quarta-feira, junho 26, 2013

O povo está na rua esperando que façamos algo de positivo”, diz deputado Edvaldo Souza
Qua, 26 de Junho de 2013 04:49               JOSÉ PINHEIRO  

O deputado Edvaldo Souza (PSDC) propôs mudanças na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014. Ele cobrou que mais recursos sejam destinados a área social, principalmente no cuidado aos dependentes químicos. Souza acrescentou que a hora de mudanças na LDO é esta.
“Temos o poder de fazer mudanças na LDO para as políticas de atendimento aos dependentes químicos. O povo está na rua esperando que façamos algo de positivo. O problema da Saúde em sentido nacional é a falta de dinheiro”.
O parlamentar governista disse ainda que apresentou uma proposta para a criação de um hospital para atender pessoas com envolvimento com drogas, entretanto, Edvaldo Souza frisou que não obteve respostas. “Tive o calado como resposta”.
Edvaldo Souza disse que alocou todos suas emendas às casas de apoio, como a Apae e a Associação Amigos do Peito.
Souza fez crítica ao Executivo quanto a não liberação das emendas parlamentares individuais. Pelo regimento da Casa, os parlamentares têm direito a R$ 100 mil de emendas, entretanto, os recursos nunca foram liberados.
Outro parlamentar da base do governo que manifestou indignação pela não liberação das emendas foi o deputado Luís Tchê. O pedetista frisou que irá apresentar uma PEC à Constituição do Estado para tornar impositivo a liberação das emendas individuais.
Na semana passado o deputado Manoel Morais (PSB), também da base de sustentação ao governo, reclamou a demora na liberação das emendas e chegou a frisar que a não liberação ‘causa constrangimento aos parlamentares diante de suas bases’.
O único parlamentar de oposição que se pronunciou sobre as emendas individuais foi o deputado Gilberto Diniz (PTdoB). Diniz frisou que os recursos das emendas não entram nas contas dos deputados e que são alocadas para àquilo que o parlamentar acredita ser necessário. “As emendas, nós nem pegamos nesse dinheiro. A gente só destina”, finaliza.

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