quinta-feira, abril 21, 2011

Deu no site oaltoacre.com


Vereador Carlinho do Pelado junto com o deputado Edvaldo Souza.


Vereador e presidente da Câmara Municipal da cidade de Brasiléia, no Acre, Carlinho do ‘Pelado’ (PSB), visitou o gabinete do deputado estadual pelo PSDC, Edvaldo Souza, para estreitar ainda mais, laços políticos e fortalecer apoio junto à fronteira.

Por sua vez, o deputado acha importante essa aproximação entre o parlamento da Capital com os Municípios, para que possam estar juntos, defendendo os interesses do povo que os elegeram.

Edvaldo de Souza, é jornalista, engenheiro agrônomo e bacharel em direito com pós graduação nas áreas de psicopedagogia e em meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Seu primeiro mandato como deputado estadual, é voltado para o lado social.

Sexta-feira Santa






A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.

São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a contemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.

Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.

A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria contempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.

quarta-feira, abril 20, 2011

Quinta-feira Santa

Hoje é dia de desarmar o espírito, perdoar o próximo, ser tolerante, orar, rezar, recarregar as energias e dizer: obrigado meu Deus!

Em épocas passadas era um dia de vigília e de muita oração. O tempo passou, a sociedade mudou para pior, os costumes mudaram e os valores se inverteram.

Triste sociedade.

Deu na Tribuna

Resposta dura
Sobre as especulações de que estaria descontente na Frente Popular e por isso se rebelando contra o governo e ainda se mudando para o PSD, o deputado estadual Edvaldo Souza (PSD) foi duro: "Não me considero chantagista e tão pouco um parlamentar do 'toma lá, dá cá'. Tenho minhas posições e as defendo publicamente sem medo de mostrá-las. Todo mundo sabe disso e sempre agi desta forma. Respeito o posicionamento e as opiniões de quem quer que seja. Porém, tenho cérebro, portanto, raciocino. Não sou teleguiado".

Resposta dura II
Edvaldo foi eleito com 4.646 votos, sendo o deputado mais votado em Rio Branco. Afirma que vai continuar no PSDC, que é um partido que tem projeto de crescimento, e para isso está trabalhando.

Resposta dura III
Para Edvaldo, o momento se apresenta propício para quem quer mudar de partido com o surgimento do PSD. Ele não discorda de quem fez ou fará a mudança de partido. Ele diz que está muito bem obrigado.

terça-feira, abril 19, 2011


Não sou teleguiado


Tenho sempre lido aqui e ali informações da área política que sinceramente não me causam nenhuma preocupação. Não me considero chantagista e tão pouco um parlamentar do tomá lá, dá cá. Tenho minhas posições e as defendo publicamente sem medo de mostrá-las. Todo mundo sabe disso e sempre agi desta forma. Respeito o posicionamento e as opiniões de quem quer que seja. Porém, tenho cérebro, portanto, raciocino. Não sou teleguiado.

Sempre defendi que o meu mandato seria propositivo. Votando de forma positiva em todas as matérias de interesse do povo do Acre, mas tendo a coragem de divergir quando necessário, criticar, denunciar e sugerir.

Fui eleito pelo PSDC com 4.646 votos sendo o deputado mais votado na capital acreana. Continuo no PSDC que é um partido que tem projeto de crescimento, e para isso estamos trabalhando.

O momento se apresenta propício para quem quer mudar de partido com o surgimento do PSD. Não discordo de quem fez ou fará a mudança de partido. Quanto a mim, estou muito bem obrigado, no PSDC.

Agora, caso efetivamente aconteça a tal reforma política, é outra história. No modelo que a reforma estar sendo gestada será o fim das coligações proporcionais e dos chamados partidos pequenos.

Só me resta esperar. O tempo dirá qual o caminho a ser percorrido.

domingo, abril 17, 2011

O líder do PDT na Câmara, Giovanni Queiroz (PA), reconhece que “a tese de Jovair” mexeu com a cabeça de muita gente no Congresso. “Temos que acabar com essa estrutura do TSE e dos TRE”s. Não há razão para que as ações não sejam julgadas pela Justiça comum. Os juízes são emprestados, não são especialistas na matéria”, defende. Queiroz sugere que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) exerça as funções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que os tribunais de justiça estaduais ou os regionais federais desempenhem o papel dos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE”s). Qual seria a vantagem? “Menos palacetes seriam construídos. Eles agridem a miséria brasileira”, diz.

