sexta-feira, novembro 29, 2013

É a minha opinião



“A Aleac deveria fazer sessão solene para os moradores da periferia”, diz Edvaldo Souza

Gleydison Meireles – da redação ac24horas ggreyck@gmail.com

Ruas esburacadas, esgoto a céu aberto, lama, poeira e violência, essa é a realidade de milhares de moradores das periferias de Rio Branco, e foi com base nesses argumentos que o deputado e jornalista Edvaldo Souza (PSDC) foi enfático em dizer que “a Aleac deveria realizar sessão solene para os moradores da periferia”.
A crítica do parlamentar é por conta de uma sessão solene que acontece nesta sexta-feira (29), no plenário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), alusiva ao Dia Mundial de Solidariedade ao Povo Palestino.
Souza fez questão de afirmar que não é contra o povo palestino, mas que os parlamentares acreanos deveriam priorizar as comunidades carentes do Estado.
“Não tenho nada contra aos palestinos, mas temos outras prioridades, temos milhares de famílias nas periferias de Rio Branco que não tem saneamento básico, ruas asfaltadas e nem comida, além de conviverem diariamente com a violência. Temos que priorizar o nosso povo”, justificou o parlamentar.

                       Reportagens com a população carente

Tenho andado muito pela periferia. Vejo problemas, ouço a população e busco alternativas para que o Estado melhore as condições de vida dessas pessoas.

Essa semana encontrei uma família que perdeu tudo o que tinha em um incêndio. Com cinco netos para  criar e vivendo de favor na casa de um filho desempregado a mãe de família era só desolação e tristeza.

Fiz uma reportagem e graças a Deus a comunidade ouviu e viu nosso apelo. Já foram várias as doações recebidas pela família.

Veja a reportagem.


quinta-feira, novembro 28, 2013

Ministério Público pede cassação de 13 deputados que trocaram de partido

28/11/2013 - 19h48
André Richter
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) entrou hoje (28) com ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cassar o mandato de 13 deputados federais que trocaram de partido sem justa causa. Em todos os casos, os deputados não cumpriram as regras definidas pelo tribunal para as situações de fidelidade partidária.
De acordo com resolução do TSE, aprovada em 2007, um político precisa comprovar justa causa para sair do partido pelo qual foi eleito para não perder o mandato por infidelidade partidária. No texto, o tribunal decidiu que o parlamentar pode trocar de legenda somente
nos casos de incorporação ou fusão de partido, criação de legenda, mudança substancial do programa partidário e grave discriminação pessoal.
 
O Ministério Público Eleitoral entrou com ações contra os seguintes parlamentares: José Humberto e Stefano Aguiar, de Minas Gerais; Dr. Paulo César, Deley e Alfredo Sirkis, do Rio de Janeiro; Walter Feldman e Beto Mansur, de São Paulo; Luiz Nishimori, do Paraná; Silvio Costa, de Pernambuco; Wilson Filho, da Paraíba; Paulo Henrique Lustosa, do Ceará; Francisco Evangelista, de Roraima; e Cesar Halum, do Tocantins.

Segundo o vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, os parlamentares quebraram relação de confiança com o eleitor ao trocar de partido. “O eleitor confere a representação ao parlamentar vinculado a certo partido, que encarna o ideário em que se pretende avançar na disputa pelo poder político. A infidelidade quebra essa relação de confiança e permite à sociedade que reivindique o mandato”, disse Aragão.
Edição: Nádia Franco

quarta-feira, novembro 27, 2013

                           Não se enganem com a Chapinha

As eleições só acontecem no próximo ano, mas o clima que se apresenta vai de  nublado a parcialmente nublado com possibilidades de trovoadas no decorrer do período.

São muitas as declarações de um lado e de outro. Umas um tanto quanto verdadeiras, outras, apenas jogo para a platéia.

Porém, o destaque que se verifica no momento político atual é a formação da tal chapinha que nada mais é do que a união dos partidos chamados de nanicos tendo como objetivo eleger um deputado federal.

Se os partidos pequenos estão corretos ou não, não se sabe. Na política existe a busca constante por espaços em todos os níveis. 

