sexta-feira, novembro 16, 2012









Cotação

O nome do deputado estadual Edvaldo Souza, do PSDC, tem subido na bolsa de apostas para
 ocupar o cargo de vice-presidente na futura composição da mesa diretora da Aleac.
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Ideal  

Pouco afeito a salamaleques e acima de tudo preparado, o parlamentar, segundo muitos 
colegas do parlamento estadual, seria o nome ideal para o cargo.

Favorece 

 Pesa a favor de Edvaldo Souza o fato de ser um político em quem se pode confiar. O apresentador 
do Gazeta Alerta, de acordo com alguns deputados estaduais que estavam ontem no Salão Azul 
da Aleac daria mais respeito e equilíbrio à mesa diretora.

Composição 

 Perguntado sobre a possibilidade de ser vice-presidente da Aleac, Edvaldo foi enfático: “Defendo 
uma mesa pluripartidária e o meu nome estará à disposição”.





Novo vice

Um grupo de parlamentares, inclusive alguns do PEN, lançou o nome de Edvaldo Souza (PSDC) para a mesa diretora da Aleac. Eles defendem o nome do deputado para vice-presidente da casa. Edvaldo também tem o apoio de membros da oposição.

Tranquilidade

A serenidade e o equilíbrio do deputado Edvaldo Souza tem feito com que os seus pares optem pelo seu nome. Para muitos, Helder Paiva já deu sua contribuição nos seus 12 anos como vice-presidente.

Santiago

O atual presidente, Elson Santiago, que sofreu com o fogo amigo não fala absolutamente nada, mas entre amigos sabe-se que ele é favorável ao nome de Edvaldo Souza, por ser um político extremamente confiável e de uma palavra só.

quinta-feira, outubro 25, 2012

Deu no jornal A Tribuna


Edvaldo anuncia ruas no Caladinho

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24/10/2012 - 22:16:59
DEPUTADO Edvaldo Souza teve pedido atendido
Máquinas e homem do governo do Estado entrarão no bairro Caladinho, nos próximos dias, para começar uma nova etapa de abertura de ruas. O anúncio é do deputado estadual Edvaldo Souza (PSDC), uma espécie de patrono da comunidade.

Atendendo a uma solicitação do líder do PSDC na Aleac, o governador Tião Viana autorizou o Deracre a usar máquinas e homens para o trabalho de construção das ruas para facilitar o acesso e o tráfego no Caladinho.

Edvaldo Souza defende as famílias do Caladinho desde o dia em que os primeiros ocupantes entraram na área para construir pequenos casebres de madeira e palha. De uma área de terra ocupada, a região se transformou num bairro que tem hoje perto de 600 famílias. Foi no programa Gazeta Alerta, que apresenta na TV Gazeta, que Edvaldo Souza “comprou” as primeiras brigas em nome dos ocupantes.

Foi o deputado também quem garantiu a maior vitória para 560 famílias do Caladinho, até aqui. Por indicação dele, o governo do Estado entregou este ano os títulos definitivos dos terrenos. “Estou obedecendo ao que o meu coração manda fazer”, disse Edvaldo Souza, lembrando que o mandato de deputado é do povo e tem de ser utilizado em benefício da comunidade e jamais em proveito pessoal.

Outras duas conquistas do mandato que orgulham Edvaldo Souza foi a instalação recentemente de um terminal bancário do Banco do Brasil no Conjunto Universitário e a palavra do governador Tião Viana de que ano que vem começará as obras de construção da Delegacia do Idoso.

sexta-feira, outubro 19, 2012

quinta-feira, outubro 18, 2012

Deu na Poronga




Ânimo
Deputado Edvaldo Souza (PSDC) continua animado com a campanha que está fazendo ao lado de Marcus Alexandre.

Maior atuação
À coluna, Edvaldo afirmou que vai intensificar sua participação na Assembleia Legislativa após as eleições.

Projetos
O apresentador do Gazeta Alerta, da TV Gazeta, diz ter na gaveta, prontos para apresentar aos colegas deputados, pelo menos sete projetos de lei.

Parabéns doutores!