O argumento de Jovair Arantes - que está preparando uma proposta de emenda constitucional sobre o assunto - é semelhante. Ele critica o custo de quase R$ 5 bilhões da Justiça Eleitoral, mesmo em ano sem eleições. Mas o ponto crucial é mesmo a interferência no processo eleitoral.

O ativismo é visto como preocupação principal pelo líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP). O deputado se diz contrário à extinção, mas defende a delimitação do poder normativo da Justiça Eleitoral. “Ela tem exercido uma regulamentação muito exacerbada”, afirma. Teixeira cita como exageros a verticalização das alianças, em 2002, e a interpretação, no ano passado, de que o suplente deve pertencer ao mesmo partido do titular, contrariando critério em vigor há décadas.

Presidente do TSE, o ministro Ricardo Lewandowski nega que haja ativismo. Afirma que o tribunal só age quando provocado. “Os protagonistas são os políticos. Somos coadjuvantes, como árbitros numa partida de futebol. O que ocorre é que os jogadores estão pedindo a intervenção do juiz”, diz. Lewandowski argumenta que sempre nos momentos em que a Justiça Eleitoral foi enfraquecida “houve um retrocesso”, como no Estado Novo (1937-1947) e depois do golpe militar de 1964.

O presidente do TSE aponta o sistema de rodízio e os mandatos de dois anos não como desvantagem, pela falta de especialização, mas como forma de se evitar uma “ideologização” dos magistrados. Lewandowski ressalta ainda o baixo custo das eleições de 2010 - R$ 3,60 por cidadão, “o preço de um café com leite” - e a eficiência do TSE, que divulgou o resultado presidencial em 1h04.

De fato, a Justiça Eleitoral brasileira pode ser considerada modelo quando se leva em consideração situações constrangedoras vividas por democracias ditas avançadas. A eleição presidencial americana de 2000 é um exemplo. A decisão a favor de George W. Bush se deu na recontagem de votos da Flórida, governada pelo irmão do então candidato republicano, que tinha influência sobre a Justiça Eleitoral do Estado. No Reino Unido e na Suíça, o Executivo também se confunde com o Judiciário em questões eleitorais e abre margem ao favorecimento de quem está no poder. Outros países (como Rússia, Uruguai e Equador) adotam modelos híbridos que combinam funcionários públicos de carreira e nomes indicados pelos partidos políticos.

No Brasil, a Justiça Eleitoral é uma das instituições mais antigas do sistema político. Veio na esteira da Revolução de 30 e tinha como objetivo moralizar o processo eleitoral e acabar com as fraudes que marcaram a República Velha.

Nos últimos anos, no entanto, saiu do pedestal e passou a ser vista como incômoda protagonista. No ano passado, foi alvo de críticas incessantes. A oposição, ao ver o então presidente Lula fazer campanha antecipada para sua candidata, Dilma Rousseff, esperneava e acusava o TSE de ser leniente, inoperante. Já o governo reclamava de estar amarrado a regras que tolhem a política. E, assim, o trânsito da propaganda eleitoral caiu no denuncismo e na tentativa de impingir multas ao adversário. O TSE foi o juiz infeliz de um jogo feio, catimbado, cheio de faltas. Pelo jeito, não está agradando nem aos vencedores.


Fonte: www.diariodeumjuiz.com

sábado, abril 16, 2011


A inundação que castiga os acreanos




Milhares de famílias vivem o drama da alagação. Ruas, quintais e casas completamente inundados com a subida repentina do nível das águas do rio acre em pleno mês de abril.


Bairros situados em áreas mais baixas foram completamente tomados pela águas e as cenas que são mostradas nas emissoras de televisão se repetem como se fosse um velho filme sendo reprisado em preto e branco.


Há anos as autoridades vivem o dilema de fazer a retirada ou não das famílias que residem nas chamadas áreas de risco. É um trabalho árduo que tem que ser feito de forma pedagógica por meio da conscientização das pessoas.


O fato é que devemos ter um projeto de retirada e transferência dessas famílias para áreas seguras e que não inundem. E quando se fala em retirada, se fala na construção de casas populares(efetivamente para pobres), com a figura do Estado propiciando mecanismos para que essas pessoas possam pagar suas prestações de acordo com a renda obtida a cada mês.


