quinta-feira, julho 30, 2015

                              O sucesso e a felicidade



Estava  aqui pensando com os meus botões que o mundo mudou e ao que tudo indica para pior. Nem com toda a tecnologia que hoje dispomos a felicidade parece não existir para muitas pessoas. O sentimento é o da mais pura infelicidade.

Para as questões da alma não tem tecnologia que dê jeito.  A felicidade se consegue buscando fazer boas ações todos os dias. As vezes um simples bom dia ao vizinho, um cumprimento   ao engraxate,  tratar bem sua empregada, ajudar o próximo, parece ser um bom começo.

Vivemos no mundo da eterna competição. Existem especialistas para criar seres que desenvolvam atividades acima da média, acima do QI dos seres que consideramos normais.

As crianças são bombardeadas com informações, com conteúdo programático para serem superiores, insuperáveis no mundo profissional.

Se prestarmos atenção tudo se resume a busca incessante pelo sucesso, pela fama, pelo dinheiro.

Até onde tudo isso vale a pena? Se avaliarmos detalhadamente tudo que fazemos, que buscamos, que almejamos, chegaremos  a conclusão que pouca coisa vale a pena.


Se pararmos para pensar um momento só, iremos concluir que vivemos com menos do que pretendíamos ter e com mais do que precisamos. 

segunda-feira, julho 27, 2015

VOCÊ TEME O INVEJOSO???





Você teme o invejoso?
Por que?

O invejoso é um eterno
expectador, pois enquanto:

Você pesca,
ele olha o rio...
                                    
                                                     
Você dorme pacificamente,
ele perde o sono quando pensa
em você.

Você acorda e saúda o sol,
ele olha o seu bronzeado.

Você sai para o trabalho,
ele calcula o seu salário.


Você constrói sua casa,
ele julga a cor das tintas.

Você estuda, tem boas notas,
ele se preocupa com esses
números.

Você conquista um diploma,
ele vive o medo do seu sucesso
futuro.

Você levanta um prédio,
ele escolhe uma janela
para pular.

Você cura os doentes,
ele adoece por causa
disso.

Você ensina os seus alunos,
ele tenta descobrir o que
você não sabe.

Você tem simpatia do chefe,
ele prefere chamá-lo de
puxa-saco.

Você recebe os aplausos,
ele busca saber se alguém
o vaia.

Você liga seu computador
para serviço útil, ele
coleciona programas
de vírus.

O que ele realmente faz quando
faz:

Você cria, ele copia!

Ele é um eterno expectador...
Merece sua compaixão e não
seu temor...

Existimos para sermos, não
melhores do que os outros,
mas para sermos melhores
do que nós próprios.


(desconheço autoria).

Obs: caso alguém saiba quem é o
autor(a), desse texto avise-me para

que possa dar os devidos créditos.



quinta-feira, julho 16, 2015

domingo, julho 12, 2015



           Treze anos de Gazeta Alerta



quinta-feira, julho 09, 2015

Deu na coluna da Gina(Contilnet)



Edvaldo Souza
O apresentador Edvaldo Souza protocolou desfiliação do PSDC. Tudo regulamentado na justiça eleitoral.
Perdeu, PSDC
O PSDC perdeu um grande quadro político ao deixar de valorizar Edvaldo Souza.
Capital social
Com mandato ou sem mandato, Edvaldo é detentor de um capital social elevadíssimo e qualquer partido gostaria de tê-lo em seus quadros.
Bom dia a todos

domingo, julho 05, 2015

anchieta28062015

Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas!