Tratar a formação da chapinha para Federal com desdém também não é um bom negócio. Essa  chapa no mínimo decidirá as eleições para Governador, que nos últimos anos tem sido decidida em cima de percentuais considerados mínimos.

Na verdade, os partidos pequenos  por meio de seus dirigentes, não afirmam a  ninguém, mas exigem acima de tudo respeito, consideração, lealdade e divisão de Poder.

O que não pode é qualquer árvore que começa a crescer, enfolhar e que pode dar frutos  ser podada sem pena e sem dó.


terça-feira, novembro 26, 2013

Deu no site Agazeta.net

Edvaldo pede saneamento para conjunto habitacional

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Deputado protocolou indicação a ser encaminhada ao Depasa
Deputado Estadual Edvaldo Souza tem feito visitas todos os  dias aos bairros mais distantes do centro da cidade. Desta feita , o parlamentar foi convidado pelos moradores do Conjunto Residencial Mutambo para verificar de perto as condições precárias dos sistema de esgoto do conjunto.
“A situação é grave", disse Edvaldo Souza ao ver uma miniestação de tratamento de esgoto completamente abandonada e sem funcionar. De acordo com o parlamentar, os dejetos provenientes das casas estão indo para o meio da rua e depois são carreados para dentro de uma área  de vegetação onde próximo fica um açude.
Edvaldo Souza se mostrou muito preocupado com a situação dos moradores que estão convivendo com esgoto a céu  aberto, mato, descaso e abandono.
Na sessão desta terça-feira, 26, o parlamentar protocolou indicação à Mesa Diretora da casa que será encaminhada ao Depasa para que providências sejam tomadas.
"O que vi é muito sério. Sem saneamento básico não temos saúde", enfatizou Edvaldo Souza
                           Visita ao Montanhês e Caladinho







Sempre que posso me desloco para os bairros periféricos. Gosto do contato com o povo mais humilde, sofrido, as vezes humilhado, mas sempre cheio de esperança por dias melhores.

Fui ao Montanhês e ao Caladinho, bairros que ficam colados, verificar o andamento dos serviços feitos pela Emurb atendendo a uma reivindicação feita por mim junto ao prefeito Marcos Alexandre.

Pude acompanhar o andamento dos trabalhos, conversar com os trabalhadores da obra e ainda bater um papo com alguns moradores.

Essas obras são o pontapé inicial da infraestrutura do Caladinho. Os canos estão sendo colocados para que o bairro possa ter rede de esgoto. Além disso o trabalho de abertura de ruas está sendo feito.

Na parte mais alta do Caladinho o caso é mais complicado e vai exigir  presença de engenheiros e topógrafos, uma vez que algumas casas são localizadas exatamente no local onde deveria passar as ruas.


Trabalho para o pessoal da área social. Necessário se faz também a consciência e o entendimento dos moradores.

Deu no AC24horas


Edvaldo Souza quer melhorias para os moradores do conjunto Mutambo



Deputado Estadual Edvaldo Souza tem feito visitas todos os  dias aos bairros mais distantes do centro da cidade. Desta feita , o parlamentar foi convidado pelos moradores do conjunto residencial Mutambo para verificar de perto as condições precárias dos sistema de esgoto do conjunto.
“A situação é grave disse Edvaldo Souza ao vê uma mini-estação de tratamento de esgoto completamente abandonada e sem funcionar”. Os dejetos provenientes das casas estão indo para o meio da rua e depois são carreados para dentro de uma área  de vegetação onde próximo fica um açude.
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Edvaldo Souza se mostrou muito preocupado com a situação dos moradores que estão convivendo com esgoto a céu  aberto, mato, descaso e abandono.
Na sessão desta terça-feira o parlamentar protocolou indicação à Mesa Diretora da casa que será encaminhada ao Depasa para que providências sejam tomadas.
O que vi é muito sério. Sem saneamento básico não temos saúde, enfatizou Edvaldo Souza e providências urgentes devem ser tomadas.

domingo, novembro 24, 2013

Edvaldo Souza participa de audiência pública sobre regularização fundiária no Montanhês e Jorge Lavocat

Deputado estadual com o maior número de votos em Rio Branco, Edvaldo Souza, PSDC, tem focado o seu mandato em ações voltadas para as comunidades mais carentes. Um dos pontos bastante debatidos pelo parlamentar tem sido a questão da regularização fundiária de bairros que tiveram como origem ocupações irregulares.

