quarta-feira, março 12, 2014

Deu no AC24horas

Postado em 12/03/2014 11:53:43

Edvaldo Souza reclama de aumento de preços e diz que o Acre não produz para o autoabastecimento

Ray Melo, da editoria de política de ac24horas – raymelo.ac@gmail.com
 

O reajuste abusivo de preços de gêneros alimentícios foi o principal tema dos discursos na tribuna da Aleac, na manhã desta quarta-feira (12). O deputado Edvaldo Souza (PSDC) pediu a atuação do Procon e afirmou que a produção produção agrícola do Acre não é suficiente para o nosso autoabastecimento.
“O Acre vive um momento de extrema dificuldade e isso ninguém pode negar. A cheia do Rio Madeira, que não tem dado sinais de vazante é preocupante. Por outro lado, o rio Acre já desabrigou milhares de pessoas que estão no Parque de Exposições, mas o que mais me entristece é ver o desabastecimento”, diz Souza.
Segundo Edvaldo Souza, há desabastecimento de gêneros alimentícios e combustível. “O gás que chegou não é suficiente. Não vou pintar o quadro em preto e branco, mas acompanha as redes sociais, o que mais se ouve é o aumento dos preços de forma exorbitante e não vejo motivos para isso”.
O parlamentar disse ainda que “o governo do Acre não está fazendo mais do que sua obrigação, assim como o Governo Federal, quando trabalham para manter o abastecimento. Só considero que os gêneros alimentícios estão sendo trazidos por um avião da FAB – não cabe a especulação empresarial”, enfatiza Edvaldo.
Para o deputado, quem estaria pagando a conta seria o pobre. “Que vive de salário mínimo, que pega transporte público que é uma porcaria é quem se lasca com esta porcaria toda. Esta cheia do Rio Madeira e a cheia do rio Acre serve para mostrar que a nossa produção rural e agrícola não é suficiente para o nosso autoabastecimento. Se importamos arroz e feijão, nós não estamos produzindo o suficiente.  O governo está fazendo sua parte abrigando pessoas. Falta uma fiscalização eficiente. Quero pedir que o Procon fiscalize o aumento dos preços e autue quem está fazendo da miséria e da penúria dos desabrigados, um meio de ganhar dinheiro”, finaliza Edvaldo Souza.


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