José de Anchieta Batista
Faço questão de iniciar esta crônica dizendo que nada aqui é direcionado a dirigentes ou a Igrejas que trilham os caminhos de Deus, na verdadeira prática do bem e do amor ao próximo, agindo com seriedade, decência e responsabilidade. Sejam cristãs ou não.
Dito isto, passo a afirmar que sou um homem que acredita piamente na existência de um Poder Superior, consciente e inteligente, que rege, minuciosamente, a dinâmica de tudo o que existe. Um Ser Supremo que rege realmente tudo, desde o micro até o macro. Esta certeza não é uma herança de minha longa passagem por um seminário católico. Vem do mais profundo de minha alma.
Lembro-me de que, uns cinco anos após abandonar a vida eclesial, comecei a duvidar de tudo. Até mesmo de Deus. As novas leituras a que me dediquei, um novo mundo de atrações mundanas e as novas amizades antideístas, puxavam-me para isso. Mesmo assim, enquanto os lábios blasfemavam, com força, “Deus não existe!”, a mente bradava intimamente “perdão, meu Deus!”. Era aquela coisa de jovem, metido a intelectual, querendo aparecer, principalmente diante dos outros.
Passadas algumas estações da vida, veio-me novamente uma vontade enorme de me encontrar com Deus. Fui ao seio das religiões. Mais uma vez, conflito total! Talvez isto só tenha acontecido comigo, mas me convenci, sob todos os aspectos, de que ali dentro das igrejas, dificilmente as orações e os cânticos conseguiam ultrapassar a cumeeira dos templos. Basta! – gritei eu para mim mesmo. E, novamente, me afastei de tudo, sem, todavia, abominar a existência de um Poder Universal, com domínio total sobre tudo o que existe. Continuei alheio a qualquer culto religioso, mas sempre com profundo respeito à fé daqueles que professam esta ou aquela doutrina. Nesta caminhada, desisti de procurar um Deus fora de mim, para buscá-lo no mais íntimo de meu ser. E ali estava Ele! Infinito, divino, paterno, cheio de amor! E eu, uma poderosa fagulha Dele!
Como disse acima, respeito todas as religiões. Vejam bem: eu as respeito! Quando simplesmente as toleramos, muitas vezes o fazemos altamente incomodados. Quando, porém, as respeitamos, há um sentimento de fraternidade.
Amigos, nos dias atuais, sinto que estamos diante de uma realidade perversa. Por mais fraternidade que pratiquemos, por mais que sejamos respeitosos e tolerantes, está bem difícil conviver com algumas religiões que não possuem um mínimo de respeito para com seus semelhantes. São aglomerações, ditas religiosas, sob o comando de verdadeiros estelionatários, com fins meramente comerciais, e que se contrapõem aos mais rudimentares princípios das divinas mensagens cristãs. A visão que hoje tenho dessas denominações, que vêm surgindo aos montes ultimamente, é a de que alguns “vivaldinos”, autênticos criminosos, subjugam a mente de pessoas desesperadas, incautas e ignorantes, a fim de fazerem proliferar suntuosos shopping centers da fé, cuja preciosa mercadoria é um falso Jesus de Nazaré. E não ficaram somente nesta prática. Passaram a incentivar atos de violência contra aqueles que se abrigam em outros credos, sob o argumento de que somos todos demônios e que, por isso, devemos ser eliminados da face da Terra. Que é isso, ó Deus? Onde chegamos? Diante desses falsários, de pregações espúrias, lembro-me de que os religiosos da época de Cristo o acusaram, o condenaram e o mataram. Dois mil anos depois, temos que conviver com os mesmos mercadores do templo, os mesmos fariseus, os mesmos escribas, os mesmos doutores da lei!
Expostos a essa alcateia, parece que estamos diante de um beco sem saída. As leis brasileiras são absolutamente lenientes e permissivas para com esse bando de criminosos e contraventores, que além de se locupletarem com o suor alheio, vendem a utopia da prosperidade fácil, teatralizam prodígios, zombam de nossa sociedade, sem darem bolas para a decência e para os bons costumes. Esses falsários cobram o “imposto” do dízimo com muito mais rigor do que são cobrados os tributos administrados pela Receita Federal. Amparados por uma abusiva imunidade tributária para “templos de qualquer culto”, criam um igarapé que deságua em seu patrimônio pessoal. Dessa forma, alcançam vultosas fortunas, como se o milagre dos cinco pães e dois peixes acontecesse todos os dias. Na tela da TV, meio de comunicação em que investem fortunas e mais fortunas, o mais importante não é a mensagem bíblica, mas as contas correntes onde deverão ser depositados os recursos implorados pateticamente. São ricos, podres de ricos, e vivem nababescamente, custeados por suas pobres ovelhinhas, sem se lembrarem de que o Cristo viveu na Terra “sem ter onde reclinar a cabeça” (Mateus, 8:20). Não há um só local em que eles não plantem seus tentáculos, principalmente em busca de parcela dos míseros salários das pessoas. Há exemplos de humildes criaturas que repassaram para os tais salvadores de almas, veículos, televisores, terrenos, casas e outros bens, a fim de satisfazerem a ganância dessas aves de rapina. São os “sepulcros caiados”, a “raça de víboras”, que não conseguem escutar as muitas advertências do Cristo:
“Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, que devorais as casas das viúvas, com o pretexto de prolongadas orações! Por isso, sereis mais rigorosamente julgados.” (Mt. 23).
Amigos, esses meliantes resolveram agora acender as chamas do ódio, do desrespeito, da intolerância, contra os que são praticantes de outros cultos. Li uma notícia de que na Paraíba, alguns psicopatas de um “reduto religioso”, além de já terem promovido um quebra-quebra de imagens, comparecem às escolas e, durante o recreio, aterrorizam crianças, alertando-as de que frequentar a Igreja Católica significa virar churrasco no inferno. Nesta semana, assisti a um vídeo em que um maluco incita alguns jovens a promoverem desordens em templo afro-brasileiro, alertando-os para fugirem com a chegada da polícia. Outro, manda atacar os homossexuais. Em outra parte de nosso País, sob a influência de sermões demoníacos, apedrejaram uma criança de 11 anos, que retornava de um Centro de Candomblé, acompanhada de sua avó. Outras e outras insanidades têm sido incentivadas por esses imbecis que se autointitulam “profetas de Deus”. Disseram-me que aqui no Acre, já se iniciaram as insinuações e até incursões contra algumas comunidades religiosas, sobremodo o Santo Daime e os cultos que tiveram origem na cultura negra. Um absurdo!
Enquanto tudo isso acontece, temos o bom exemplo do Padre Massimo Lombardi, que busca incentivar uma convivência pacífica e fraterna entre os Cristãos de Rio Branco, procedendo reuniões ecumênicas e até editando uma Cartilha com o expressivo título “Muitos São os Caminhos de Deus”. Parabéns, padre!
Um grupo, contudo, nos traz pavor. Lamentavelmente, instalou-se entre nós um fundamentalismo que cresce mais e mais, sob o manto de uma hipócrita e satânica religiosidade, sem que a sociedade brasileira saiba o que fazer para frear a maldade desses “lobos em pele de cordeiro”. Em algum local de nossos códigos, com certeza, devem estar catalogados os crimes e as contravenções que esses meliantes praticam. O pior de tudo é que ninguém em nosso País tem a coragem de colocar inseticida neste vespeiro. Ninguém se mexe para coibir o avanço desses caras. E eles, ao se intitularem pastores, bispos, apóstolos, missionários, ou sei lá o quê, julgam-se impunes e seguem em frente, saqueando nossa gente. Que me perdoe o verdadeiro Cristo, mas passei a vê-los como mensageiros do capeta. Será que ninguém percebe que eles estão ocupando “a cátedra de Moisés”, citada por Jesus? Será que não se percebe que, com suas maquinações, estão conseguindo dominar considerável parcela das instituições de nossa sociedade? Hoje, por perspicazes que são, já têm influência, às vezes majoritária, em todos os poderes constituídos, o que pode gerar mudanças que nos proporcionem um País que, em nome de Deus, seja obrigado a adotar o apedrejamento, o lançamento de homossexuais e prostitutas do topo dos edifícios, a decapitação, a submissão primitiva das mulheres e muitos outros males terríveis, tudo sob o comando desses malucos. Ou acham que isto é impossível e que o maluco sou eu?
Está na hora de se fazer alguma coisa! Não, com os métodos de violência por eles sugeridos, mas por meio de ações judiciais, contra a incitação à intolerância, ao desrespeito, ao ódio, absurdos estes que têm acontecido de maneira crescente nos últimos dias.
É preciso a imediata união dos verdadeiros evangélicos, católicos, kardecistas, daimistas, seguidores do Candomblé, praticantes da Umbanda, budistas, etc., para que esta praga dos últimos tempos encolha suas garras malditas.
Vamos concluir com uma citação bíblica:
– “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores …” (Mateus 7:15-20).
(*) Escritor, Poeta, Viajor do tempo e do espaço