O parlamentar foi o primeiro deputado a se preocupar com a questão quando fez uma propositura ao governo do Estado para regularização do Caladinho, onde hoje todos os moradores tem título definitivo de seus terrenos.

Edvaldo Souza continuou o seu trabalho em outros bairros. A proposta de regularização fundiária dos bairros Montanhês, Jorge Lavocat e Wanderley Dantas também é de sua autoria.
Neste sábado em  audiência pública promovida pelo Iteracre, Cohab e Secretaria de urbanismo o parlamentar se fez presente e mais um vez  defendeu os interesses dos moradores que ocupam lotes em situação irregular.

“ Eu não defendo a irregularidade. O que eu defendo é que essas pessoas tenham uma vida digna e melhores condições de moradia. Isso é possível a partir do momento em que o Estado faz a sua parte, enfatizou Edvaldo Souza”.

O parlamentar aproveitou para elogiar as ações desenvolvidas pela Cohab, Iteracre, Procuradoria e demais instituições envolvidas no trabalho.

“Esse trabalho de regularização fundiária é demorado e exige paciência dos moradores. O importante depois de tudo é receberem seus títulos definitivos, o que garante acima de tudo segurança para a família".

A meta é  que os títulos sejam entregues no máximo até o mês de fevereiro do próximo ano.  Um total de 1.200 famílias do bairro Jorge Lavocat e 1.398 famílias do bairro Montanhês serão beneficiadas.


(Assessoria)

quinta-feira, novembro 21, 2013

Deu na Poronga

Figura ímpar

Foto: Regiclay Saady
Foto: Regiclay Saady
Deputado Edvaldo Souza (PSDC) é mesmo um ser humano ímpar. A ponto de se preocupar com os momentos difíceis pelos quais passam até mesmo os adversários políticos.

Ônus

Deu no jornal A gazeta

Edvaldo Souza diz que o Acre pode virar um caos caso se demita 11 mil servidores

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sessão do dia 20.11.2013 008O deputado Edvaldo Souza (PSDC) ressaltou que a decisão do Supremo Tribunal Federal em emitir parecer sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3609) tornará o Acre em um caos.  Segundo ele, 50 mil pessoas devem ser atingidas pela decisão.

“Um assunto que não pode passar batido se trata exatamente da ADI 3609. Essa decisão do Supremo atinge 11 mil famílias, trocando em miúdos, são 50 mil pessoas que ficarão desempregadas, o Acre virará um caos”, frisa o parlamentar.

Ele citou, ainda, que 73 mil famílias no Estado dependem do Programa Bolsa Família, sendo que o Acre tem uma economia baseada no contracheque. Argumentou, também, que foi informado que um advogado da Procuradoria Geral do Estado (PGE) está em Brasília para acompanhar o caso.

Edvaldo Souza reconheceu que esta luta foi encampada pelo deputado Moisés Diniz (PCdoB) e pediu que a Aleac tivesse uma ‘sensibilidade maior’ com o caso. “Essa bandeira foi encampada pelo colega Moisés Diniz, para que os servidores não possam ser demitidos. Não sou de roubar a cena de ninguém”.

O parlamentar finalizou o seu pronunciamento reafirmando sua luta na defesa da regularização fundiária. Relatou que no próximo sábado, 23, na Escola Estadual Pedro Martinello, acontece uma reunião com órgãos ligados a área fundiária para definir as metas de regularização dos bairros Tancredo Neves, Montanhês e Jorge Lavocat. (Foto: Cedida)

Deu no jornal A Tribuna

Edvaldo sugere que colegas analisem LDO antes instalar CPI

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21/11/2013 - 07:42:27
O deputado Edvaldo Souza (PSDC) afirmou durante pronunciamento na tribuna na sessão desta quarta-feira, 20, que o deputado Major Rocha (PSDB) está correto ao propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a verba que o governador Tião Viana (PT) destina à empresa responsável pelo marketing do Governo do Estado.  O parlamentar apenas sugeriu que o oposicionista aguarde o documento referente à Lei de Diretrizes Orçamentárias do Estado (LDO) chegar a Assembleia Legislativa para apreciação dos deputados. A intenção de Edvaldo Souza é “analisar” a peça orçamentária antes de tomar qualquer decisão sobre o assunto.

