quinta-feira, abril 30, 2015

quarta-feira, abril 29, 2015

"Sou professora há 23 anos. Mereço bomba no rosto?", diz manifestante no PR

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Em vídeo publicado no Facebook, uma manifestante que ficou ferida durante o confronto ocorrido na tarde desta quarta-feira (29) entre policiais militares e professores da rede estadual do Paraná faz um desabafo sobre a situação. "Sou professora há 23 anos. É isso que eu mereço? Uma bomba no rosto", diz a mulher, que não foi identificada, chorando. Ao menos 57 pessoas ficaram feridas, de acordo com dados oficiais divulgados pelo governo do Paraná. O número contrasta com os 150 feridos divulgados pela Prefeitura de Curitiba.

O conflito desta quarta ocorreu após servidores estaduais do Paraná tentarem romper o cerco da Polícia Militar na Assembleia Legislativa. A PM reagiu com bombas de gás e balas de borracha. No local está sendo votado, a portas fechadas, o projeto de lei Paraná Previdência, do governo Beto Richa (PSDB), que modifica a previdência dos funcionários públicos estaduais.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), defendeu a ação da Polícia Militar. Em entrevista exclusiva à Folha, ele disse que quem agiu com ''truculência'' não foi a polícia, mas os 'black blocs". Leia mais.




HOTEL CALIFORNIA por Vocal Sampling



sexta-feira, abril 24, 2015

quinta-feira, abril 23, 2015

Informações dão conta que o apresentador Edvaldo Souza, ex deputado estadual, vem sendo sondado por um forte grupo político e econômico para sair candidato a prefeito

  

Edvaldo Souza
Informações dão conta que o apresentador Edvaldo Souza, ex deputado estadual, vem sendo sondado por um forte grupo político e econômico para sair candidato a prefeito de Rio Branco em 2016.
Fora do PSDCGina: "Forte grupo econômico pode apoiar candidatura de Edvaldo à prefeitura da capital"
Edvaldo Souza está de malas prontas para deixar o PSDC, partido pelo qual se elegeu deputado estadual em 2010.
Forte
Edvaldo Souza não é um nome para se menosprezar. Popular ao extremo, simpático e inteligente. Se houver investimento financeiro ele vira uma maquina temível.

segunda-feira, abril 13, 2015

“Senador Guiomard tem prefeito?”, dispara apresentador ao criticar transporte coletivo

Nem a Agência Estadual Reguladora de Serviços Públicos (Ageac) escapa das críticas do apresentador.
  
     Na última quinta-feira (9), o programa de maior audiência da TV acreana, o Gazeta Alerta, noticiário veiculado pela TV Gazeta – Record, começou falando da insatisfação dos usuários de transporte público do município de Senador Guiomard (AC).
O programa, apresentado pelo jornalista Edvaldo Souza, mostrou a situação na qual os guiomarenses estão submetidos: ônibus sucateados, péssima qualidade de trafegabilidade no município e muita insatisfação por parte da população. A situação é tão preocupante que, no último mês, uma empresa teve de fabricar seu próprio asfalto e tapar buracos na região central da cidade.
O apresentador do noticiário não poupou ninguém ao falar da situação do município de Senador Guiomard.
sucatemaento
Reprodução/TV Gazeta

“São trabalhadores, estudantes, idosos, crianças, que chegam a passar mais de uma hora esperando o coletivo. Agora, um detalhe: além da superlotação, os usuários enfrentam também o risco eminente de acidentes por conta do sucateamento dos ônibus”.
O repórter da TV Gazeta, Joatan de Souza, fez o percurso feito por vários usuários para constatar a precariedade do transporte no município. A reportagem mostrou a confusão ao entrar nos coletivos, a superlotação, poltronas danificadas e a situação precária que a empresa atende o município. Ao final da reportagem, Edvaldo teceu duras críticas ao poder público no município.
“A pergunta que eu faço é a seguinte: Senador Guiomard não tem vereador? Senador Guiomard não tem prefeito? Senador Guiomard não tem deputado? Porque o povo tá se lasc*ndo nesta lata velha. Isso aí não é pra transportar gente não, isso é pra transportar bicho”.
Nem a Agência Estadual Reguladora de Serviços Públicos (Ageac) escapa das críticas do apresentados.
“Ninguém faz nada. Quem é que cuida disso?”.
Em nota, a Ageac informou ao noticiário que as reclamações já chegaram ao conhecimento do órgão regulador. Informa também que as providências estão sendo tomadas, dentre elas: um estudo relacionado aos horários e ao número de passageiros, bem como a disponibilidade de um veículo adicional, incluindo acessibilidade para pessoas com deficiência.
“Deixando essa ‘prosopoéia’ de lado: o que é que os munícipes precisam? De mais ônibus! Mas são de ônibus em condições que os passageiros possam andar dignamente. É isso que precisa. [...] Vamos deixar desse papo furado”.
O apresentador termina chamando a atenção das autoridades.
“Alô vereadores, alô prefeito, alô deputado ou deputados representantes do Quinari”.
Veja o vídeo.

sábado, abril 11, 2015





Sérgio Moro ataca permanência de corrupto na política11.04.2015 | 16:59 OPERAÇÃO LAVA JATO

Juiz da Lava Jato diz ser surpreendente longevidade de condenados na vida pública e lamenta necessidade de intervenção do Judiciário para poupar a sociedade dos riscos

Por Fausto Macedo, Julia Affonso e Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

Em despacho favorável à prisão do ex-deputado André Vargas (sem partido-PR) nesta sexta-feira, 10, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Operação Lava Jato, afirmou que é “inaceitável que agentes políticos em relação aos quais existam graves indícios de envolvimento em corrupção e lavagem de dinheiro permaneçam na vida pública sem grandes consequências”.

O juiz afirma que é necessária “infelizmente a intervenção do Poder Judiciário para poupar a sociedade do risco oferecido pela perpetuação na vida pública do agente político criminoso”.

Moro conduz uma investigação histórica que aponta para o envolvimento de pelo menos 52 políticos – entre deputados, senadores e governadores e ex-parlamentares. É o maior contingente de agentes políticos sob suspeita de crimes de corrupção e lavagem.

Juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato. Foto: Gil Ferreira/Agência Brasil

Cassado em dezembro de 2014 e fora do PT desde então, Vargas é investigado pela força-tarefa da Lava Jato em quatro frentes que englobam o Ministério da Saúde, a Caixa Econômica Federal e o recebimento indireto de propina do cartel da Petrobrás. Pode responder em juízo como réu por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O caso de Vargas, um dos três primeiros políticos presos pela Lava Jato, dentro da Operação A Origem, é para Moro exemplo de como o uso do mandato parlamentar para enriquecimento ilícito deve ser visto como uma traição à confiança da sociedade brasileira.

“A gravidade concreta da conduta de André Vargas é ainda mais especial, pois as provas apontam que ele traiu seu mandato parlamentar e a confiança que a sociedade brasileira nele depositou, ao concordar em utilizá-lo para enriquecer ilicitamente”, aponta o magistrado.

“Chegou ele a exercer o cargo de vice-presidente da Câmara dos Deputados e ainda assim, às ocultas, persistiu utilizando seu poder em benefício próprio e em detrimento dos seus eleitores.”

Atacado pelos maiores escritórios de advocacia criminal do País, muitas vezes em argumentos consonantes sobre a falta de quesitos legais para determinações das prisões cautelares, foram raras ocasiões em que os recursos contra suas decisões foram acolhidos por côrtes superiores, desde o início da Lava Jato, em março de 2014.