São profissionais que não podem falhar. Infelizmente ninguém admite uma falha desses profissionais que quase sempre vivem no fio da navalha. Uns são extremamente eficazes, estudam, se preocupam com a evolução da ciência e mesmo com as responsabilidades de todos os dias conseguem tempo para estudar. Acredito que nessa profissão, estudar todos os dias é imprescindível. Não podem virar o doutor “         encaminho” ou o doutor diclofenaco ou paracetamol. As vezes  incompreendidos, criticados, elogiados, penalizados, fazem parte de uma área da ciência que compromisso e responsabilidade são essenciais.
Fico imaginando um  cirurgião sendo acordado no meio da noite para salvar uma vida. Um pediatra ouvindo o choro de uma mãe que implora para  que salve seu filho. Um ginecologista trazendo a luz uma bela criança. São situações vivenciadas rotineiramente por esses profissionais.
Um dia desses assisti a uma cesariana. Fiquei prestando atenção desde o momento que o médico desinfeta as mãos com iodo, coloca as luvas e começa a solicitar do instrumentista o seu material de trabalho para iniciar a cirurgia.
Um corte na horizontal e pouco a pouco as camadas da pele vão sendo abertas para que o médico possa retirar a criança. Nesse dia foram duas. Todo mundo ali prestando muita atenção e monitorando a paciente. Tudo muito rápido e com muita técnica.
Para fechar, camada por camada da pele é costurada pelo cirurgião. Algumas gorduras são retiradas, ajeita daqui ajeita dali e  num retoque especial a ultima costura é feita. Pronto! Tudo saiu muito bem e rapidamente  a paciente é encaminhada para a enfermaria depois da prescrição de alguns medicamentos.
Senti que a atividade se torna mecânica, acho que rotineira. Conversei com um médico a respeito dessa minha avaliação e ele me afirmou que eu tinha lá minhas razões e disse mais: ‘’Essa história de as vezes pensarmos que todo procedimento segue a mesma rotina, o mesmo padrão é que faz com que nas emergências alguns se sintam com as mãos atadas por terem dificuldades em lidar com o imprevisto’’.
Para algumas pessoas o  que difere o bom médico do médico tido como ruim é acima de tudo a competência na avaliação, no diagnóstico, na abordagem feita ao paciente e principalmente no tratamento humanizado. As vezes um bom dia, um sorriso, uma palavra amiga faz o diferencial.
Quarta-feira uma sessão solene em homenagem aos médicos foi realizada na Assembleia Legislativa a pedido do deputado Eduardo Farias, que também é médico. Uma bonita sessão onde alguns discursos desses profissionais serviram de parâmetro para que tenhamos uma noção da importância e dos dilemas vividos a cada dia.
Parabéns aos médicos Eduardo Hadad, Iran Geraldo Paes Leme, Antonio Lisboa, Jakson Ramos, Beiruth, Romeu Delilo, Donald Fernandes , Eduardo Farias, Abdo Bussad, Arnaldo Tomás e a tantos outros profissionais que fazem da atividade um verdadeiro sacerdócio.

Parabéns doutores!

terça-feira, outubro 16, 2012

Deu no jornal A Tribuna


Edvaldo defende Delegacia do Idoso

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15/10/2012 - 22:45:44
O deputado Estadual Edvaldo Souza (PSDC) apresentou indicação reivindicando ao governo do Estado a criação em regime de urgência de uma Delegacia Especializada de Crimes Contra o Idoso.

Líder do PSD na Aleac, o parlamentar vem estudando e se debruçando em cima do tema e extraindo as questões que fazem parte do dia a dia da maioria dos idosos.

De acordo com Edvaldo Souza, depois de dedicarem boa parte de suas vidas em prol do desenvolvimento do estado, esses homens e mulheres ficam a mercê da própria sorte quando da solução de demandas e conflitos de toda ordem.

São mais de 14 milhões de idosos em todo o Brasil, desse total 48 mil são idosos que residem no Acre. Rio Branco é a cidade do Estado com maior número de idosos chegando a 2l mil.

O parlamentar salientou o trabalho desenvolvido pelo Conselho do Idoso que sempre age em parceria com outras instituições, porém, enfatizou a necessidade da criação de uma delegacia especializada para proteção dos idosos que constantemente são vítimas de vários delitos.

“A violência contra a pessoa idosa é um fenômeno e representa um importante problema de saúde pública e de polícia”, destacou Edvaldo Souza, campeão de votos na capital e tido pela comunidade  como um defensor das causas populares. Ele lembrou que os idosos são vítimas constantes da violência física, psicológica e sexual, além de serem abandonados e sofrerem outros tipos de violência como financeira ou econômica e também  autonegligência.

Ontem o deputado esteve em audiência com o governador Tião Viana a quem pediu agilidade na instalação da delegacia por se tratar de uma reivindicação justa dos idosos que querem ter um lugar apropriado para dirimir conflitos.

O governador garantiu a Edvaldo Souza que no início do próximo ano dará início às obras de construção da Delegacia do Idoso. “Eu vou atender ao pedido do deputado Edvaldo Souza por se tratar de uma causa justa e que ele defende com muita propriedade”, afirmou o governador.

sábado, outubro 13, 2012

Boas lembranças

Sinceramente, as vezes fico um tanto quanto saudosista dos tempos em que tínhamos a chamada boa música, música de qualidade.As músicas do Taiguara embalaram os sonhos e desilusões da juventude da minha época. Hoje só nos resta as boas lembranças.

