sexta-feira, janeiro 31, 2014

        Haitianos fazem manifesto e reivindicam direitos


Existe um ditado que diz que quem muito se abaixa finda mostrando os fundos. É a mais pura verdade. Desde a chegada dos primeiros haitianos ao Acre tenho me colocado de forma contrária as benesses que são oferecidas pelos governos Estadual e Federal.

Alojamento, comida, documentação, encaminhamento para emprego entre outras coisas. Moral da história: o caminho foi aberto e Brasileia hoje vive  um de seus maiores problemas. O fluxo migratório desenfreado pegou a todos de surpresa já que o município não tem estrutura para suportar tanta gente.

Gente ociosa, andarilhos que urinam em praças e muros das casas, que brigam e que exigem direitos que acham inalienáveis.

Os primeiros a chegar  tinham algum nível de Formação. Com a chegada sem controle de haitianos, senegaleses, nigerianos e etc, não se tem nenhum controle de quem se trata, o que fazia, se tem passagem pela polícia, se é foragido, enfim, qual tipo de gente se trata.

O governo do Acre está com um grande abacaxi nas mãos. A Secretaria de Direitos Humanos, antes defensora da causa, já viu  que a equação é de difícil solução.

Na minha modesta opinião: Por aqui já temos problemas demais. Se temos que ajudar, vamos ajudar os nossos pobres que também não tem onde morar, não tem o que comer e também não tem emprego.

Conheço os Tratados internacionais. Mas, não vi a Bolívia, Peru, Chile, Argentina, Paraguai em nenhum momento se preocuparem com a questão.

Acontece que todos sabem que para qualquer estrangeiro se estabelecer no Brasil as facilidades são enormes, inclusive podendo chegar a ministro do Superior Tribunal de justiça.

É o nosso país!

Deputado Edvaldo Souza diz que teme a reinstalação do crime organizado no Acre

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 O deputado Edvaldo Souza (PSDC) disse que os gestores de Segurança Pública precisam agir rápido para conter os índices de violência que têm se instalado no Acre, nos meses de novembro a janeiro deste ano. De acordo com o parlamentar a situação está insustentável. Ele pediu que fosse disponibilizado um maior efetivo e rondas sejam feitas nos bairros.
“Estamos vivendo um momento de violência desenfreada  sem que soluções plausíveis tenham sido apresentadas a sociedade. Esse mês de janeiro tem sido cruel para todos nós e para as famílias que perdem seus entes queridos”, alerta o deputado.
 Edvaldo Souza reconheceu o empenho dos agentes de Segurança Pública, mas destacou que o Estado necessita aparelhar melhor as polícias acrianas para garantir um efetivo desempenho nas ações para desse modo reduzir os números da criminalidade.
 O deputado disse, ainda, que é inconcebível que Rio Branco registre um alto índice de crimes contra a vida e o patrimônio. O parlamentar disse temer que o crime organizado volte a operar no Acre pela fragilidade na Segurança Pública.
“Se continuar dessa forma, a tendência é que grupos organizados do crime se instalem por aqui por encontrarem deficiência e certas fragilidades”, destaca o deputado acreano.
Pelo menos dois caixas eletrônicos foram arrombados neste mês de janeiro. O crime é característico dos grandes centros urbanos e podem estar ligados à facções criminosas com ramificações em outros estados.
 Ainda em conversa com A GAZETA, o parlamentar comentou sobre as condições do Aeroporto Internacional de Rio Branco. Segundo ele, a bancada federal do Acre precisa sair do discurso e procurar junto a Infraero soluções para melhorar a situação. Ele classificou como ‘vazios’ os discursos de alguns parlamentares.
“O impressionante é que  alguns políticos da área federal gastam tanto tempo falando abobrinhas, quando na verdade deveriam se preocupar com questões que interessam a todos os acrianos”. E acrescentou: “Ficamos com o coração na mão em  todos os pousos e decolagens, por conta das depressões que há na pista de pouso”.