Enquanto ações desse porte não forem desenvolvidas o filme se repetirá a cada ano com famílias sendo transferidas para abrigos, muitas reclamações, prejuízos, e muita gente fazendo firula entre os desabrigados prestando a chamada solidariedade.


Os alagados por sua vez, transformam o parque de exposição num grande bairro. As vezes em melhores condições do que as áreas em que moram, onde as dificuldades são superadas todos os dias.


Uma coisa é certa: o café, almoço e janta estão garantidos durante esse período. Depois disso é cair na real.


Cuidado com a testemunha


Numa cidade do interior, o Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha, DONA GENOVEVA, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o Promotor pergunta à velhinha: - Dona Genoveva, a senhora me conhece? Sabe quem sou eu e o que faço? - Claro que eu o conheço, Vinícius! Eu o conheci bebê.As pessoas só choravam, deveria ser pelo pintinho pequeninho que você tinha. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado.Nem sabe que a filha esta grávida, e pelo que sei, nem ela sabe quem é o pai. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço! O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o Juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha: - E o advogado de defesa, a senhora o conhece? A velhinha responde imediatamente: - O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele,pois sempre que o pai dele saia, a mãe ia pra algum outro compromisso. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou. Além de ser traído pela mulher com o mecânico... com o mecânico!! Neste momento, o Juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois: - Se algum de vocês perguntar a esta velha, filha da puta, se ela me conhece, vai sair desta sala preso! Fui claro?







quinta-feira, abril 14, 2011


Sessão tensa na Assembléia Legislativa


Tinha tudo para ser uma sessão dentro daquilo que chamam de normalidade, com parlamentares utilizando a trbuna com assuntos do nosso dia a dia, com reivindicações, apartes, críticas, enfim, cada um fazendo o papel que lhe compete, seja da situação ou seja de oposição.

Porém, ao final da sessão o caldo engrossou com os discursos proferidos pelos deputados Moisés Diniz(PC do B) e Wherles Rocha(PSDB). As acusações partiram de ambos os lados.

O clima chegou a ficar tenso, seguranças se mobilizaram para a necessidade de apagar o incêndio, microfones foram cortados e se cogitou inclusive a suspensão dos trabalhos, o que não ocorreu.

O nervosismo ocasionado pelo embate fez com que os dois parlamentares perdessem a estribeira, ficassem pálidos e prontos para continuar o duelo vernacular, o que não aconteceu.

Para alguns, o que se viu hoje não fez bem ao Parlamento. Para outros, os grandes embates fazem parte do processo democrático.

Ao final, os dois parlamentares se desculparam.

Melhor assim. A vida continua.


Mais uma premiação


Não é novidade para ninguém que tenho o programa Gazeta Alerta como uma espécie de caixa de ressonância dos problemas da comunidade. É um programa feito por vários profissionais que se empenham em levar a informação do jeito que ela é. Nem sempre se agrada a todos e nunca conseguiremos agradar. Para elogiar já existe uma penca de gente.

Ontem, o Gazeta Alerta, que tem como apresentador esse escrevinhador, foi agraciado com o prêmio de melhor programa e de maior audiência em sua respectiva categoria. Estamos lisonjeados.

A pesquisa foi feita pelo instituto IBPP. Todos os profissionais que fazem o Gazeta Alerta estão de parabéns.


Feliz Aniversário



Hoje é um dia de muita felicidade aqui em casa. Minha mulher Simone Souza está aniversariando e todo nós estamos muito felizes. São anos de muita luta, dedicação e acima de tudo de tolerância para com esse aprendiz de blogueiro.
Não faremos festa. Só o fato de estarmos vivos e sermos felizes já é uma grande festa.

terça-feira, abril 12, 2011


Desfiliação por criação de partido vai parar no STF

Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (12), Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pelo PPS (Partido Popular Socialista) contra o dispositivo da Resolução 22.610/07, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que diz que a criação de nova legenda caracteriza justa causa para que um parlamentar se desfilie de seu partido de origem sem perder o mandato. Para o PPS, a hipótese de justa causa questionada seria, na verdade, “um atentado ao princípio da fidelidade partidária”. No mérito, o PPS pede a declaração de inconstitucionalidade do dispositivo contestado. O relator da ação é o ministro Joaquim Barbosa.