Luto

Tive a satisfação de conhecer dona Maria Andrade, mãe do repórter Almir Andrade e do sargento Lima. Era uma mulher que dizia na lata o que tinha de dizer. As vezes tinha o semblante de uma mulher brava, mas também guerreira. Para tristeza da família do repórter Almir Andrade que eu carinhosamente apelidei de ligeirinho da fronteira, dona Maria faleceu hoje pela manhã. Como sempre fazia, todos os dias, Almir Andrade a visitava. Hoje ao chegar a casa de sua mãe a encontrou morta. Dona Maria tinha problemas cardíacos e um infarto fulminante ceifou sua vida. A todos da família Andrade, em nome de minha família, as minhas condolências e que Deus os conforte nesse momento de dor e tristeza.

sábado, outubro 06, 2012

quinta-feira, setembro 06, 2012




                                                Campo de concentração

Me lembro que no ano passado fiz uma viagem ao Projeto de Assentamento Oriente, uma área localizada na  região da estrada Transacreana. O que vi foi o resultado do abandono a que os produtores rurais estão relegados.


Enfrentamos um ramal intrafegável, mata fechada, buracos, pinguelas desabando, trechos de  lama e principalmente a falta de perspectivas para as pessoas que moram naquele projeto. 

Fiz uma reportagem denunciando o caos estabelecido, conversei com as pessoas e ouvi o relato de seus dramas.

No inverno ninguém consegue sair daquela área. As pessoas tem que rezar para não adoecerem. Escoar  produção, muito menos.

Os agricultores produzem apenas para o próprio sustento e já garantiam naquela oportunidade que não há condições de retirar absolutamente nada daquele projeto.

O tempo passou e esses dias os produtores fizeram um manifesto na sede do Incra reivindicando melhorias. Melhorias que eles aguardam ansiosamente desde quando  foram assentados.

Tudo continua como antes e nada foi feito. Uma pouca vergonha! Tomara que agora os gestores façam o dever de casa e realizem melhorias para aquelas famílias.

                                    OPINIÃO DE UM JUIZ

O  artigo a seguir é de autoria do Juiz de Direito Gustavo Sauaia Romero Fernandes, de São Paulo.
Em meio ao pomposo julgamento do mensalão, com exposições orais quilométricas, relatórios épicos e votos que levariam anos para serem inteiramente lidos e compreendidos por Camões, fiz a mim mesmo a pergunta que muitos colegas devem – ou deveriam – estar formulando: se fosse basear minha escolha de profissão nestas sessões do STF, teria eu escolhido o caminho da magistratura? Mais que isso: teria escolhido fazer faculdade de Direito, em vez de Engenharia (como meus pais queriam)? A resposta, muito provavelmente, teria sido negativa – curta e grossa, sem calhamaços de doutrinas e jurisprudências.
Os operadores do Direito têm muitas verdades inconvenientes que precisam encarar, como já expus em oportunidade anterior. Mas talvez nada seja tão urgente de ser revisto quanto o distanciamento que a filosofia do “quanto maior e mais prolixo, melhor” está provocando entre juristas e aquela à qual juízes, promotores e advogados devem servir: a população. Quando estudante, e mesmo depois de formado, nunca achei graça das piadinhas dos acadêmicos de exatas, na toada de que até para dirigir em rua de mão única os juristas procuram duas correntes. Duro é constatar que aqueles eram os bons tempos. Hoje duas correntes é coisa de iletrado. Estamos vendo o ordenamento jurídico ser solenemente ignorado por interpretações cada vez mais livres, com fundamentações cujo espírito chega a remeter ao musical Hair. Quando vejo algumas delas, minha mente até canta os versos iniciais de Aquarius. Com coreografia e tudo.
Uma colega de profissão me advertiu, no início da carreira, que deveria ter cuidado para não exagerar na síntese. Uma sentença perfeita, disse com propriedade, é aquela em que a mãe do réu entende por que ele está sendo condenado. Pois me pergunto que mãe, pai, irmão, mulher, filho, amigo ou inimigo de uma parte consegue entender que raios (para não poluir o texto com um palavrão) estão falando os excelentíssimos senhores doutores Ministros do STF. A Corte máxima do Processo nacional perde, sem o menor constrangimento, a oportunidade de se fazer clara às pessoas. Não bastasse isso, ainda inventa aberrações como réplica e tréplica de voto, como se relator e revisor fossem acusadores ou defensores. Pobres processualistas, que terão que explicar isso aos alunos. Pobres alunos, que terão que entender.
No cirque du soleil jurídico, vale tudo para transformar cadeira em frigobar – expressão usada por um amigo, obviamente leigo. Por isso ninguém ficará surpreso se o ex-advogado de um dos réus declarar que não se considera suspeito para julgá-lo, pois não o defendeu neste processo. Ou melhor: ficará surpreso sim, caso ele o diga em duas linhas, como neste parágrafo. É mais provável que se valha de duas dúzias de páginas para explicar a mesma coisa. Isso quando chegar sua vez de votar, o que pode levar semanas, sem esquecer o feriado de 7 de setembro. Enquanto isso, todos os outros recursos que tramitam no STF ficarão mofando. Sabe aquele seu processo que corre há dez anos e está em Brasília? Prepare-se para esperar um pouco mais – relativamente falando. Reclamações para a TV Justiça, por favor.
Perdoem-me se estou sendo mais franco que o esperado, mas devo destacar que não estou questionando a idoneidade de nenhum dos envolvidos. Critico, pois sim, a escolha que fazem sobre a forma de o Direito se comunicar com a Sociedade, como se o primeiro não decorresse da existência da segunda. Minha discordância não se resume, porém, apenas ao formalismo. Temo pelo que se cria por meio desta liberdade extrema para, por meio destas enormes ponderações, criar Direito além do que dizem as normas. Nem mesmo boas intenções podem autorizar tal postura. O que conspira para o bem pode conspirar para o mal. O precedente heroico de hoje, se não for baseado no que Constituição e Leis realmente preconizam, pode ser a janela para o tenebroso entrar em casa. Principalmente se ninguém entender nem o bem intencionado, nem o malicioso.
O Direito brasileiro precisa de novas togas, com urgência. Se preferir atuar sem elas, melhor ainda. O que não tem mais sentido é continuar apresentando, ao vivo e em cores, o espetáculo do anacronismo e do virtuosismo gramatical desnecessário. Do contrário, logo estaremos diante do pior dos cenários: só restarem, para serem recrutados pelas carreiras jurídicas, os que gostam deste show.