quinta-feira, janeiro 30, 2014


                            Para relaxar nesta noite de chuva

                        Deu na Gazeta.net


“Quem é besta não se cria na Assembleia”, revela Edvaldo

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Deputado de primeiro mandato fala de seus três anos na Aleac
O deputado estadual Edvaldo Souza, do PSDC, foi um dos convidados do ‘Gazeta Entrevista’ na noite da última terça-feira, 28. O também jornalista falou sobre o mandato e também sobre outros temas, como o polêmico marketing multinível.
No último ano, o parlamentar foi campeão na apresentação de proposituras na Assembleia Legislativa. No total, foram 75 indicações. Entre elas: regularização fundiária, criação da delegacia do idoso e pedido de informações sobre os radares.
O deputado também é autor da lei do ‘vale troco’. A medida já aprovada na Aleac depende apenas de sanção do governador. Caso entre em vigor, a norma estabelece que o usuário do transporte público não vai ser obrigado a pagar a passagem na falta de troco.
Também criador da lei que estabelece local fixo para estacionamento de carro-forte em agências bancárias, Edvaldo disse estar chateado pelo não cumprimento. “É um absurdo a lei estadual não ser cumprida. Vou procurar o Ministério Público Federal”, afirmou.
Deputado de primeira viagem, Souza falou que adquiriu experiência nestes três anos de mandato. E utilizou uma expressão característica que o consagrou como apresentador do ‘Gazeta Alerta’. “Quem é besta não se cria na Assembleia”, comparou.
Na segurança pública, o deputado enfatizou a situação dos policiais civis. O sindicato da categoria pediu, mas não teve uma série de benefícios aprovados pela Aleac. Para Souza, houve atuação de ‘forças ocultas’.
Perguntado sobre a questão do marketing multinível, Edvaldo questionou a demora para a tomada de uma decisão judicial sobre o caso Telexfree. “Nossa justiça deve procurar uma alternativa para as pessoas que investiram tenham o dinheiro de volta”, pediu.

                                 Salve-se quem puder


A cada chuva do nosso rigoroso inverno amazônico, a população de 
Rio Branco sofre com os alagamentos provenientes de obras mal feitas e muitas vezes inacabadas. As reclamações de famílias que afirmam que seus quintais ficam inundados a cada chuva já passam do limite.

Até agora nenhuma providência efetiva é tomada. É o chamado dinheiro público mal gasto com empresas que deveriam devolver esses recursos aos cofres públicos.

Leia abaixo o relato de uma moradora do bairro Aeroporto Velho e veja as fotografias do que deveria ser uma rua e se transformou em um lago.













Aqui no bairro aeroporto velho rua francisco vieira quando chove alaga tudo e mt ruim muita lama, sem falar nos esgoto .. e tambem logo agora que vai começa as aulas vai se ruim pros alunos sair mas nao todo ano e a msm coisa ano que vem nois ajeita , e todo ano e so lama e mas lama .. poxa chamar atencao desse povo ai da prefeitura , porque dia de eleicao eles vem na porta e falar vota em mim , que agente ajeita sua rua agente aqui ja tamo cansado , tem criança , pessoas idosas .. atc ...
falar no gazeta alerta .. conto cm sua ajuda , ... nao da certo .. agente ir pra aulas . cm tenis todo melado e sem falar no pessoal ki trabalhar de madrugada e sair .. nessa rua .. rua nao ramal pork isso agente nao chamar de ruua
conto cm vce




                        Deu na Gazeta.net


Deputado pede mais segurança para população



“A crescente onda  de crimes que tem assolado a capital acriana tem deixado a população  preocupada e com medo até mesmo de sair de casa”. A revelação foi feita pelo deputado estadual Edvaldo Souza (PSDC), que pede providências urgentes por parte das autoridades responsáveis pela área de Segurança Pública. Para o parlamentar, é inconcebível que uma cidade com cerca de 400 mil habitantes, a exemplo de Rio Branco,  registre  números alarmantes de crimes contra a vida e contra o patrimônio.
Para o deputado, o momento é de agir dentro dos rigores que preceitua a lei para com aqueles que cometem seus delitos. “ Estamos vivendo um momento de violência desenfreada  sem que soluções plausíveis tenham sido apresentadas a sociedade. Esse mês de janeiro tem sido cruel para todo nós e para as famílias que perdem seus entes queridos,” afirmou o deputado.
Edvaldo Souza acrescentou ainda que é conhecedor do trabalho das polícias e do afinco dos policiais, porém se faz necessário mais viaturas e mais profissionais trabalhando no patrulhamento nas ruas. Para Edvaldo o momento é de se colocar em prática a Ronda no bairro, onde a exemplo de várias capitais do Brasil a população se sente mais segura com a presença constante da polícia em sua comunidade.
Se continuar dessa forma, enfatiza Edvaldo Souza, a tendência é que grupos organizados do crime se instalem por aqui  por encontrarem  deficiências e certas facilidades, finalizou o deputado.