De acordo com o PPS, a decisão do STF no julgamento dos Mandados de Segurança que discutiram a chamada fidelidade partidária, teria sido no sentido de que os “partidos políticos são os verdadeiros titulares dos mandatos”. O STF firmou entendimento de que existem situações específicas que tornam legítimo o abandono da legenda de origem, entende o partido socialista. “Mas ao contrário do que possa parecer à primeira vista, esta Suprema Corte não passou um cheque em branco para o TSE dispor livremente sobre a questão”, sustenta a legenda. Na ocasião, o STF delegou ao TSE a competência para regulamentar a matéria, que acabou se concretizando na edição, pela Corte Eleitoral, da Resolução 22.610/2007.

Quanto à resolução, o PPS entende que as hipóteses listadas nos incisos I, III e IV do parágrafo primeiro do artigo 1º da norma eleitoral, são situações em que o partido é responsável por dar causa ao rompimento da relação com o parlamentar e, portanto, seriam legítimas para caracterizar justa causa. Mas no caso do inciso II, que trata da criação de novo partido, o PPS entende que a situação é diferente, uma vez que não haveria nenhuma conduta do partido que ensejaria a desfiliação de seus membros.

A legenda pede a concessão de liminar para suspender a vigência do inciso II do parágrafo primeiro do artigo 1º da Resolução 22.610/2007. A urgência, de acordo com a ação, se baseia no fato de que existiria um movimento de criação de um novo partido político, liderado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. E, segundo o PPS, notícias divulgadas pela imprensa dão conta de que diversos parlamentares, valendo-se deste dispositivo, pretendem se filiar ao novo partido, abandonando as legendas sob as quais se elegeram.



Fonte: Gazeta digital (Cuiabá)





A pouca vergonha e a falência dos pequenos produtores rurais


Não é novidade para ninguém as dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores rurais. Eu falo exatamente daqueles que no dia a dia tiram da terra o sustento para suas famílias. De sol a sol eles estão no campo. Roçando, plantando, colhendo, enfim, tentando sobreviver.

Sem ter como aumentar suas áreas de plantio por conta de uma legislação esdrúxula, esses homens e mulheres, apenas sobrevivem, produzindo quando possível, o necessário apenas para o auto-sustento.

Muitos já abandonaram suas colônias por conta das multas aplicadas por parte dos orgãos fiscalizadores. De forma cruel os chamados fiscais, aplicam multas impagáveis aos pequenos produtores. Alguns já tiveram suas áreas penhoradas pela justiça.

Aonde vamos parar? Como atingir produção, produtividade, com eficiência, eficácia e efetividade se pequenos produtores rurais são tratados como criminosos de alta periculosidade.

Quem conhece a zona rural sabe perfeitamente os sacrifícios enfrentados pelo rurícola, pela família rural. Lhes falta quase tudo, mas lhes sobra dignidade e força de vontade para superar obstáculos.

Ramais intrafegáveis, juros extorsivos, falta de garantia do preço mínimo e principalmente, políticas públicas voltadas ao pequeno produtor são os grandes entraves.

O resto é conversa pra boi dormir.

Deputado Chico Viga deixa o PT e vai para o PSD

Era uma questão de tempo. O parlamentar há algum tempo não se sentia à vontade dentro do partido. Magoado com algumas questões e principalmente com o tratamento político que lhe era dispensado.

A saída do deputado se consumou hoje, ao que tudo indica, sem traumas. Chico Viga vai se filar ao PSD.

PSDC no interior do Acre

Mesmo enfrentando sérias dificuldades típicas de um partido pequeno, o PSDC, começa a fincar suas bases no interior do estado visando futuros embates políticos.

Desta feita, em breve, o partido estará instalando sua executiva municipal em Brasiléia.

O trabalho é de formiguinha, mas, o importante é não desistir.

Debandada geral

Com o anúncio da criação do PSD, partido comandado Por Kassab, e aqui no Acre tendo como expoente maior o senador Sérgio Petecão, a saída de políticos com mandato para ingressar no novo partido parece ser favas contadas.

Alguns, ao que tudo indica, estão esperando apenas o momento apropriado para mudar de rumo e acertar o azimute político. Outros permanecem em dúvida, mas é bom não duvidar.

segunda-feira, abril 11, 2011

Nível das águas do rio acre em Brasiléia







Foto do site www.oaltoacre.com

Parabéns, ligeirinho da fronteira!




