quarta-feira, dezembro 18, 2013

                            O Parlamento e a Regularização Fundiária


Todos os dias quando acordo  rogo a Deus para que eu tenha um bom dia e peço proteção a todos aqueles que me cercam. Não tem nada a ver com Igreja ou coisa parecida. Apenas tenho fé. Muita fé em Deus e confesso que a luta diária tem sido intensa contra todos os males, todas as demandas, todos os aborrecimentos que são atinentes a vida de todo ser humano.

Em  mais de duas décadas de jornalismo conheci todo tipo de gente pois exerci as mais variadas funções, inclusive de chefia.

A experiência nos dá o know-how necessário para conviver com todo tipo de gente. Temos excelentes profissionais. Outros nem tanto, mas nem por isso merecedores de críticas ácidas ou de desprezo.

Depois de muitos anos resolvi enveredar na política, uma área que pouco conhecia e de muita areia movediça. Mesmo assim tenho procurado fazer um mandato propositivo, voltado para os mais pobres, humildes, enfim,  para aqueles que não tem quem os defenda.

Tenho feito isso ao longo desses três anos. Apresentado projetos, indicações, requerimentos, feitos críticas quando necessário as ações do Governo e buscando alternativas para ser um interlocutor junto aos mais carentes.

Me causa nojo e náusea quando vejo figuras carimbadas que sempre criticam a favor do Governo,  abrir a boca e em alto e bom tom dizer que nenhum deputado tem participação nas ações de Regularização Fundiária desenvolvidas pelo Estado.

Quanta insensatez! Quanta dissimulação!  Quanta mentira!

Não precisa ser jurista  para saber que todo o processo de Regularização Fundiária tem que ter uma Lei que o ampare. Para isso tem que ter a aprovação da Assembleia  Legislativa. Tem que ter a aprovação dos deputados.

Enquanto parlamentar, fui o primeiro ou um dos primeiros a dizer na tribuna da Aleac  que os moradores de áreas consideradas irregulares deveriam ter o documento da terra, do terreno.

Um exemplo disso, é o Bairro Caladinho. Fiz assim com os bairros Jorge Lavocat, Montanhês, Tancredo Neves, Boa União, Areal entre outros.

Apresentei Indicações e justificativas  plausíveis para que as famílias residentes nessas áreas fossem beneficiadas com a Lei aprovada pela Aleac.

O Governador Tião Viana foi sensível a todas as reivindicações  em algumas audiências  que tratamos a respeito do assunto sempre se dispôs a colaborar, a ajudar.

Afirmar que deputado, que a Assembleia Legislativa, não tem participação nesse processo é uma falácia, uma aleivosia eivada de  inveja e de rancor que parte de gente que tem o maior interesse( e com direito) de vir ocupar uma vaga no parlamento. Porém, para que isso aconteça tem que combinar com o povo, e ficar mentindo e falando inverdades me parece não ser um bom começo.

Quanto a mim, não nasci deputado. Estou deputado e continuarei se assim o povo decidir.



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