                                    Deu na coluna da Gina(Contilnet)
Edvaldo Souza
O deputado Edvaldo Souza (PSDC) tem criticado com bastante ênfase o aumento da violência na capital e pedido providências urgentes.
Providências
Edvaldo Souza está corretíssimo, pois a sensação de insegurança tomou conta dos acreanos e é necessária uma intervenção imediata do poder público para amenizar a situação.
Desabafo
“Os dados não são exatos, mas, pelo menos 17 homicídios foram cometidos em janeiro. Somente hoje, 17 furtos e assaltos foram contabilizados. É de preocupar e providências enérgicas devem ser colocadas em prática”, postou Edvaldo, via Facebook.


                     Deu no Ac24horas


“A crescente onda de crimes tem deixado a população com medo até de sair de casa”, alerta Edvaldo Souza

Da redação de ac24horas
“A crescente onda  de crimes que tem assolado a capital acriana tem deixado a população  preocupada e com medo até mesmo de sair de casa”. A revelação foi feita pelo deputado estadual Edvaldo Souza (PSDC) que pede providências urgentes por parte das autoridades responsáveis pela área de Segurança Pública. Para o parlamentar é inconcebível que uma cidade com cerca de 400 mil habitantes, a exemplo de Rio Branco,  registre  números alarmantes de crimes contra a vida e contra o patrimônio.
Para o deputado o momento é de agir dentro dos rigores que preceitua a lei para com aqueles que cometem seus delitos. “ Estamos vivendo um momento de violência desenfreada  sem que soluções plausíveis tenham sido apresentadas a sociedade. Esse mês de janeiro tem sido cruel para todo nós e para as famílias que perdem seus entes queridos,” afirmou o deputado.
Edvaldo Souza acrescentou ainda que é conhecedor do trabalho das polícias e do afinco dos policiais, porém se faz necessário mais viaturas e mais profissionais trabalhando no patrulhamento nas ruas. Para Edvaldo o momento é de se colocar em prática a Ronda no bairro, onde a exemplo de várias capitais do Brasil a população se sente mais segura com a presença constante da polícia em sua comunidade.
“Se continuar dessa forma, a tendência é que grupos organizados do crime se instalem no Acre,  por encontrarem  deficiências e facilidades”, finalizou o deputado.



  • As bobagens do Incra

  • Boa noite Edvaldo! Parabéns pelo seu trabalho! Estou enviando duas fotografias desse veículo de propriedade do incra, segundo o adesivo que tinha na porta. Ele mim ultrapassou na subida da ladeira da estrada do São Francisco, próximo ao residencial Green Garden. Se eu não tivesse reduzido a minha velocidade ele teria mim acertado ou acertado o carro que vinha a frente no sentido contrário. Como se não bastasse, continuou fazendo ultrapassagens no sentido centro/bairro, inclusive na curva próximo ao posto de combustível Panorama.
    A moral de tudo isso é que o governo investe em campanhas para manter o trânsito seguro e o próprio ser humano do governo faz campanha contrário.







                 Princesa abandonada




Bom dia Deputado ! Esta rua é a princesa Isabel, bairro Raimundo melo, a única do bairro que não recebeu nenhuma intervenção, nem de infra estrutura e saneamento básico. Se o senhor pode nos andar de alguma maneira, seremos grato ao senhor. Bom trabalho, Deus te abençoe !










quarta-feira, janeiro 29, 2014



                      Rio Branco da violência, da lama e dos buracos
Gente ontem aconteceu um episódio lamentável com meu irmão gostaria apenas que as autoridades competentes se manifestem em relação a isso. Pois isso pode acontecer com uma outra pessoa ou até mesmo com uma criança.
A rua em que ele mora e a única do bairro q não é nem tijolada e nem asfaltada então a moto derrapou no buraco ele se desequilibrou e caiu na cerca da vizinha e aconteceu isso. Entrou um pedaço de madeira no braço dele q atravessou, pela misericórdia de Deus foi no braço mas poderia ter sido em outra parte do corpo e hoje meu irmão poderia esta numa situação pior. Mas graças a Deus ele está bem.
Então peço as pessoas competentes que olhem pelo local
Fica no bairro Jardim Primavera
A rua são duas em frente onde funcionava o antigo módulo de saúde
Este é o meu apelo