terça-feira, agosto 28, 2012

Deu no site agazeta.net


Sou cauteloso e tolerante sem vender a alma para o Diabo”

 
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Edvaldo Souza entrevista com Alan
Edvaldo Souza (dir.) com o apresentador Alan Rick, afirma que a população do Caladinho recuperou a dignidade (Foto: Renata Moura/AGazeta.net)
A regularização da invasão do Caladinho, um local de quase nenhuma infraestrutura que se tornou bairro -- faltando apenas o início das obras de urbanização --, e o projeto que virou lei para garantir mais segurança a usuários de agências bancárias, quando há movimento de carros fortes, são dois dos mais de 12 projetos já apresentados pelo deputado Edvaldo Souza (PSDC), na Assembleia Legislativa.
Em entrevista ao jornalista Alan Rick, do programa Gazeta Entrevista, Edvaldo Souza fez um balanço de sua atuação como parlamentar e rebateu críticas de alguns com relação a uma suposta atuação diferenciada na vida jornalística e na Assembleia.
“O Legislativo não é um cenário de programa policial, tenho que ter uma postura adequada”, diz Edvaldo Souza, pontuando que no programa Gazeta Alerta, cuja audiência é de 89%, as denúncias levadas ao ar por ele, frequentemente, são resolvidas de forma mais rápida.
“Muitas vezes, estas autoridades assistem ou têm notícia do problema por meio do programa e já o resolvem”, afirma.
“Dizem que sou moderado, mas não sou. Sou cauteloso e tolerante sem vender a alma para o Diabo”, completa ele, ao comentar a mais recente pesquisa para prefeito de Rio Branco, segundo a qual, os candidatos Marcus Alexandre, da Frente Popular do Acre e Tião Bocalom, da coligação Produzir pra Empregar estão tecnicamente empatados. “Nem sempre pesquisa reflete uma realidade”.
No programa, que vai ao ar nesta noite de terça-feira, o parlamentar comemora a regularização do Caladinho, região pela qual ele esteve empenhado na melhoria da qualidade de vida daquela população, antes mesmo de ser candidato.
“Eu andava por lá há mais de cinco anos e via aquelas pessoas sem perspectivas de futuro, vivendo na pobreza e como deputado, ficou mais fácil lutar pela dignidade daquelas pessoas. Foi o que eu fiz”, narra Edvaldo Souza.
No Caladinho, o deputado afirmou ter reencontrado a mulher a qual ele entrevistou, na ocasião de uma reportagem especial, quando ainda não era candidato, e disse ter ficado grato por ter ouvido dela que estava muito feliz de ter o título de propriedade.
“Ela me disse que estava recebendo a solidariedade, de várias formas, depois da nossa ida até sua casa. Por isso, creio que a gente vem com uma missão neste globo terrestre, pra trabalhar  com ética e sem mentiras”, afirmou.
Perguntado se a regularização do Caladinho não incitaria novas invasões, o deputado respondeu: “O Acre por si só já é uma invasão, quando o conquistamos da Bolívia. Agora, Rio Branco é uma cidade problemática de um plano urbanístico e no seu início, apenas dois ou três bairros eram considerados regulares”.
Ele prossegue: “Agora, o Governo não pode ser omisso deixando lá pessoas que precisam de cuidados. Eu lutei muito por isso, o governador Tião Viana adotou a causa e agora não para por aí. Virão ruas trafegáveis, água encanada, rede de energia e isso tudo vai ser feito pelo Governo do Estado, acho que com início em 30 ou 40 dias”.
Entre seus projetos mais importantes está também o da criação da Delegacia do Idoso. “O Governo do Estado está analisando, porque essas pessoas merecem. Temos hoje 45 mil idosos. Só em Rio Branco, são 25 mil. Elas não podem ficar como produtos descartáveis”, frisa Edvaldo Souza.