Não é novidade pra ninguém que primo pela boa relação profissional e de amizade que tenho com o repórter Almir Andrade e sua família. O bom Almir é dessas figuras que não sabem dizer " não", estando sempre disposto a ajudar o próximo.

De família humilde,batalhou e buscou o seu espaço enquanto comunicador no município de Brasiléia, onde começou na Rádio Difusora Acreana, como sonoplasta. De lá para cá foi uma longa caminhada entre críticas e elogios. Conseguiu se firmar como repórter da RDA e da TV Gazeta e agora tem seu próprio programa jornalístico em Brasiléia.

Montou um estúdio, adquiriu um computador, aprendeu as manhas da internet e faz de tudo um pouco. Ele mesmo é o repórter e apresentador. Ganhou respeito e reconhecimento.

Para coroar o seu trabalho, resolveu fazer faculdade. Passou no vestibular e na sexta-feira passada, atendendo ao seu convite, participei da sua festa de colação de grau no curso de Serviço Social, ministrado pela Universidade Norte do Paraná.

É um vencedor acima de tudo e merece o meu respeito. Parabéns, ligeirinho da fronteira!

Visual do rio acre




O velho rio acre, cansado de guerra e de tanta poluição, apresenta um bonito visual nesta época do ano por conta da cheia.
Uma pena que a paisagem contrasta com o sofrimento daqueles que deixam suas casas para ficar em abrigos.

Alagação começa a desabrigar famílias


A subida do nível das águas do rio acre começa a provocar prejuízos e a causar transtornos a centenas de famílias que residem nas chamadas áreas baixas da cidade. Áreas que ao primeiro sinal de limite da cota de alerta são inundadas.

Os transtornos são muitos e as reclamações também. Famílias que tiveram suas casas atingidas reclamam da demora para que sejam retiradas do lugar e colocadas em abrigos.

Um planejamento foi feito para tal situação, mas ao que tudo indica a Defesa Civil não está dando conta de atender a todos os chamados.

Bairros seis de agosto, Airton Sena e Taquari já estão inundados.

As noticias não são alvissareiras. Em Brasiléia e Assis Brasil os rios estão cheios e toda essa água desemboca aqui em Rio Branco.

domingo, abril 10, 2011

A tragédia de Realengo deve forçar o debate sobre a nova campanha de desarmamento.


Até 1997, portar arma de fogo era considerada mera contravenção penal. Com a edição da Lei 9.437, transformou-se a contravenção de porte ilegal de arma de fogo em crime.

Diante de imperfeições da Lei 9.437/97, foi editado o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) . Nele buscou-se, proibir por completo, o comércio de armas de fogo no Brasil. Para tanto, foi votado um referendo popular para aprovar ou desaprovar o art. 35 do Estatuto.

No mês de outubro de 2005 a população brasileira rejeitou a proibição do comércio de armas e munições.

Desde a edição da Lei 10826/03, portar arma de fogo (uso permitido) é punido com pena de 2 a 4 anos de prisão. Como não se trata de crime violento contra a pessoa e tendo em vista o montante da pena, quase sempre o infrator tem a sanção corporal substituída por penas restritivas de direito. Em outras palavras, dificilmente o infrator paga a falta que cometeu com a perda da liberdade.

E o dia-a-dia no Forum mostra que as pessoas que andam armadas não carregam os revolveres para se protegerem, mas, sim, para cometer delitos mais graves, seja de natureza patrimonial (roubo), seja pessoal (homicídio). Entretanto, pegoss na ante-sala do crime , mas considerando que o Código Penal despreza os “atos preparatórios”, a capitulação legal fica sempre no porte ou posse ilegal de arma de fogo.

Uma solução, talvez, seria alargar o espaço entre a pena mínima e máxima.

Não se é ingênuo em acreditar que um maior rigor estatal impeça a ocorrência de novos crimes, ainda mais com as características peculiares como as apresentadas pelo assassino de Realengo. Mas que pode ajudar, isso pode.


Surrupiado do www.diariodeumjuiz.com

quarta-feira, abril 06, 2011

O setor de saúde no Acre

Não sou daqueles que torcem para que tudo dê errado. Ao contrário, não tenho nenhum problema em elogiar as ações que considero positivas.