                                                  ENTREVISTA



                                             
                                                       ENTREVISTA



                                          ENTREVISTA





“Quem é besta não se cria na Assembleia”, revela Edvaldo Souza

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Deputado de primeiro mandato fala de seus três anos na Aleac
O deputado estadual Edvaldo Souza, do PSDC, foi um dos convidados do ‘Gazeta Entrevista’ na noite da última terça-feira, 28. O também jornalista falou sobre o mandato e também sobre outros temas, como o polêmico marketing multinível.
No último ano, o parlamentar foi campeão na apresentação de proposituras na Assembleia Legislativa. No total, foram 75 indicações. Entre elas: regularização fundiária, criação da delegacia do idoso e pedido de informações sobre os radares.
O deputado também é autor da lei do ‘vale troco’. A medida já aprovada na Aleac depende apenas de sanção do governador. Caso entre em vigor, a norma estabelece que o usuário do transporte público não vai ser obrigado a pagar a passagem na falta de troco.
Também criador da lei que estabelece local fixo para estacionamento de carro-forte em agências bancárias, Edvaldo disse estar chateado pelo não cumprimento. “É um absurdo a lei estadual não ser cumprida. Vou procurar o Ministério Público Federal”, afirmou.
Deputado de primeira viagem, Souza falou que adquiriu experiência nestes três anos de mandato. E utilizou uma expressão característica que o consagrou como apresentador do ‘Gazeta Alerta’. “Quem é besta não se cria na Assembleia”, comparou.
Na segurança pública, o deputado enfatizou a situação dos policiais civis. O sindicato da categoria pediu, mas não teve uma série de benefícios aprovados pela Aleac. Para Souza, houve atuação de ‘forças ocultas’.
Perguntado sobre a questão do marketing multinível, Edvaldo questionou a demora para a tomada de uma decisão judicial sobre o caso Telexfree. “Nossa justiça deve procurar uma alternativa para as pessoas que investiram tenham o dinheiro de volta”, pediu.

segunda-feira, janeiro 27, 2014

                                 Aeroporto Intermunicipal


Se o nosso ‘’portentoso” Aeroporto de Rio Branco fosse chamado de intermunicipal ao invés de internacional não seria nenhum problema levando-se  em conta as condições de acomodação oferecida aos passageiros como também as depressões existentes ao longo da pista de pouso.

Porém, isso é pouco. A temperatura ambiente faz com que o a central de ar condicionado mereça reparos e as salas de embarque e desembarque já ficaram pequenas para a quantidade de passageiros que circula por ali todos os dias. O que é pior nessa história toda é a acanhada esteira de bagagens, que teoricamente deveria funcionar de forma eficiente.

Final de semana o que se viu foi um corre-corre de funcionários tentando fazer a entrega  das bagagens aos passageiros. A esteira simplesmente resolveu  parar de funcionar. Pelo estado dela tive a impressão de nunca ter visto nem óleo  de máquina de costura, quanto mais uma lubrificação mais decente.

Esse é o nosso aeroporto, onde ficamos com o coração na mão em  todos os pousos e decolagens.

O impressionante é que  alguns políticos da área federal gastam tanto tempo falando abobrinhas, quando na verdade deveriam se preocupar com questões que interessam a todos os acrianos.


Bom,  os horários dos voos fica para outro artigo.

quinta-feira, janeiro 23, 2014

Exame do Cremesp: Resultados mostram que o índice de reprovação chega a quase 60% dos recém-formados em Medicina no Estado


Para o presidente do Cremesp, somente um exame nacional pode habilitar o médico recém-graduado para o pleno exercício profissional

Dos 2.843 recém-formados em escolas médicas do Estado de São Paulo que participaram do Exame do Cremesp em 2013, um total de 1.684 - ou 59,2% deles - não atingiu o critério mínimo definido pelo Cremesp, ou seja, acertaram menos de 60% do conteúdo da prova. Esses resultados foram apresentados pelo Conselho na tarde desta quarta-feira (22/01/2014), durante coletiva de imprensa, que contou com a presença do presidente da entidade, João Ladislau Rosa, e dos coordenadores do exame, o primeiro-secretário, Bráulio Luna Filho, e o diretor do Centro de Bioética, Reynaldo Ayer.