Um acreano de valor

As mãos abençoadas de Eduardo Hadad

05/07/2015 01:00:53
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Texto: Dulcinéia Azevedo
Fotos: Valcemir Mendes
Acometido de uma grave desnutrição, ele foi desenganado pelos médicos aos três meses de vida. Aos pais foi dado um único conselho: pegar um avião e viajar para o Rio de Janeiro. Na década de 50, a cidade maravilhosa era a única dotada do suporte necessário para tratar casos do tipo, o que necessariamente não significava a cura.
O problema é que dado o quadro avançado da doença e a debilidade do bebê, o óbito poderia ocorrer durante o deslocamento. A mãe não pretende arriscar e num misto de desespero e fé faz uma promessa. A criança adormece durante a reza e no outro dia, milagrosamente, acorda curada.
– Sem saber da promessa da minha mãe uma vizinha foi na minha casa e disse: ‘’não precisa viajar. Seu filho está curado’’. Minha mãe chorava de alegria e decidiu guardar todas as latas de leite que eu tomei a partir daquele dia para registrar em fotografia. A promessa que ela fez nunca me contou, mas Deus lhe concedeu a graça-, narra o hoje doutor.
O caso é verídico e aconteceu no município de Xapuri, distante cerca de 175 km da capital acreana. A fé dessa mãe não salvou apenas o seu filho recém nascido da desnutrição, mas assegurou que milhares de outras crianças viessem a este mundo por intermédio de suas mãos abençoadas.
Estamos falando de Eduardo José Soares Hadad, ou simplesmente Dr. Hadad, o ginecologista obstetra que já realizou mais de 15 mil partos no Acre, dos quais pelo menos mil estão na segunda geração, ou seja, ele fez o parto das mães ou dos pais e agora faz de suas filhas.
Eduardo Hadad é acreano de Xapuri com descendência libanesa e portuguesa, nascido em 22 de abril de 1953. É o segundo filho do total de cinco biológicos (três homens e duas mulheres) do casal José Haddad e Valdomira Soares Haddad. ‘’Depois minha mãe adotou mais duas meninas e um menino, um delas já faleceu’’, complementa.
O pai era comerciante e arrendatário de oito seringais na princesinha do Acre e também professor e dispunha de condições financeiras necessárias para dar boa educação aos filhos. Ambos lecionaram no Colégio Divina Providência, um dos mais tradicionais da cidade. Todavia, José Haddad, com apenas 20 anos de idade assumiu a provedora do Hospital de Xapuri e a esposa acabou largando a sala de aula para ajudar o marido na loja e se dedicar a educação dos filhos.
– No Líbano a pessoa aprende a fazer conta ainda pequena, então meu avô paterno colocava botões para a gente separar e fazia questão que a gente freqüentasse a loja para aprender a negociar-, conta.
O pai de Eduardo ficou 46 anos a frente do Hospital de Xapuri. ‘’Até 1985 o hospital era dominado pelas irmãs, mas era meu pai quem sustentava. A loja dele era do lado do hospital e mesmo quando ele mudou para Rio Branco e sempre ia em Xapuri só para visitar’’, lembra.
O menino Hadad foi educado de acordo com a doutrina cristã e atuou inclusive como coroinha numa época que a missa ainda era rezada em latim.
O ensino primário foi cursado no Colégio Divina Providência, em Xapuri. Em Rio Branco, tem passagem registrada pelo colégio Nossa Senhora das Dores, conhecido Colégio dos Padres. O Cientifico foi cursado no Colégio Acreano, na época do temido professor Raimundo Gomes.
– O colégio Acreano era a casa dele também. Ele tirava dinheiro do bolso para manter a estrutura. Lembro ter participado de um abaixo assinado para ele permanecer na direção. Era muito criticado, mas um excelente educador-, registra.