Última atualização em Ter, 28 de Agosto de 2012 18:12

sexta-feira, agosto 24, 2012


                                                 A alegria das crianças


Nada melhor do que presenciarmos uma criança com o sorriso estampado no rosto. Melhor ainda quando são muitas crianças, sem maldade, desprovidas de interesses e apresentando o semblante da felicidade.

Foi o que vi ontem por ocasião de uma rápida passagem pela escola Pedro Martinello. Escola limpa e bem administrada e com muita gente entusiasmada.

Na hora do recreio ou merenda a criançada faz a festa. A meninada fez questão de que a minha presença ficasse registrada. Eu, de  minha parte não me fiz de rogado.

quinta-feira, agosto 23, 2012


Governo entrega títulos a famílias do Caladinho

Qui, 23 de Agosto de 2012
Adailson Oliveira, Da TV Gazeta

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Mais de 500 moradores receberam seus títulos definitivos (Foto: Clériston Amorim/Agazeta.Net)
Numa solenidade concorrida e de muito calor, o governador Tião Viana entregou nesta quinta-feira, 23, os títulos de posse para 558 famílias que residem no Caladinho, considerada a área com a menor infraestrutura da capital e também a mais violenta.
Além da entrega dos títulos, o Governo deve iniciar nos próximos 30 dias, as obras de abertura de ruas, pavimentação, esgotamento sanitário, abastecimento de água e energia elétrica.
O Caladinho surgiu há sete anos, quando mais de 100 famílias ocuparam uma área privada que fica atrás do bairro Adalberto Sena.
O local é uma região com áreas planas e elevadas e não existe delimitação dos terrenos, que ficam misturados, sem saber de quem é o quintal.
Para começar o trabalho, o Governo precisa abrir ruas, o que não será fácil. O Governador Tião Viana disse que é o fim da denominação “invasão” para o Caladinho, com as obras e a chegada dos serviços de educação e saúde, a área obrigatoriamente será chamada de bairro.
O deputado Edvaldo Souza, que lutou pelo projeto de urbanização do Caladinho, disse que a infraestrutura vai trazer um novo ânimo aos moradores e haverá uma redução da violência.
“Agora esse local deixa de ser o pior local para se viver, para se transformar em bairro exemplo”, disse Edvaldo Souza.
Última atualização em Qui, 23 de Agosto de 2012 15:56



                                              Fiz a minha parte

Hoje cedo cheguei ao bairro Caladinho onde conheço cada caminho, cada beco, cada rua esburacada. Também conheço a maioria dos moradores. Ando por lá tranquilamente. 

Converso, ouço as pessoas, tomo café, e sempre fico sabendo dos problemas e dos dilemas vivido por cada pessoa que ali mora.

Esta quinta-feira foi especial. Especial para os moradores que há anos solicitavam a regularização da área. Adotei a causa e fui em busca de mecanismos para resolve-la. Conversei com o governador Tião Viana que garantiu  uma solução para a situação. Conversamos outras vezes. O resultado foi o que vimos hoje. A alegria  irradiava no semblante dos moradores. A felicidade estava no coração de cada um.

Andei, falei, tirei fotografias com os moradores, dei autógrafos, enfim, acredito que fiz a minha 
parte e o governador Tião Viana fez a parte dele.

Para minha surpresa encontrei por lá a dona Francisca e um de seus filhos. Dona Francisca nunca saiu de minha cabeça. Em uma das minhas reportagens no Caladinho, foi exatamente ela a  mulher que encontrei com seus filhos, um deles doente, morando debaixo do assoalho de uma casa. Situação de extrema pobreza.

A conversa hoje foi outra:

- Olá seu Edvaldo Souza. Tudo bem? Lembra de mim? Eu sou aquela  mulher que  morava debaixo da casa. Lembra? Estou bem agora. Tenho uma casa pra morar e agora estou aqui para receber o documento.Esse menino aqui é o Samuel. Aquele que estava doente quando o senhor foi lá.

Confesso que me emocionei. Vi a dona Francisca e o pequeno Samuel de bem com a vida. Lembro que naquela reportagem a comoção e a solidariedade ajudaram aquela família que não tinha absolutamente nada.

Bati uma papo tiramos algumas fotografias e dona Francisca foi  prestigiar a solenidade.