“Nesses dois anos de exame obrigatório, quase a totalidade de alunos participaram, e os resultados vêm mostrando alto índice de reprovação, sendo que o Exame do Cremesp é muito semelhante ao Revalida –  realizado pelo Ministério da Saúde – cujo índice de reprovação também é alto. Chegamos à conclusão, então, que existem problemas tanto na formação do médico no exterior como no Brasil. Por isso, nosso objetivo é divulgar amplamente esses resultados para discutir a qualidade das escolas, e lutar pela implantação do exame nacional obrigatório para ambos os casos, que habilite o exercício da Medicina no país”, afirmou Ladislau, na abertura da coletiva.

Luna Filho ressaltou que o Exame do Cremesp avalia o conhecimento cognitivo e isso é extremamente complexo. Segundo ele, no mundo inteiro se discute a melhor maneira de avaliar os egressos de Medicina, e a conclusão a que se chega é que a prova de múltipla escolha ainda é a melhor opção. “A parte prática apenas encarece o exame e não acrescenta nada”, disse, rebatendo as críticas dos que a consideram necessária.

“Nossa prova avalia se existe conhecimento técnico, como o aluno coordena a informação e qual a melhor conduta a ser adotada, com alto grau de correlação ao exame prático, portanto as críticas que recebemos não têm fundamento”, acrescentou.

Maioria das questões teve índice fácil e médio

De acordo com os resultados da 9ª edição, o índice de facilidade do Exame do Cremesp foi avaliado como “fácil” para 33% das questões e “médio” para 37,5% delas. O índice de discriminação foi classificado como “muito bom” para 41,1% das perguntas e “bom” para 32,1%. O índice de facilidade equivale à proporção de questões corretas dadas pelo conjunto de egressos em cada pergunta. Já o índice de discriminação corresponde ao poder da questão em separar os candidatos que sabem daqueles que não sabem. É obtido pela diferença na proporção de acertos entre os dois grupos extremos de desempenho, o superior e o inferior.

“Considerando esses resultados, a prova do Cremesp não pode ser considerada ‘difícil’, apenas exige o conhecimento mínimo que se espera de um recém-formado em Medicina”, avaliou Luna Filho.

Escolas privadas têm maior reprovação

Outro ponto para o qual chamou a atenção foi a diferença nos índices de aprovação entre escolas públicas e privadas. No Exame do Cremesp de 2013, entre os participantes das escolas paulistas, a reprovação foi maior entre os egressos de instituições de ensino privadas: 71,0% foram reprovados. Já entre os participantes formados em escolas médicas públicas, 33,9% foram reprovados.  “Quando se analisa os resultados, vê-se que as escolas privadas praticamente reprovam o dobro que as públicas. Não há novidade, mas isso vem se mantendo há 9 anos e o governo insiste na política de permitir a abertura de novas escolas”, criticou Luna Filho. Para ele, as escolas brasileiras avaliam mal seus alunos. “Hoje a condição para ser médico é poder pagar uma mensalidade de R$ 4 a 6 mil, e as novas escolas contribuem para esse índice desastroso de reprovação”, acrescentou.

Recorde de participantes, também de outros Estados

Com abstenção de apenas 2,8%, o número de participantes em 2013 é o maior ao longo dos nove anos da aplicação do Exame do Cremesp. O percentual de reprovados ficou 4,7 pontos acima de 2012. No ano anterior, foram 2.411 participantes, com 54,5% de reprovação.

A prova foi aplicada no dia 3 de novembro de 2013 em nove cidades paulistas, além da capital do Estado. É o segundo exame realizado depois que se tornou obrigatório para quem deseja inscrever-se no Conselho Regional de Medicina de São Paulo e atuar no Estado. O registro no CRM, entretanto, não depende do desempenho ou da aprovação nas provas.

No total, 3.328 recém-graduados de Medicina fizeram a prova do Cremesp em 2013. Desse conjunto, 485 participantes vieram de 78 instituições de ensino de outros Estados. Os demais 2.843 formaram-se nas 30 escolas paulistas que já têm turmas graduadas.  “Vem aumentando a participação de alunos de outros Estados, e o índice de aprovação desse grupo é alto (71%), o que sugere que a qualidade das escolas fora do Estado não é melhor”.