“Concordo com a iniciativa do deputado Major Rocha de investigar melhor a verba que o governo destina à empresa responsável pelo seu marketing, mas acredito que deveríamos esperar a peça orçamentária chegar a esta Casa para podermos analisar melhor a distribuição das verbas. Essa seria a decisão mais sensata a se tomar antes de cobrarmos explicações da empresa que cuida da mídia do governo”, disse.

Votação da ADI 3609

O deputado fez ainda um apelo aos parlamentares solicitando a discussão em plenário da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3609, na qual o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a Emenda à Constituição do Estado do Acre nº 38, de 05 de julho de 2005, que efetivou mais de 11 mil servidores públicos admitidos sem concurso até dezembro de 1994.

Edvaldo Souza alertou para os caos que poderá se instalar no Estado do Acre caso a decisão da Justiça seja contrária. “Hoje sai uma decisão sobre os aspectos modulatórios que deverão ser tomados pelo STF em relação aos servidores que foram contratados sem concurso público até 1994, Se a decisão da Justiça for contrária será um caos neste Estado, já que 11 mil pais de famílias ficarão desempregados”, disse.

Segundo o parlamentar, o debate deve ser ampliado no plenário no sentido de resolver o impasse. “Esse assunto é de importância fundamental para estes servidores que podem ser demitidos. Estamos falando de 11 mil servidores, estamos falando do destino de 73 mil famílias acreanas, por isso faço esse apelo aos meus colegas parlamentares para debatermos mais vezes este assunto na tribuna levando em consideração a gravidade do caso”, complementou.

O deputado informou ainda que o procurador Roberto Ferreira, chefe do escritório da PGE em Brasília, irá acompanhar a votação. “Roberto é quem vai acompanhar a sessão no STF, ele irá dialogar com os ministros e nos manter informados. Espero que tudo dê certo, estamos torcendo por um desfecho positivo pelo bem do nosso Estado e da nossa população”, disse.

Edvaldo Souza ressaltou também o empenho do deputado Moisés Diniz (PCdoB) que, segundo ele, foi quem levantou a bandeira desde o início dessa discussão. “Essa bandeira foi levantada pelo deputado Moisés Diniz que desde o início tem debatido o assunto nesta tribuna e nos quatro cantos desta cidade. Hoje estou sendo apenas um interlocutor nesta tribuna, pois a situação é delicada e preocupante”, afirmou.

quarta-feira, novembro 20, 2013

Deu no site Contilnet

"Se tivermos uma decisão contrária será um caos", diz Edvaldo sobre ADI dos servidores

  
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Deputado Edvaldo Souza

O deputado Edvaldo Souza (PSDB) foi dos poucos parlamentares que usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) na manhã de quarta-feira (20) para falar da expectativa pela votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3609, que trata sobre a demissão dos 11 mil servidores acreanos.
Souza afirmou que se a decisão for contrária aos interesses dos acreanos, será um caos para o estado. “Já temos um nível de desemprego muito grande; se esta votação for contrária aos acreanos, será um desastre”, declarou.
O parlamentar afirmou que o Acre não suporta mais um número tão grande de desempregados.
“Já temos 73 mil famílias que vivem apenas de Bolsa Família. É desesperador imaginar mais desempregados”, disse.
Edvaldo afirmou que está torcendo para que a decisão seja favorável aos acreanos. A modulação foi proposta pelo ministro Dias Toffoli, relator da ADI, através da qual a Procuradoria- Geral da República impugnou a efetivação desses servidores.
O ministro propôs modular os efeitos da decisão, para que somente tenham eficácia a partir de 12 meses contatos da data da publicação da ata de julgamento, tempo que o Acre teria para preencher o quadro com servidores concursados.
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Senado aprova minirreforma eleitoral; texto vai a sanção presidencial