A influência de Dom Giocondo Maria
A influência de Dom Giocondo Maria Em Rio Branco, o então adolescente Eduardo Hadad sofre grande influência do trabalho realizado pelo saudoso bispo Dom Giocondo Maria Grott. Ao observar o trabalho humanitário do religioso, ele toma uma decisão: se não for médico vai ser padre.
É Deus quem vai determinar.
– Então eu passando ali na igreja eu via Dom Giocondo de batina. O trabalho que ele realizada, o amor que ele tinha pelas pessoas, aquilo me tocava, eu precisava fazer algo também e sabia que a forma de fazer isso ou era sendo médico ou padre-, explica.
De acordo com Dr. Hadad, com a finalidade filantrópica, o hospital Santa Juliana foi idealizado e construído por iniciativa do bispo Dom Giocondo e confiado à direção das irmãs Servas de Maria Reparadoras. O bispo infelizmente morreu num desastre aéreo em Sena Madureira em 1971.
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Muito dedicado aos estudos, Hadad consegue o primeiro emprego aos 18 anos de idade. Foi contratado pela Empresa de Telefonia do Acre S/A – TASA. ‘’Fiquei lá por dois anos, então decidi que estava na hora de cursar faculdade, porém, aqui só tinha Direito, e a solução era ir estudar em outro estado.
A primeira opção de Hadad foi o estado de São Paulo. Prestou vestibular e conseguiu aprovação para Medicina na Faculdade Bragança Paulista. A vitória, entretanto, não foi completa. A faculdade era muito distante e Eduardo morava em Bragança Paulista. O deslocamento era caro e cansativo.
– Para permanecer tinha que alugar um apartamento para morar próximo a faculdade, Aí desisti. Tentei na Universidade Pública de São Paulo,(USP) não deu, decidir ir para Belém, no Pará conta.
Curso de Medicina em Belém-PA
Na capital do Pará, apesar de não ter conseguido aprovação de primeira, Eduardo se sente em casa. Vai morar numa república e se junta a vários outros acreanos que estão e Belém cursando não apenas Medicina, mas outros cursos como Engenharia e Direito.
– Cheguei lá e fiz vestibular. No primeiro não passei, fiquei esperando alguém desistir, mas não aconteceu, então no segundo eu passei. Foi o momento da decisão, Deus decidiu por mim, minha vida era a Medicina -, diz orgulhoso.
O jovem Eduardo estava decidido a dar o melhor de si e aproveitar cada segundo vivido na faculdade. Ele praticamente morava na instituição e se oferecia como voluntário sempre que necessário, era uma espécie de residência médica não oficial.
O primeiro parto
!_dudu_direitaE foi durante o estágio na disciplina de obstetrícia que o médico em formação realizou seu primeiro parto, uma cesariana.
– Era uma paciente de terceira cesariana, um pouco obesa. O medico chefe mandou que eu ajudasse um colega. Por alguns minutos, o professor esteve ao meu lado e dizia ‘’vai Eduardo está indo bem’’.
Quando terminou, eu o procurei para conferir se estava tudo certo, mas ele tinha saído-, relata.
Segundo Eduardo, ao perguntar ao médico por que ele tinha deixado a sala no meio da cirurgia, o mesmo respondeu:
– Quando eu vir você fazendo a incisão, eu pensei, ele está muito seguro, está tudo bem, ai sai-, elogiou o professor.
O médico ainda fez alguns plantões em clinicas pediátricas, porém, o seu talento mesmo era para obstetrícia. ‘’Criança não sabe dizer o que tem, então optei por obstetrícia e cheguei a monitor’’, revela.
Missa em homenagem as almas dos cadáveres
Hadad tinha sede de conhecimento e não se contentava apenas com as aulas praticas na faculdade. Ele ia por conta própria ao Instituto Médico Legal de Belém aprender a dissecar cadáver.
– Naquela época, os corpos que as famílias não reclamavam ficavam no IML como indigentes. Eu pegava os órgãos e eu mesmo preparava para usar nas aulas e muitas vezes saia para ensinar, até mesmo a filha do próprio diretor da faculdade eu ensinava -, revela
Com uma base católica forte, conhecedor do evangelho de Jesus Cristo, Eduardo faz uma promessa, de seis em seis meses mandaria rezar uma missa em homenagem às almas que ajudaram a ele e a vários colegas a se tornarem médicos e salvarem vidas. A tradição é mantida até hoje.
Ante de concluir o curso de Medicina e voltar para o Acre, Eduardo Hadad, se casa em Belém com Marly Hadad. A união dura até hoje e resultou em três filhos: Bruna, Brendha e Bruce.
De volta prá casa com o diploma nas mãos
Com o suado diploma de médico nas mãos, Eduardo Hadad volta para a terra natal e vai trabalhar na maternidade Barbara Heliodora com plantões também no Pronto Socorro de Rio Branco.
– Naquela época só existia a parte da frente e o braço direito da maternidade, ai ela se tornava aquela beleza. Aquela ala até o Hospital da Criança quase não foi modificada, as lajotas inclusive são originais, e algumas pelas foram mandadas para restauração em São Paulo.
Segundo Dr. Hadad, as lajotas foram reconhecidas por Dona Silvia, mãe do governador Tião Viana e do senador Jorge Viana, ambos do PT.
– A Dona Silvia, mãe do Tião e do Jorge, esteve aqui visitando e reconheceu as lajotas da época que ela teve seus filhos, todos eles nasceram aqui-, registra.