Segundo Ayer, “a avaliação do Conselho é seguramente a maior aplicada a alunos egressos de Medicina no Brasil, e o preocupante é que o índice de reprovação vem se mantendo ou aumentando, revelando um grande déficit de qualidade no ensino médico no país”, alertou.

quinta-feira, janeiro 16, 2014



Justiça autoriza Delúbio Soares a trabalhar na CUT

16/01/2014 - 20h18

André Richter
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O juiz Bruno André Silva Ribeiro, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, autorizou hoje (16) o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares a deixar a prisão durante o dia para trabalhar na sede CUT (Central Única dos Trabalhadores), em Brasília. Na decisão, o juiz validou a proposta de emprego e entendeu que o trabalho externo é fundamental para ressocialização do condenado. Delúbio está preso na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. Ele foi condenado a seis anos e oito meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão. 
Delúbio receberá salário de R$ 4,5 mil. De acordo com a carta de emprego assinada pelo presidente da CUT, Vagner Freitas, o condenado foi contratado por ter experiência na área sindical. O horário de expediente será das 9h às 18h. Após o serviço, ele deverá retornar ao presídio. O ex-tesoureiro atuará no assessoramento da direção nacional da entidade, fazendo elaboração de estudos e projetos relacionados com a área sindical, como educação profissional e emprego.
Por ter sido condenado a cumprir pena abaixo de oito anos, Delúbio tem direito a deixar o presídio durante o dia para trabalhar. De acordo com a Lei de Execução Penal, condenados em regime semiaberto podem trabalhar dentro do presídio, em oficinas de marcenaria e serigrafia, por exemplo, ou externamente, em uma empresa que contrate detentos.
Na decisão que autorizou o trabalho externo, o juiz Bruno André que relatou que os condenados no processo do mensalão não estão cumprindo regime fechado. A afirmação tem sido feita por pessoas ligadas aos condenados. “Inicialmente, registro que o sentenciado, diversamente do que se tem equivocadamente propalado, não se encontra em situação de regime fechado, mas sim recolhido em estabelecimento prisional adequado, destinado a condenados em regime semiaberto ainda sem benefícios externos autorizados pela Justiça, ou seja, tudo perfeitamente condizente com a sua situação processual”, diz o juiz.

segunda-feira, janeiro 13, 2014


“Essa movimentação da PC em torno de melhorias salariais já era esperada”, diz Edvaldo Souza

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edvaldo
O deputado Edvaldo Souza (PSDC) comentou a polêmica entre governo e Polícia Civil do Acre. Segundo ele, todo o imbróglio foi gerado quando a Assembleia Legislativa do Acre aprovou o projeto de Lei que concede reajuste de R$ 1,5 mil para os delegados e de R$ 3 mil para procuradores e defensores.

A medida irritou a categoria de delegados e agentes de polícia civil, pois segundo eles, o aumento é desproporcional uma vez que, fazem parte da mesma carreira, ou seja, jurídica.

Edvaldo Souza afirma em sua página no Facebook (www.facebook.com/edvaldo. souza) que tudo poderia ter sido evitado se os demais parlamentares que votaram a favor do projeto do Executivo tivessem cumprido o acordo celebrando com a categoria antes da votação, ou seja, de adiar a votação e promover ajustes na proposta governamental.

“Toda essa movimentação da Polícia Civil em torno de melhorias salariais já era esperada. No final de 2013 quando da aprovação do projeto da polícia, foi grande a movimentação de policiais pedindo que o projeto não fosse levado à votação”, ressaltou o parlamentar.

O deputado comentou a manobra feita pelo Legislativo para colocar a matéria em votação. Ele classificou a atitude como uma palhaçada. Conhecido por cumprir todos os acordos celebrados, Edvaldo Souza deixou o plenário após saber que a Mesa Diretora colocaria a matéria para a apreciação.

“Estava tudo certo para não ser votado. Em questão de minutos tudo mudou e o projeto entrou em votação mesmo contra a vontade dos policiais. Achei aquilo uma patuscada e me retirei do plenário por volta das 23 horas”, e acrescentou: “Não votei nesse projeto e estou com a consciência tranquila”, ressalta o deputado cristão.