Concluo afirmando que nem tudo está perdido. Prosopopéia, basófia e ódio não resolvem nada. Como deputado estadual fiz  e continuarei fazendo a minha parte em defesa dos menos favorecidos.

Governo entrega mais de 550 títulos definitivos aos moradores do bairro Caladinho

23 de agosto de 2012 - 6:52:44
Nayanne Santana
“Esta proclamada a emancipação do Caladinho”. Esta frase foi dita pelo governador Tião Viana ao participar, nesta quinta-feira, 23, do ato de entrega de títulos definitivos para moradores do bairro Caladinho onde a ocupação habitacional iniciou há seis anos como uma invasão de terra.
“Há  seis anos estou nesta batalha. É um momento muito importante para as pessoas que vivem aqui. Graças a Deus nós estamos vencendo com o ajuda do governador Tião, de moradores que me deram apoio, do deputado Edvaldo Souza. Esse é um dia de muita felicidade para esse povo, agora eles têm a certeza de ser dono do seu espaço”, pontua a líder da comunidade.
Empenho e determinação
O diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Glenilson Figueiredo ressaltou que as equipes do Instituto se empenharam para que o Caladinho fosse regularizado. O trabalho iniciou em janeiro.
A certeza da propriedade
Logo que surgiu a ocupação no Caladinho o morador Daurivan Araújo conta que comprou um lote no local para morar com sua família. Porém, como o lugar era uma área de ocupação irregular e, portanto, não possuía documentação, Daurivan Araújo amargou prejuízos.
“Eu comprei casa de uma pessoa que já era o segundo dono do lote e paguei pelo valor que ela me cobrou, mas depois apareceu a pessoa que tinha sido o primeiro dono da área me cobrando por estar no terreno. Precisei pagar três vezes pela terra que moro só porque a gente fazia negócio com papel que não valia nada”, lamenta o morador.
Contudo, após a intervenção do Estado naquela região Daurivan Araújo tem novos planos e confessa que vislumbra um futuro bem melhor.
“Agora com a titularização sei que a terra é minha e sou muito grato ao governo por fazer isso por nós. Ali tem muitas famílias honestas. Sei que depois disso as máquinas vão poder entrar e fazer ruas, colocar iluminação no bairro, água, esgoto e eu vou poder fazer melhorias na minha casa”, disse Daurivan Araújo.
A restituição da cidadania
O governador Tião Viana lembrou que o bairro era um dos mais sofridos da capital, das histórias de ocupações urbanas de Rio Branco. “Essa história daqui lembra o início da história de bairros como o João Eduardo, Taquari de comunidades onde as pessoas entravam, mas não sabiam como iam fazer a travessia”, observou. Tião Viana frisa que a regularização é a restituição da cidadania, de vida e dignidade para as famílias que vivem naquele local.
“Todo o Acre acompanhou o sofrimento dessas pessoas e o deputado Edvaldo Souza me fez um pedido pessoal para que eu pudesse fazer um esforço a mais por essa comunidade que sofria tanto”, contou o governador.
Após o pedido do parlamentar Tião diz que levou o esforço dos servidores do Estado para mudar a situação da comunidade.
“O plano de saneamento está pronto, a solicitação para que a companhia de eletricidade venha fazer a correção da situação ilegal de energia foi feita e será atendida e agora nós concluímos com esse trabalho de regularização e sei que assim a comunidade do Caladinho vai poder sorrir”, declarou.
A chegada da infraestrutura
O deputado Edvaldo Souza, que desde o início da ocupação atua para que área seja regularizada e urbanizada, confessou que estava emocionado e muito feliz coma conquista da comunidade.
“Pobre tem que ser tratado com decência e essa foi uma reivindicação minha em conversas com o governador Tião e ele foi sensível ao problema e garantiu que iria resolver esse problema de regularização do Caladinho e estamos aqui para celebrar esse momento”, afirmou o parlamentar.
Edvaldo Souza adiantou que nas próximas semanas o Governo do Estado inicia as obras de infraestrutura na comunidade e que isto promoverá uma mudança no local com ruas calçadas, drenagem, energia elétrica, entre outros. Souza frisa que para isso serão investidos R$ 30 milhões.
Obs- Material retirado do site AC24horas

Coluna do Crica


Caso Caladinho
Foi citado o caso do bairro Caladinho, onde o governador Tião Viana entrega 
hoje mais de 500 títulos definitivos aos moradores que não tinham até aqui o domínio das áreas ocupadas.
Que se registre
O deputado Edvaldo Sousa (PSDC) foi o único que batalhou para que isso acontecesse.