Do UOL, em Brasília

  • Lia de Paula/Agência Senado
    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), conduz sessão deliberativa sobre a minirreforma eleitoral
    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), conduz sessão deliberativa sobre a minirreforma eleitoral
O plenário do Senado aprovou na tarde desta quarta-feira (20), em votação simbólica, a minirreforma eleitoral, com medidas que, de acordo com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), autor da proposta, visam diminuir os custos das campanhas e garantir condições de igualdade na disputa eleitoral entre os candidatos. A matéria segue para sanção presidencial. A ideia é que as medidas já valham para as eleições de 2014.
O projeto de lei 441/13 foi aprovado no Senado em setembro, mas voltou à análise da Casa porque a Câmara fez alterações ao texto do relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO).
O texto aprovado proíbe, em vias públicas, propagandas eleitorais em cavaletes e cartazes. Nas vias públicas, será permitido o uso de bandeiras e de mesas para distribuição de material, contanto que não dificultem o trânsito de pessoas e veículos.Uma delas foi a inclusão da proibição de uso de bonecos gigantes, comuns em época de eleição. Os deputados mantiveram na minirreforma a proibição de propagandas como cartazes, placas, muros pintados em bens particulares. Mas ficam permitidos adesivos com tamanho máximo de 40 por 50 centímetros.

Os senadores decidiram recolocar no texto alguns itens retirados pelos deputados, entre eles o que trata do limite de contratação de cabos eleitorais. Agora, a contratação de cabos eleitorais fica limitada a 1% do eleitorado em municípios com até 30 mil eleitores. Acima disso,  será possível contratar uma pessoa a cada mil eleitores a mais.
Em plenário, Raupp apresentou duas modificações à versão aprovada anteriormente pelos senadores na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Ele retirou a autorização para concessionário ou permissionário de serviço público fazer doação de campanha, desde que não seja o responsável direto pela doação. Também foi suprimido trecho que liberava a doação de associações sem fins lucrativos que não recebam recursos públicos.A proibição já era prevista na lei 9.504/1997.
O senador Romero Jucá (PMDB-RN), autor do projeto, declarou que houve uma "má interpretação" desse dispositivo. 
"A jurisprudência diz que empresa que é sócia de concessionária, a empresa não pode doar e a concessionária não pode. Mas houve uma má interpretação de que nós estávamos liberando concessionárias para doar. Então para não haver má interpretação, nós não vamos botar nada e a jurisprudência do tribunal é que vai prevalecer nessas questões", explicou Jucá.
Vários senadores criticaram que a minirreforma deixou de fora pontos importantes como o financiamento público exclusivo de campanha. Outros também levantaram dúvidas sobre a aplicação das novas regras já nas eleições de 2014, já que a lei eleitoral exige um ano de antecedência para mudanças. 
Jucá, no entanto, declarou que as mudanças valem para 2014, porque são regras "administrativas e procedimentais", que não "impactam o direito de cada um disputar a eleição". (Com Agência Senado)

Edvaldo Souza prevê caos se STF decidir pela demissão de servidores contratados sem concurso

Ray Melo, da redação de ac24horas - raymelo.ac@gmail.com
 
O deputado Edvaldo Souza (PSDC) alertou para os caos que poderá se instalar no Estado, caso a Justiça decida modular a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3609, na qual o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a Emenda à  Constituição do Estado do Acre nº 38, de 5 de julho de 2005, que efetivou mais de 11 mil servidores públicos.
“Hoje sai uma decisão sobre os aspectos modulatórios que deverão ser tomados pelo STF, dos servidores que foram contratados sem concurso público até 1994 - acaso tivermos uma decisão contrária será um caos neste estado, já que 11 mil pais de famílias ficarão desempregados”, diz Edivaldo Souza.
O parlamentar destaca que faz o alerta para que o debate seja ampliado para resolver a questão, “que é de importância fundamental para estes servidores que podem ser demitidos. A PGE está com um representante no STF acompanhando tudo que está acontecendo lá”, enfatiza o governista.
Segundo Edvaldo Souza, são 11 mil famílias que podem ir parar no olho da rua. “Isso significa que são quase 50 mil pessoas que podem ser atingidas por está decisão. Está é uma bandeira encampada pelo colega Moisés Diniz, eu estou aqui apenas para alertar para necessidade de debater esta questão com mais ênfase nesta Casa”, finaliza.