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Relatórios médicos revelam esquema de prostituição em RO
Final de 1991. Os médicos que prestam serviço para o estado entram em greve. Como médico e oficial da Policia Militar, doutor Eduardo recebe a determinação para garantir o atendimento na maternidade Barbara Heliodora, local que já estava bastante familiarizado. Outros colegas médicos da PM foram deslocados para o Pronto Socorro.
– Eu comecei a observar meninas de onze, doze anos de idade ganhando neném. Então eu decidir fazer uma espécie de interrogatório com elas. Ao falar sobre trabalho, sempre elas diziam que trabalhavam como domésticas em Porto Velho, em Rondônia, e que as patroas não queriam elas com crianças e que elas vinham ter no Acre para dar as cranças-, informa.
O interrogatório se tornou uma praxe até que uma das garotas decidiu falar a verdade. Contou que havia sido enganada, induzida por oferta de trabalho e sido levada para se prostituir nos garimpos de Porto Velho. O médico encaminhou seus relatórios ao juizado da infância e da juventude e denunciou o caso na imprensa.
A partir da repercussão na mídia, uma Comissão Parlamentar de Inquérito foi instaurada na Assembléia Legislativa e uma força tarefa foi até o estado de Rondônia fazer o resgate das meninas.
Juíza Maria Tapajós solicita
acompanhamento das vítimas
Somente o resgate das meninas não era suficiente para encerrar a questão. Elas precisavam ter acompanhamento clinico psicológico e social. Era necessário identificar as causas que levaram essas garotas a ingressar num esquema de prostituição.
– Eu tinha o levantamento das adolescentes por faixa etária, no período compreendido entre 1991, quando começaram aparecer os primeiros casos, até 2001. Ao conversar com as adolescentes pude perceber que a desagregação familiar, a ausência dos pais e até mesmo a falta de estudo, são fatores que contribuíram para a prostituição dessas menores-, esclarece.
Foi com base nesses relatórios e atendendo ao pedido da juíza da infância e da Juventude, à época, doutora Maria Tapajós, já falecida, que o médico, então diretor clinico da Maternidade Barbara Heliodora implanta um programa de controle familiar, com atenção especial as menores.
– Eu dava assistência prá elas. Elas vinham na maternidade, iam ao meu consultório, eu andava com o carro cheio de remédios, ai eu me dediquei a cuidar e mantenho isso até hoje. Cheguei a ser ameaçado por causa desse trabalho com as menores, mas ficou so na promessa-, diz.
Caso Sandra: namorado prova aborto
e mata testemunha de Jeová
Como médico obstetra, Eduardo Hadad, não se depara apenas com lágrimas de emoção, provocadas todas as vezes que traz uma criança ao mundo. Histórias tristes, com desfecho trágico também são registrados, como o caso da jovem Sandra, uma menor testemunha de Jeová, que deu entrada na maternidade do Hospital Santa Juliana, em estado grave, após a realização de um aborto clandestino.
– O namorado era casado e provocou o aborto. A família acreditava muito nele, mas eu perguntei e ela disse que tinha sido ele que tinha provocado. Ela disse que ele tinha utilizado um ferro parecido uma colher, a situação dela era muito grave, a infecção se espalhou pelo sangue rapidamente, era necessária transfusão de sangue-, lembra.
No meio da emergência surge um dilema: as testemunhas de Jeová são contra a transfusão de sangue, mas a vida da jovem depende do procedimento.
– O doutor Donald que acompanhava a paciente chegou prá mim e disse questionou: ‘’Doutor o que eu faço, o pai da paciente não aceita transfusão?’’. Eu fui então falar com ele, e ele disse que deixava a responsabilidade para ela, mas ai já era tarde demais, e a jovem morreu.
O caso teve grande repercussão na mídia e o namorado responsável pelo aborto foi denunciado, julgado e condenado pelo crime que cometeu. Eduardo confidencia nunca ter esquecido a triste expressão da jovem vítima da sua própria inocência.
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Médico convence paciente a desistir de
aborto autorizado pela Justiça
A experiência do médico, a sua crença religiosa e o seu respeito à vida, acima de tudo, foram determinantes para evitar que uma paciente que teve um aborto autorizado pela Justiça, desistisse do procedimento.
A gestação, segundo a jovem, teria sido fruto de um estupro, razão pela qual o aborto encontrou amparo judicial.
– Ele estava com quatro, cinco meses de gestação. Perguntei: você te certeza? E prosseguir, metade dessa criança é do estuprador, mas a outra metade é sua! E ela permanecia indiferente. Então, falei, olha sou diretor eu não faço, a minha crença religiosa não me permite e a lei me ampara, mas se tiver outro médico que queira fazer, pode fazer-, disse com o coração entristecido.