Me refiro ao Hospital das Clínicas(antiga Fundhacre). Estive lá fazendo uma visita as instalações e observei o nível de investimento realizado.

Conversei com pacientes internados e perguntei sobre o atendimento que era prestado pelos profissionais que ali trabalham. Não ouvi nenhuma crítica, só elogios.

Já na área externa de atendimento as reclamações são muitas, principalmente no tocante ao agendamento de consultas e na falta de oftalmologistas.

Indaguei a secretária Sueli Melo a respeito desses problemas e ela afirmou que a questão dos oftalmologistas será solucionada no mais breve espaço de tempo.

A questão maior é a humanização do atendimento, ou seja, os doentes devem ser tratados como cidadãos e de forma decente. O objetivo é esse e o recado já foi dado de forma dura com o anúncio da contratação de 100 médicos.

Para um bom entendedor, quem não acompanhar a orquestra deverá ir trabalhar em outro local.


Radares fora do ar


Já vinha prestando atenção na ausência dos famigerados radares nas ruas e avenidas de Rio Branco. Os equipamentos cuja função é multar os motoristas por excesso de velocidade, estão pelo menos por enquanto, fora de circulação.

Hoje, verifiquei que até os radares fixos estão sem funcionar. Estão desligados, mas, os pardais existentes nos semáforos continuam funcionando.

Trabalhadores no olho da rua


Todo mundo sabe que a Prefeitura de Rio Branco não anda bem das pernas. O dinheiro está curto e a reclamação é geral. Pelo andar da carruagem o que está garantido é o pagamento do funcionalismo municipal.

Porém, para surpresa de muitos trabalhadores que executam suas atividades por intermédio das cooperativas que tem contrato com a Prefeitura a ordem é demitir.

São trabalhadores humildes. Zeladores, porteiro e mais tarde vai sobrar para as zeladoras das escolas.

O corte de recursos anunciado por Dilma Roussef vai levar algumas prefeituras a bancarrota.

Passada as eleições o pau canta e sobra para os mais humildes.

domingo, abril 03, 2011


Vou ali e volto

Por conta da viagem dos deputados estaduais a Pucalpa volto a atualizar o blog na próxima quarta-feira.

Espero que façamos uma boa viagem. Confesso que mesmo sendo um transporte seguro, tenho minhas cismas em viajar de avião. Amanhã embarcaremos rumo a Pucalpa.

Alagação

Neste domingo de céu parcialmente encoberto, familias que residem nas áreas baixas da cidade pedem a Deus que não chova. O nível das águas do rio acre subiu de forma preocupante mobilizando as autoridades do estado e município. No bairro Airton Sena e Seis de Agosto a alagação já chegou.

Novo site no ar

Com a proposta de ser transparente e voltado para as questões populares noticiando os fatos acima das questões políticas já está no ar o site www.vejaanoticia.com.

É bem verdade que ajustes ainda estão sendo feitos nesse período experimental objetivando aprimorar ainda mais o produto.

É esperar e desejar boa sorte aos responsáveis pela iniciativa.

sábado, abril 02, 2011

Jornalistas na política

Pelo andar da carruagem alguns colegas jornalistas deverão se submeter ao teste das urnas nas próximas eleições. Bons nomes começam a ser ventilados dentro da própria categoria e particularmente fico torcendo para que tenham sucesso.

É uma experiência fantástica para quem se submete a ela. O jogo é bruto e desigual para quem não é afortunado. Mas, vale a pena. Insistir, conversar com o povo, ouvi-lo e principalmente conhecer de perto os problemas de quem vive na periferia.

Boa sorte a todos.

Fora de combate

Quinta-feira, dia 03 de abril, tive uma grande dificuldade para apresentar o programa Gazeta Alerta na Tv Gazeta. Uma dor insuportável tomou conta do meu olho esquerdo que rapidamente ficou completamente avermelhado.

Fiz o programa com dificuldades e da televisão fui direto a oftalmologista. O diagnóstico foi curto e grosso. Uma infecção brava no globo ocular.

Imediatamente um colírio , um antibiótico potente e um anti-inflamatório me foram receitados para acalmar a forte dor.

A pressão intra-ocular, por conta de um colírio milagroso estabilizou-se.

É o que eu digo sempre aos amigos: Quando passamos dos quarenta anos parece que perdemos o prazo de validade.

É a vida. E como dizia João Saldanha: Vida que segue.