Deu no Página 20


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Edvaldo Souza comemora entrega de títulos definitivos no Caladinho
Escrito por Archibaldo Antunes 
  
23-Ago-2012
Ação do governo do Estado é o primeiro passo para a transformação do local em bairro modelo


A partir das 10 horas de hoje, o deputado estadual Edvaldo Souza (PSDC) estará um passo adiante
na realização de um sonho pessoal e de uma meta política: ver o Caladinho se transformar em um
bairro onde as pessoas vivam com dignidade. O governo do Estado entregará, nesse horário, os
 títulos de propriedade aos moradores – um primeiro e importante passo para a reestruturação do
local, que deverá se tornar um bairro modelo de Rio Branco.
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DOIS contatos do parlamentar com o governador Tião
Viana foram decisivos à decisão de investir no local
“Minha reivindicação foi atendida pelo governador Tião Viana, com quem estive em duas ocasiões
 pedindo em nome dos moradores do Caladinho. Desde que estive lá, há quatro anos, que me
tocou a situação das pessoas que ali vivem. E hoje quero externar minha alegria por ver que as
reivindicações que fiz ao governo do Estado pela legalização daquele local serão atendidas”,
disse Edvaldo.
Segundo o parlamentar, cerca de 550 famílias devem receber os títulos definitivos. Ele disse
ainda que o governo estadual prevê investimentos na ordem de R$ 30 milhões no bairro, o que
o transformará em um local dotado de toda a infraestrutura necessária a uma vida de dignidade.
“O Caladinho deixará de ser o bicho feio para se transformar no príncipe da periferia”,
concluiu Edvaldo Souza.

quarta-feira, agosto 22, 2012

Agora é lei!



Projeto de minha autoria aprovado por unanimidade na Assembléia Legislativa é sancionado pelo governador Tião Viana.
Estou fazendo a minha parte enquanto parlamentar. Estou fazendo o meu trabalho e representando o povo do Acre.


GOVERNADORIA DO ESTADO
GABINETE DO GOVERNADOR
ESTADO DO ACRE
LEI Nº 2.596 DE 9 DE AGOSTO DE 2012
Dispõe sobre segurança em estabelecimentos comerciais e congêneres
que se utilizem do serviço de transporte de valores.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE
FAÇO SABER que a Assembleia Legislativa do Estado do Acre decreta
e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Todo e qualquer prédio em que funcione estabelecimento comercial,
industrial, de serviços bancário, financeiro e de fomento, ou outros, que se
utilize de serviços de transporte de valores, deverá ser dotado de acesso
físico próprio para fins de entrada e saída dos responsáveis pelo serviço
de transporte de valores, independente do acesso destinado ao público.

Art. 2º Para fins de cumprimento do disposto nesta lei, os estabelecimentos
referidos no art. 1º terão o prazo de cento e oitenta dias para
executar as obras e adaptações necessárias.

Art. 3º Fica proibido, nos estabelecimentos referidos nesta lei e em qualquer
local onde se realize evento cultural ou esportivo, o transporte de
valores em área de circulação ou de entrada e saída do público.

Art. 4º Nas edificações existentes, sendo comprovada a impossibilidade
de sua adaptação às exigências estabelecidas nesta lei, por meio de
laudo técnico produzido por profissional habilitado, a entrada e a saída
de valores deverão ser realizadas, no mínimo, meia hora antes do início
ou meia hora após o término das atividades comerciais do estabelecimento,
desde que não haja público aglomerado ou transitando no local.

Art. 5º Esta lei poderá ser regulamentada para garantir a sua execução.

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Rio Branco-Acre, 9 de agosto de 2012, 124º da República, 110º do Tratado
de Petrópolis e 51º do Estado do Acre.

Tião Viana
Governador do Estado do Acre
_________________________________________________________

Parabéns moradores do Caladinho!





                 
Abandono, descaso,falta de ruas, de água,de energia elétrica, barracos improvisados e muita tristeza no semblante dos moradores.

Foi exatamente como descrito, a paisagem que encontrei há alguns anos por ocasião de uma reportagem para qual fui pautado. Faz alguns anos. Vi muita miséria. Uma família morava debaixo do assoalho de um barraco. Uma mulher e seus filhos me revelaram o drama que viviam. Faltava tudo, inclusive comida para que a família pudesse se alimentar.

Voltei lá outras vezes. A reclamação era geral por conta do abandono do bairro, sempre deixado de lado nas questões de abertura de ruas, saneamento, rede de energia elétrica, etc.
O tempo passou e a população me outorgou um mandato de deputado. Não me empolgo e tampouco me  iludo com a política. Tenho trabalhado muito em benefício dos mais humildes, dos mais pobres. Entendo que estou fazendo a minha parte.

Estive algumas vezes com o governador Tião Viana reivindicando a legalização da área e investimentos no bairro. Fui bem recebido e atendido. O governador sempre  mostrou disposição para resolver o problema.

O projeto de legalização dos lotes do bairro caladinho chegou a Assembleia Legislativa. Foi votado pelos deputados e aprovado por unanimidade.

Por outro lado um projeto urbanístico já está pronto para ser colocado em prática. O Caladinho vai mudar de cara, de visual. Graças a Deus e a boa vontade política de todos os envolvidos  que buscaram uma solução para a comunidade.

