a comida feita pela dona Antônia.
Muitos colegas já integraram a equipe. Me lembro da jornalista Paula Costa. As vezes irritada, reclamona, mas acima de tudo profissional. Com ela o Gazeta Alerta viveu bons momentos. A Paula hoje é uma empresária bem sucedida, segundo fiquei  sabendo.
A minha primeira editora , Ana Cristina, também deu  sua contribuição com extrema responsabilidade. A Aninha como eu a chamava, era durona e exigente. Jornalista na essência.
Atualmente vivemos uma nova fase e um novo momento. Dez anos já se foram e parece que tudo começou ontem. Temos uma nova equipe. A jornalista e  advogada Glória Silva é quem cuida da editoria. Na produção temos o  acadêmico de jornalismo Jardel Angelim, que todos chamam de o netinho da vovó. É um cara legal e muito risonho. Na reportagem, de forma efetiva temos a Lenilda Cavalcante ,Rose Lima e Jaqueline Teles com seus respectivos cinegrafistas e motoristas.O apoio dos colegas do Gazeta em Manchete também é essencial.
Na edição de imagens a experiente Lucinha é sinônimo de qualidade. Na produção o diretor de imagens André Hoios é quem manda. Lá ele tem o apoio da Marlene Bepler, também antiga na TV, e do sonoplasta Renan Cordovil. O homem do caracteres é novo por lá. Só sei que o cara tem um brinco na  orelha. Nada contra. Se errar com aquelas letrinhas que saem embaixo das reportagens a casa cai.
É um trabalho de equipe. Equipe que deve ser bem afinada. O resultado final de tudo o que é feito nos bastidores é o que as pessoas assistem em casa. Até chegar ao ponto ideal a trabalheira é grande.
O projeto deu certo. O empresário Roberto Moura, que deu o aval, e Raimundo Martins estão de parabéns. O programa importuna, denuncia, reclama, irrita as autoridades que não fazem o dever de casa, é alvo de reclamação por parte dos poderosos, mas há dez anos é a caixa de ressonância dos problemas da comunidade. É a saída para aqueles que não tem  mais a quem recorrer.
Quanto a mim, sou apenas mais uma peça da engrenagem. Engrenagem da noticia. Engrenagem da informação.
A televisão não me enebriou, não me envaideceu. Sou o mesmo cidadão de há dez anos. Mais maduro, mais profissional e com mais responsabilidades. A humildade, talvez seja  a maior virtude para que tudo tenha dado certo. A caminhada da vida é longa.Afinal de contas, estrelismo fica para os grandes astros de Hollywood.
Daqui a pouco estou saindo de casa rumo a TV Gazeta para apresentar o Gazeta Alerta desta segunda-feira. Segunda-feira que tem um sabor todo especial.
Escovinha no cabelo, pó no rosto, paletó bem engomado,sapato engraxado, dois microfones ligados, ponto no ouvido(para falar com a produção) e aí começa tudo de novo.
- Edvaldo já vamos entrar no ar. Te liga! Atenção!
A partir daí entra aquela voz que diz: Está no ar o Gazeta Alerta com Edvaldo Souza.
Pronto! É mais um dia de trabalho, agitação, irritação,pressão arterial as vezes alta, de comentários duros.
Já estamos no ar.É mais um dia que não almoço com minha família. Já são dez anos.

domingo, julho 01, 2012



Centenas de pessoas participam do lançamento da candidatura de Messias Ribeiro.


O ex-prefeito e delegado de policia Messias Ribeiro fez o lançamento de sua candidatura a prefeito de Brasiléia no sábado contando com o apoio de vários partidos que integram a coligação Brasiléia pode mais,renovar para trabalhar.
Sempre acompanhado de seu vice, vereador Lacerda(PC do B), Messias Ribeiro deu uma demonstração de força e prestígio político ao ser aplaudido por centenas de pessoas ( mais de 400) que se fizeram presentes ao ato político realizado na sede do diretório municipal do partido social democrata cristão.
Os deputados Edvaldo Souza(PSDC), um dos artífices da candidatura, e Eduardo Farias(PC do B) prestigiaram o lançamento da candidatura tida em Brasiléia como uma terceira via e totalmente descolada de qualquer projeto político.
“Queremos fazer diferente, criando oportunidade  para que os mais pobres sejam incluídos dentro do projeto social que desenvolveremos. Chega de atraso e de mentira, disse Messias Ribeiro. Brasiléia tem que trilhar o caminho do desenvolvimento  e o primeiro passo e criar mecanismos  de ajudar os nossos empresários, que geram emprego e renda neste município, garantiu Messias”.
O deputado estadual Edvaldo Souza, PSDC, mais uma vez demonstrou a sua popularidade sendo bastante cumprimentado pelas pessoas que estavam participando do evento.
“A hora é de mudança na forma de gestão. Oportunidades devem ser criadas para a comunidade. Brasiléia precisa sair da estagnação em que vive, afirmou o parlamentar, que foi bastante aplaudido durante o lançamento da candidatura. Edvaldo Souza mais uma vez afirmou que Messias Ribeiro e Lacerda representam a terceira via na política do Alto Acre. Essa candidatura não tem amarras e nem pré-acordos, ressaltou o parlamentar”.
Representantes de famílias tradicionais do município, produtores rurais, e a comunidade evangélica garantiram apoio aos candidatos.
A coligação Brasiléia Pode mais, também fez a apresentação dos candidatos a vereador, quase todos oriundos do movimento social.
Messias Ribeiro e Lacerda a partir de agora devem visitar todas as famílias de Brasiléia na zona urbana e na zona rural.


Fonte: Assessoria