Para reforçar seus argumentos, o medico se comprometeu em fazer todo o acompanhamento pré-natal dela, caso aceitasse o bebê e a encaminhou para uma conversa com a psicóloga. Para felicidade do médico, a paciente mudou de idéia, e quando ganhou a criança voltou para agradecer, informando que o suposto estuprador na verdade era um ex-namorado e que estava tudo bem.
Cirurgia cardíaca no Pronto Socorro
Na década de 80, quando Hadad retornou ao Acre, os médicos que atuavam no Pronto Socorro de Rio Branco eram obrigados a improvisar e recorrer a ajuda divina para salvar vidas.
O médico registra o caso de um criminoso que deu entrada na emergência com uma facada no coração, que provocou corte em um dos ventrículos. Estavam de plantão ele e o doutor Queiroz. Diante a gravidade da situação, decidem operar e tentar salvar a vida do fora da lei.
– Então operamos. O sangue ia lá no teto, Salvamos. No dia seguinte passei em visita, e para a minha surpresa, o paciente, já bastante falante, disse: doutor quero alta para acertar as contas com quem fez isso comigo. .Disse, esquece isso, Deus já lhe deu a salvação, por garantia deixei mais uma semana internado-, conta bem humorado.
O milagre de Iza Bruna
No ano de 1994, o obstetra testemunhou o milagre da menina Iza Bruna Vieira de Souza. Ela nasceu com má formação cerebral, diagnosticada como “meningoencefalocele occipital de grande porte”, o que na pratica, lhe dava a aparência de duas cabeças.
A direção do hospital não queria deixar a imprensa filmar, querendo preservar a dignidade da criança recém nascida, todavia, a avó liberou a filmagem, com o seguinte argumento: ‘’deixa eles filmar, que depois eles vão filmar melhor’’.
Na entrada do centro cirurgico, a avó recomenda a Hadad ‘’doutor trate dela como se fosse a sua filha. Primeiro eu acredito em Deus, depois da madre Paolina e também no senhor que ela vai ficar curada’’.
– Aquele pedido da avó já me deu responsabilidade. Chega o neurocirurgião Carlos Emílio e alerta ‘’Eduardo ela vai ficar sequelada, isso se não morrer. Começa a cirurgia, a menina tem três paradas cardíacas, quando terminou deu outras, mas até que estabilizou-, descreve.
O que Eduardo Hadad não tinha visto nem os demais integrantes da equipe médica, é que no momento das paradas cardíacas a avó colocou uma foto da madre Paolina na mão da criança, e esta não soltou mais. Era o indicio do milagre.
A menina foi batizada no próprio Hospital, dentro do balão de oxigênio, e logo se recuperou. O nome Iza foi dado em homenagem a avó, devota de madre Paolina, e o sobrenome Bruna, em homenagem ao médico Eduardo Hadad, por ser esse o nome da sua filha mais velha.
A cura foi atestada pelo Santo Padre e, no dia 19 de maio de 2002, o Papa João Paulo II canonizou Santa Paulina, reconhecendo suas virtudes em grau heróico: humildade, caridade, fé, simplicidade, vida de oração, entre outras
Drama pessoal, vencendo um câncer na próstata
No final de maio de 2014, as palavras de agradecimentos de uma paciente, durante um plantão no hospital Santa Juliana, soaram como um sinal de alerta aos ouvidos do bom doutor Hadad.
– Ela disse doutor, eu estava pedindo a Deus que o senhor fizesse o meu parto, porque o senhor já fez da minha família quase toda. Desejo que o senhor tenha muitos anos de vida e que ainda venha a pegar muitos meninos. Aquelas palavras mexeram comigo, alguma coisa me dizia faz exame-, observa.
Ele conta que anualmente faz exames gerais, sempre no mês de janeiro ou fevereiro, e já era maio e ele não tinha feito. As palavras daquela mulher ficaram martelando na sua cabeça. Dois plantões depois, ele está em jejum quando chega o rapaz do laboratório para coleta de sangue, decide fazer a coleta e tem o primeiro indicio de um possível câncer na próstata.
-O resultado revelou uma alteração, o colega disse, toma antibióticos 15 dias e repete, fiz, mesmo resultado. Partir para a biopsia. Fui acometido de infecção. Passei duas semanas na UTI. Quando o médico que fez a biópsia veio falar comigo e disse EDUARDO, veio aquela escuridão! Eu disse, já sei, deu câncer-. detalha.
A partir daquele momento era uma luta contra o tempo. A primeira providencia foi viajar para o hospital AC Camargo, em São Paulo, onde ia ser realizada a cirurgia. ‘’Eu sentia que tinha ainda uma luizinha no fim do túnel. Não deu desespero. As pessoas vinham conversar comigo preocupadas e eu dizia seja o que Deus quiser, seja feita a vontade dele e não a minha. Enquanto ele permitir estarei aqui ajudando a quem precisa de mim-, diz em tom sereno.