As crianças, jovens, adultos e idosos que moram no bairro devem comemorar.

Eu  fiz a minha parte e estou muito feliz. Feliz com  o início de uma nova fase na vida de todos aqueles que residem no bairro.

550 familias receberão nesta quinta-feiraamanhã o título de seus lotes. Milhões de reais serão investidos em abertura de ruas, saneamento, enfim, urbanização.

Os moradores do Caladinho estão de parabéns.

domingo, agosto 12, 2012


Música de domingo

Em tempos de falta de criatividade na música brasileira nada melhor do que ouvir o velho cancioneiro popular.


Feliz dia dos pais

Muito embora a data seja muito mais comercial ainda  sobra espaço para que efetivamente o amor paternal  se exteriorize em todas as famílias.

Dia de reunir a família em torno de uma mesa, conversar, afagar, beijar e ser beijado e receber dos filhos todo o amor do mundo.

Quem não tem mais seu pai sente a falta daquele que aconselha, orienta, sugere, dar bronca, chama a responsabilidade, enfim, o que se chamava antigamente de chefe de família.

Infelizmente não  tenho meu pai nesse plano terreno. Porém, tenho filhos maravilhosos e nada mais justo que hoje, nós pais, sejamos alvo de todas as homenagens.

Feliz dia dos pais.

quinta-feira, agosto 09, 2012

Do pescoço pra baixo tudo é canela


Estamos em agosto e em poucos dias  os candidatos a prefeito estarão com suas propagandas no rádio e na TV. Para alguns será a grande saída de tentar alavancar suas campanhas. Não é novidade que o candidato que possui melhor desenvoltura nos meios de comunicação leva uma certa vantagem. Porém, é importante que apresente um  bom conteúdo e internalize junto ao eleitorado suas propostas.

Segundo se sabe, as pesquisas para o chamado consumo interno começam a ser feitas rotineiramente para que o candidato tenha a exata temperatura do seu desempenho. Se bem que  as pesquisas apenas apontam uma situação de momento, muito embora sirva para balizar as ações e estratégias dos candidatos.

Pelo andar da carruagem e com os último acontecimentos, daqui para frente do pescoço pra baixo tudo é canela.Denúncias de arapongagem, coleta de informações sobre a vida pregressa de adversários, enfim, as equipes de cada um estão armadas com suas metralhadoras giratórias prontas para atuar politicamente.

O saldo ruim dessa história toda é quando todos começam a chafurdar no lado ruim do que existe na política. Ódio, mágoas e rancores afloram de forma açodada.

Rio Branco é uma cidade pequena  onde quase todos se conhecem. A política passa  e nós continuamos vivendo aqui.

Calma. Muita calma. No mais é gastar sola de sapato, acordar cedo, apresentar propostas de mudanças e esperar pelo resultado das urnas em outubro.

quinta-feira, agosto 02, 2012

O abandono do Caladinho

Tenho sido um árduo defensor dos moradores do bairro Caladinho. Um bairro oriundo de uma ocupação irregular habitado por famílias extremamente pobres. Desde a primeira reportagem que fiz no bairro que venho mostrando a realidade do local.


Reivindiquei ao governador Tião Viana a regularização da área, para que desta forma, os moradores tenham o documento do imóvel. A reivindicação foi atendida e um projeto de regularização foi aprovado na Assembleia Legislativa. Só resta agora marcar dia e hora para a entrega dos títulos aos moradores e em seguida iniciar os trabalhos de infraestrutura do bairro que não tem absolutamente nada.


Na reportagem do premiado jornalista Adailson Oliveira você tem uma radiografia da miséria e  da falta de serviços básicos que deveriam ser prestados a população.

quarta-feira, agosto 01, 2012

Sorte de sobra

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Hoje durante a apresentação do Gazeta Alerta fizemos o sorteio de uma casa e um carro na garagem, fruto da promoção realizada pelos Supermercados Pague Pouco e Barriga Verde.


No estúdio, representantes das empresas e centenas de milhares de cupons preenchidos por  aqueles que tentam a sorte grande.

Sinceramente, sempre fico na torcida para que pessoas humildes sejam as grandes felizardas. Nada contra quem tem dinheiro. Pelo contrário.


Nesta quarta-feira a ganhadora dos prêmios foi uma moradora da rua Baguari no bairro Taquari. Bairro conhecido pelos seus problemas, formado  em sua maioria por pessoas humildes.

Imediatamente conversei com a dona Eleissa        que era só alegria. Alegria que demonstrou durante o bate-papo que tivemos.

-Eu moro de aluguel e meu marido roça quintal Edvaldo Souza.

Uma alegria incontida misturada com choro. No estúdio da TV Gazeta todos ficaram emocionados. A vida da dona Eleissa Matos    e sua família agora muda de rumo.


Eu desejo boa sorte!