terça-feira, novembro 19, 2013

Homicídios derrubam em mais de 1 ano e meio a expectativa de vida dos negros no país

Do UOL, em São Paulo


Na véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado nesta quarta-feira (20), um estudo apresentado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revela o efeito devastador dos homicídios sobre a expectativa de vida dos negros no Brasil. O homem negro perde, na média do país, 1,73 ano de vida --o equivalente a 20 meses-- por causa dos assassinatos. Entre não negros, o índice é de 0,81 ano, menos da metade da perda.
O artigo "Vidas Perdidas e Racismo no Brasil", de Daniel Cerqueira, do Ipea, e de Rodrigo Leandro de Moura, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgado nesta terça-feira (19), toma como base dados do Censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileira de Geografia e Estatística). O estudo mostra que Alagoas é o Estado onde o peso dos homicídios sobre a perda da expectativa de vida entre os negros é maior: chega a 4,08 anos.
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Quilombo Kalunga, em Goiás, é maior território remanescente quilombola do país25 fotos

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18.nov.2013 - Dirani Francisco Maia, 45, posa para foto ao lado da família no Quilombo Kalunga, na comunidade de Vão das Almas, no interior de Goiás, o maior território remanescente quilombola do país. O Brasil possui mais de 2.400 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Cultural Palmares, espalhadas em 24 EstadosLeia mais Valter Campanato/Agência Brasil
Pouco abaixo, estão Espírito Santo e Paraíba, com perdas de 2,97 e 2,81 anos respectivamente. Norte, Nordeste e Centro-Oeste são as regiões em que os homicídios resultam em perdas maiores na expectativa de vida dos negros.
Levando em conta outras mortes violentas, como acidentes com transportes --inclui trem, avião, barco e veículos-- e suicídios, os negros perdem 3,49 anos de expectativa de vida no país, sendo que em Alagoas a perda passa de 6 anos. Mas o efeito dos acidentes é bem menor que os homicídios. Enquanto estes reduzem em 1,73 ano a expectativa de vida dos negros brasileiros, os desastres diminuem 0,97 ano.
Entre os não negros, acontece o inverso. Os acidentes com transporte pesam mais (0,99 ano) que os homicídios (0,81 ano) na redução da expectativa de vida ao nascer. Considerando somente os homicídios, a maior perda para os não negros é verificada no Paraná (1,75 ano). Em Alagoas, Estado com efeitos mais devastadores para os negros, os homicídios reduzem a expectativa de vida dos não negros em apenas 0,29 ano.
"Os resultados trazem à tona uma grande ferida aberta desde a abolição da escravatura, ainda não fechada nos dias atuais", afirmam os autores do artigo.

Mulheres

Entre as mulheres, os efeitos das mortes violentas sobre a expectativa de vida são bem mais baixos. Entre as não negras, esse tipo de causa de mortalidade reduz a expectativa de vida ao nascer em 0,74 ano, com peso maior dos acidentes com transportes (0,28). Os homicídios reduzem a expectativa dessas mulheres em 0,11 ano.
Entre as negras, os homicídios têm um peso maior (0,16 ano), mas o efeito do total das mortes violentas, que incluem acidentes e suicídios, é menor (0,65).
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Entidades protestam contra ordem da PM para abordar "pardos e negros"7 fotos

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Vinte e duas entidades representativas do movimento negro realizaram neste domingo (17) no Parque Taquaral, área nobre de Campinas (93 km de São Paulo), protesto contra uma determinação dada por um capitão da Polícia Militar na cidade para que "pardos e negros" fossem abordados em operações realizadas na região. "A ordem do capitão foi a prova escrita e assinada de que o racismo permeia a democracia brasileira e que sentimos todos os dias na pele", disse Reginaldo Bispo, coordenador nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), que participou do evento Leia mais Eduardo Schiavoni/UOL