A cirurgia aconteceu no dia da semifinal entre Brasil e Alemanha. Quase duas horas de procedimento. ‘Eu só ouvia o pessoal comentando o Brasil perdeu de sete a um, mas eu só tinha o que comemorar, estava vivo, lutando’’.
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Trabalho ajuda na recuperação
A cirurgia foi um sucesso, desencadeando apenas um processo de incontinência urinária temporário, o que já havia sido previsto pelos médicos, e considerado normal no pós-operatório. O único inconveniente, no caso, seria usar fraldas, caso quiser sair de casa.
Outro ponto negativo foi o atestado fornecido ao medico, onde ele era apontado como inválido. Eduardo não aceitou. Pediu nova avaliação da junta médica e demonstrou está apto a voltar ao trabalho.
– Eu vou trabalhar mesmo de fralda, anunciei. Assim fiz, trazia três, quatro fraldas para trabalhar. Eu tinha na minha cabeça que precisava ajudar a quem precisa, o que me gratifica é isso, é para isso que e tornei médico, são 33 anos de trabalho que não se
pode jogar fora assim-, justifica.
O drama pessoal do médico não parava por ai. No mesmo ano, ele perdeu a mãe, uma tia, e no início de 2015, uma sobrinha foi vítima de desastre de carro, provocado por índios no Mato Grosso.
– Ai sempre tem aquele prá chegar e dizer, Eduardo, tudo isso, será que você não fez alguma coisa e está pagando? Eu digo, não, Deus não castiga ninguém, Isso é provação. Se você cai e levanta ai vem o inimigo e toca em outras coisas que você ama, Eu tenho fé em Deus e sempre faço as minhas orações. Ele é que está no controle de tudo-, testemunha.
Ajudar a quem precisar
Eduardo Hadad é oficial médico da reserva da PM, diretor clinico do Hospital Santa Juliana, atende em seu consultório particular as segundas, terças e quintas e tira plantões na maternidade Barbara Heliodora.
– Eu me sinto mais satisfeito em atender pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, que particular. Aquele muito obrigado, aquele abraço, é demais, isso eu quero ter até o último minuto de vida-, assegura, acrescentando que não deseja ser político, apesar dos muitos convites que já recebeu.
Rede Cegonha, parto humanizado – Apesar do drama vivido, Eduardo não reclama, e ainda acha tempo para registrar os acontecimentos positivos registrados no de 2014. Um deles foi a inauguração da Rede Cegonha Madre Paolina do hospital Santa Juliana.
A rede foi inaugurada em março, dois meses antes do diagnostico e do câncer. É o chamado parto humanizado, a paciente escolhe a onde vai ganhar o seu bebe, na cama ou na banheira, tem ainda a bola o cavalinho para paciente fazer exercício, com direito a acompanhante.
– Convidamos aquelas mulheres que ainda estão no pré natal para conhecer, é importante para perder o medo de hospital, tudo pelo SUS-, assegura. O medico registra ainda os grandes avanços na área de cirurgia torácica, reconhecendo os esforços da cirurgiã pediátrica Fernanda Lage e do cirurgião torácico Everson Beltrano, com o suporte da UTI neonatal do santa Juliana.
Brendha Hadad, o ‘’xodó’’ do papai
Em dado momento da entrevista, o papai coruja Eduardo Hadad, muda o tom da entrevista, e narra orgulhoso a ascensão profissional da filha famosa, a atriz Brendha Hadad, ex-global e atual contratada da Rede Record de Televisão.
A carreira artística de Brendha começou ainda na infância, a contragosto do pai, mas que acabou cedendo diante seu jeitinho conquistador.
– Ela foi Miss Brasil Mirim aos 12 anos. Eu disse minha filha você vai para Londrina, ninguém conhece papai, você tanto pode ganhar como pode perder. Ela disse papai eu vou ganhar, e ganhou-, registra orgulhoso.
Na volta, conseguiu a garantia do pai de que teria permissão para tentar a carreira de atriz fora do estado quando completasse 18 anos. No dia do aniversario, não perdeu tempo e cobrou a promessa de uma forma bem inusitada.
– Eu parabenizei, levei-a para comprar o presente, um carro, ela agradeceu, mas nem se empolgou com o presente só queria saber da promessa e foi logo me perguntando:
– Pai se eu fizer um teste e passar, o senhor vai deixar eu ir para o Rio tentar carreira artística?
– Claro, minha filha – respondi.
– Pois eu já fiz e já passei – anunciou.
O teste ao que Brendha se referia era para a Minissérie Amazônia, sua estréia na Rede Globo de Televisão, onde ela fez outros quatro trabalhos. Atualmente ela é contratada da Rede Record de Televisão com estréia prevista na novela os Dez Mandamentos.
Agradecimento ao Ac24horas – O medico finaliza a entrevista do agradecendo a direção do site. ‘’ É muito importante esse trabalho de reconhecimento e regaste históricos que está sendo feito pelo Roberto Vaz , a ele meu respeito e carinho’’.

quinta-feira, julho 02, 2015

Gazeta Alerta completa 13 anos

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Programa é líder de audiência na região
Gazeta Alerta, há mais de uma década, é líder de audiência na televisão acriana. No aniversário de 13 anos, a constatação de que, no Acre, é o programa assistido por todas as classes sociais.
Vários repórteres já passaram pelo Gazeta Alerta. Atualmente, o programa conta com duas equipes fixas e profissionais distribuídos no interior do estado que se revezam diariamente para mostrar a realidade das ruas.
Os anseios e reivindicações da comunidade colocadas no ar, a interação direta com o público, as cobranças do programa ao poder público fizeram do Gazeta Alerta uma referência na comunidade.
“Nós fazemos jornalismo, procurando sempre ter o interesse público como referência”, lembra o apresentador Edvaldo Souza. “E com isso, tenho tranquilidade em dizer, se for de interesse público, tudo é notícia”.
Ao longo dos anos, foram muitos os casos mostrados aqui, que ajudaram o poder público a solucionar os problemas da comunidade.
Equipes específicas da cobertura policial acompanham os dramas da Segurança Pública, muitas vezes, em tempo real. Mas, todos os outros assuntos que têm impacto na comunidade recebem a dedicação de todas as equipes da TV Gazeta.
Ao longo dos anos, o Gazeta Alerta também se especializou em colecionar prêmios. Foi assim no prêmio de jornalismo do Ministério Público Estadual, em dezembro do ano passado.
“O Gazeta Alerta é um jornal que nunca para, com equipes espalhadas pela cidade a todo momento e isso responde, em parte, pelo sucesso do programa ao longo desses últimos 13 anos”, avaliou a editora-chefe do Gazeta Alerta, a jornalista Glória Silva.